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Pardo Suíço: Conheça a Raça de Gado que Une Leite e Carne com Eficiência

 




Pardo Suíço: Conheça a Raça de Gado que Une Leite e Carne com Eficiência

O gado Pardo Suíço tem ganhado cada vez mais destaque entre os pecuaristas brasileiros por sua dupla aptidão: produção de leite e carne. Neste artigo, você vai entender as principais características dessa raça, suas vantagens na pecuária e como manejá-la corretamente.


Origem e História da Raça Pardo Suíço

Originário das regiões montanhosas da Suíça, o gado Pardo Suíço (também conhecido como Brown Swiss) foi desenvolvido para ser resistente ao frio e produtivo em terrenos acidentados. No Brasil, a raça chegou no século XX e logo passou a ser usada em cruzamentos para melhorar rebanhos leiteiros e de corte.


Características do Gado Pardo Suíço

Aparência e morfologia

  • Pelagem: marrom (pardo), variando do bege claro ao castanho escuro
  • Chifres curtos e bem formados
  • Estrutura corporal robusta e musculosa
  • Pele pigmentada, ideal para climas tropicais



Produção de leite

O Pardo Suíço é considerado uma das raças com melhor equilíbrio entre volume e qualidade do leite. Seu leite é rico em gordura e proteína, excelente para a produção de queijos.




Qualidade da carne

Mesmo sendo uma raça leiteira, o Pardo Suíço surpreende pela qualidade de sua carne, com bom marmoreio e rendimento de carcaça. Isso o torna ideal para sistemas de pecuária de dupla aptidão.


Vantagens do Gado Pardo Suíço na Pecuária Brasileira

  • Rusticidade: suporta bem climas tropicais e regiões de altitude
  • Longevidade produtiva: vacas com alta produção por muitos anos
  • Eficiência alimentar: bom desempenho com pastagens de qualidade
  • Temperamento dócil: facilita o manejo em propriedades de todos os portes

Como Criar Gado Pardo Suíço com Sucesso

Manejo nutricional

A raça responde muito bem a uma dieta equilibrada, com pastagem de qualidade e suplementação adequada. Mudas de Tifton, por exemplo, são uma excelente base para o manejo do rebanho.

Sanidade e bem-estar

O Pardo Suíço é resistente, mas ainda precisa de um bom calendário de vacinação, controle parasitário e acesso à sombra e água limpa.

Reprodução e melhoramento genético

A inseminação artificial com sêmen de touros Pardo Suíço é comum no Brasil, permitindo ganhos genéticos rápidos e mais controle sobre o rebanho.





FAQ – Perguntas Frequentes sobre o Gado Pardo Suíço

O Pardo Suíço é mais leiteiro ou de corte?
É uma raça de dupla aptidão, com excelente desempenho em ambos os sistemas. No Brasil, é mais utilizado para a produção de leite.

Posso criar Pardo Suíço em regiões quentes?
Sim. Apesar da origem europeia, a raça se adaptou muito bem ao clima tropical, graças à sua pele pigmentada e rusticidade.

O leite do Pardo Suíço é bom para queijos?
Sim. O leite tem alto teor de gordura e proteína, o que favorece a produção de queijos artesanais e industriais.

O cruzamento com Pardo Suíço é vantajoso?
Sim. O cruzamento com raças zebuínas, como o Gir, gera animais com maior produtividade e resistência.



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Silagem de Milho, Ração 24% e Sal Mineral: A Receita Simples e Poderosa para Produzir Muito Leite

 




Silagem de Milho, Ração 24% e Sal Mineral: A Receita Simples e Poderosa para Produzir Muito Leite

Produzir leite de qualidade e em grande quantidade não precisa ser complicado. A combinação de silagem de milho, ração 24% de boa qualidade e sal mineral 90 é o verdadeiro "arroz com feijão bem feito" da pecuária leiteira. Neste artigo, vamos mostrar por que essa receita funciona, como aplicá-la corretamente e quais resultados esperar.


Por que a Silagem de Milho é Essencial na Produção de Leite?

A silagem de milho é uma das forragens mais completas para vacas leiteiras. Ela oferece alta energia, boa digestibilidade e excelente palatabilidade.

Benefícios da Silagem de Milho:

  • Alta produção de matéria seca por hectare
  • Fonte de energia para suportar altas produções
  • Fácil armazenamento e uso ao longo do ano
  • Estimula o consumo de matéria seca pelo gado

Ração 24%: O Combustível para a Produção de Leite

A ração com 24% de proteína bruta é ideal para complementar a dieta de vacas em lactação. Com ela, o animal tem acesso ao aporte necessário de nutrientes para produzir mais leite sem comprometer a saúde.

O que considerar na escolha da ração:

  • Qualidade da matéria-prima
  • Balanceamento nutricional adequado
  • Presença de aditivos como leveduras e tamponantes
  • Fornecimento regular e na quantidade correta

Sal Mineral 90: O Detalhe que Faz Toda a Diferença

Muitos produtores subestimam o sal mineral, mas ele é essencial para o bom funcionamento do organismo da vaca leiteira.

Por que usar Sal Mineral 90?

  • Reposição dos sais perdidos na produção de leite
  • Melhora da imunidade e fertilidade do rebanho
  • Maior aproveitamento dos nutrientes da ração e da silagem
  • Prevenção de doenças metabólicas e carenciais

Como Combinar Essa Dieta no Dia a Dia?

A chave está no equilíbrio e na constância. Forneça silagem de milho à vontade, complemente com ração 24% duas vezes ao dia e mantenha o sal mineral sempre disponível no cocho.


Resultados Esperados Com Essa Combinação

  • Aumento da produção de leite em até 20%
  • Melhoria da saúde geral do rebanho
  • Redução do intervalo entre partos
  • Mais rentabilidade na atividade leiteira

FAQ - Perguntas Frequentes sobre Silagem, Ração e Sal Mineral

1. Posso usar outra forragem no lugar da silagem de milho?
Sim, mas a silagem de milho é uma das mais energéticas. Outras opções como capim elefante ou cana-de-açúcar exigem ajustes na ração.

2. A ração 24% não é forte demais?
Não, desde que usada corretamente para vacas em lactação. Ela fornece o nível ideal de proteína para alta produção.

3. Qual a quantidade ideal de sal mineral por vaca?
A média é de 100 a 150 gramas por vaca/dia, mas pode variar conforme o manejo e o clima.

4. Quanto tempo até ver resultados na produção de leite?
Com alimentação equilibrada, os primeiros resultados aparecem em 15 a 30 dias.

5. O sal mineral precisa estar disponível o tempo todo?
Sim. O consumo voluntário garante que o animal receba a quantidade necessária.




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Como Preparar Soro Caseiro para Bezerros com Diarreia

 




Como Preparar Soro Caseiro para Bezerros com Diarreia: Receita Simples e Eficiente

A diarreia é uma das principais causas de mortalidade em bezerros, especialmente nos primeiros meses de vida. Para combater a desidratação e ajudar na recuperação dos animais, o soro caseiro é uma solução prática, econômica e muito eficiente. Neste artigo, você aprenderá a receita correta para preparar um soro reidratante para bezerros, utilizando ingredientes simples.

Receita de Soro Caseiro para 1 Litro

Para preparar 1 litro de soro para bezerros, você vai precisar:

  • 25 g de Sal
  • 1,5 g de Cloreto
  • 9,0 g de Acetato
  • 30 g de Glicose de Milho

Essa composição ajuda a repor eletrólitos, corrigir a acidose metabólica e fornecer energia rapidamente para o bezerro doente.

Quantidades para 2 Litros de Soro

Se você precisar de uma quantidade maior de soro, para tratar mais de um bezerro ou em casos mais severos de diarreia, basta dobrar a receita:

  • 5 g de Sal
  • 3 g de Cloreto
  • 18 g de Acetato
  • 60 g de Glicose de Milho

Importante: A concentração dos ingredientes deve ser mantida para garantir a eficácia do tratamento.

Como Preparar o Soro para Bezerros

Passo a passo:

  1. Aqueça levemente a água potável (não ferver).
  2. Dissolva o sal completamente na água.
  3. Acrescente o cloreto e misture bem.
  4. Adicione o acetato, continuando a mexer.
  5. Por último, adicione a glicose de milho e misture até que tudo esteja completamente dissolvido.
  6. Ofereça ao bezerro com auxílio de mamadeira ou sonda, conforme orientação veterinária.

O soro deve ser dado em pequenas quantidades ao longo do dia para evitar sobrecarga no estômago do bezerro.

Benefícios do Soro Caseiro na Diarreia de Bezerros

  • Reidratação rápida e eficaz
  • Correção de desequilíbrios de eletrólitos
  • Recuperação mais rápida da saúde do bezerro
  • Redução de custos em comparação a soros comerciais
  • Solução prática para emergências no campo

FAQ - Perguntas Frequentes

Qual a frequência de administração do soro?

O ideal é oferecer o soro a cada 2 a 4 horas, dependendo da gravidade da desidratação. Consulte um veterinário para ajustar a quantidade ideal para cada caso.

Posso substituir a glicose de milho por açúcar comum?

Não é recomendado. A glicose de milho é absorvida mais rapidamente e oferece energia imediata, essencial para bezerros em recuperação.

Por quanto tempo posso armazenar o soro?

O soro caseiro deve ser usado no mesmo dia do preparo. Se necessário, pode ser mantido refrigerado por até 24 horas.

O soro substitui o leite?

Não. O soro é um complemento para hidratar e corrigir o estado metabólico do bezerro, mas a alimentação com leite (ou sucedâneo lácteo) deve ser mantida conforme orientação veterinária.



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Indução à Lactação em Bovinos: Guia Completo para Aumentar a Produtividade do Rebanho



O que é a Indução à Lactação e Como Funciona

A eficiência reprodutiva está diretamente relacionada com a produtividade na pecuária leiteira, pois define o número de parições e, consequentemente, a quantidade de vacas que entrarão em lactação. Em um cenário ideal, cada fêmea do rebanho deveria emprenhar o mais rápido possível após o período de espera voluntário, mantendo assim um intervalo entre partos próximo de 12 meses. No entanto, a realidade nas fazendas brasileiras frequentemente se distancia desse ideal.Problemas reprodutivos estão entre as principais causas de descarte involuntário de animais em rebanhos leiteiros. Quando uma vaca de alto valor genético e produtivo não consegue estabelecer uma gestação, o produtor enfrenta um dilema: manter um animal improdutivo no rebanho ou descartá-lo, perdendo seu potencial genético e produtivo, além de arcar com os custos de reposição.Estas falhas reprodutivas comprometem significativamente a produtividade das propriedades leiteiras, provocando:

•Aumento de descarte involuntário de animais valiosos

•Redução do período produtivo das vacas

•Diminuição do número de animais disponíveis para reposição

•Comprometimento do progresso genético do rebanho

•Elevação dos custos operacionais

Diante desse cenário desafiador, a indução artificial à lactação surge como uma alternativa tecnológica promissora. Esta técnica consiste em mimetizar as alterações hormonais que ocorrem naturalmente no final da gestação, estimulando o desenvolvimento da glândula mamária e a produção de leite, mesmo sem a ocorrência de uma gestação e parto.O protocolo de indução à lactação permite que fêmeas com problemas reprodutivos, mas com alto valor genético e produtivo, iniciem um novo período de lactação, evitando seu descarte prematuro e aproveitando seu potencial produtivo. Além disso, durante esse período de lactação induzida, muitas dessas vacas têm a oportunidade de retornar à sua função reprodutiva, podendo estabelecer uma gestação e prolongar sua vida útil na propriedade.

Fisiologia da Lactação em Bovinos: Entendendo o Processo Natural

A compreensão da fisiologia da lactação é fundamental para entender como os protocolos de indução funcionam. O processo natural de lactação em bovinos é complexo e envolve diversas fases e hormônios que trabalham em conjunto para o desenvolvimento da glândula mamária e a produção de leite.

Fases da Lactação Natural

O processo de lactação em bovinos pode ser dividido em três fases principais:

Mamogênese

A mamogênese é o período de crescimento e desenvolvimento da glândula mamária. Este processo inicia-se ainda na fase fetal, mas tem seu desenvolvimento mais significativo durante a puberdade e, principalmente, durante a gestação.Durante a gestação, ocorre o desenvolvimento final dos ductos e do sistema lóbulo-alveolar da glândula mamária. Nesse processo, dois hormônios são fundamentais: o estradiol (E2) e a progesterona (P4). Inicialmente, esses hormônios são liberados pelos ovários e, posteriormente, pela placenta durante a gestação.O estradiol tem sua concentração aumentada na segunda metade da gestação, induzindo um grande crescimento alveolar neste período. Já a progesterona permanece em níveis elevados durante toda a gestação, sendo essencial para o desenvolvimento completo da glândula mamária.Além desses hormônios, outros também participam do processo de mamogênese, como o hormônio de crescimento (GH) e suas somatomedinas (IGF-1 e IGF-2), a prolactina e o lactogênio placentário. Esses hormônios atuam em conjunto para garantir que a glândula mamária alcance sua maturação completa, especialmente após a primeira lactação.

Lactogênese e Colostrogênese

A lactogênese é a fase de início da secreção de leite, enquanto a colostrogênese refere-se especificamente à produção de colostro. Essas fases ocorrem nas semanas finais da gestação e nos primeiros dias após o parto.Nesse período, ocorre uma importante alteração no perfil hormonal da vaca: há uma queda nos níveis de progesterona e um aumento nos níveis de estradiol. Essa mudança resulta na liberação de prolactina, hormônio fundamental para o início da produção de leite.O colostro, primeiro produto secretado pela glândula mamária, é rico em imunoglobulinas e outros componentes essenciais para a imunidade e nutrição do bezerro recém-nascido. A transição do colostro para o leite ocorre nos primeiros dias após o parto.

Galactopoiese

A galactopoiese é o processo de manutenção da produção de leite após seu estabelecimento. Para que a lactação seja mantida, é necessária a secreção contínua de diversos hormônios, incluindo:

•Prolactina: essencial para a síntese do leite•

Hormônio de crescimento (GH): estimula a produção de leite

•Glicocorticoides: auxiliam no metabolismo da glândula mamária

•Hormônios tireoidianos (T3 e T4): regulam o metabolismo geral

•Ocitocina: responsável pela ejeção do leite durante a ordenha

•Insulina: regula o metabolismo energético

•Paratormônio: regula o metabolismo do cálcio

A ordenha regular e completa é fundamental para a manutenção da lactação, pois estimula a liberação de ocitocina e prolactina, além de evitar o acúmulo de leite na glândula mamária, o que poderia inibir sua produção.

Simulação Hormonal na Indução à Lactação

Os protocolos de indução à lactação baseiam-se no conhecimento da fisiologia natural para simular artificialmente as alterações hormonais que ocorrem no final da gestação e início da lactação. O objetivo é mimetizar o perfil endócrino da vaca no periparto, estimulando o desenvolvimento da glândula mamária e a produção de leite sem a necessidade de uma gestação.Os primeiros estudos sobre indução à lactação, realizados na década de 1940, envolviam aplicações hormonais por até nove meses, tentando simular toda a gestação. Com o avanço do conhecimento, descobriu-se que apenas sete dias de aplicação de hormônios esteroides (estradiol e progesterona) eram suficientes para induzir as vacas a lactarem.Atualmente, os protocolos comerciais têm duração de aproximadamente 21 dias e utilizam combinações de hormônios que incluem:
•Estradiol e progesterona: simulam o ambiente hormonal da gestação

•Prostaglandina: auxilia no processo de indução

•Somatotropina bovina (BST): estimula a produção de leite

•Corticosteroides (dexametasona): simulam o estresse do parto e auxiliam no início da lactação

Esses hormônios, aplicados em sequência específica, conseguem induzir o desenvolvimento da glândula mamária e o início da produção de leite de forma semelhante ao processo natural, embora com algumas diferenças na composição inicial do leite e no volume produzido.

Protocolos de Indução à Lactação: Evolução e Métodos Atuais

Os protocolos de indução à lactação em bovinos evoluíram significativamente desde os primeiros estudos realizados na década de 1940. Inicialmente, as tentativas de induzir a lactação envolviam aplicações hormonais por períodos prolongados, chegando a nove meses, na tentativa de simular toda a gestação. Com o avanço das pesquisas, os protocolos foram se tornando mais eficientes e práticos, reduzindo o tempo de tratamento e melhorando as taxas de resposta.

Evolução Histórica dos Protocolos

Nos anos 1970, houve um avanço significativo quando se estabeleceu que apenas sete dias de aplicação de hormônios esteroides (estradiol e progesterona) eram suficientes para induzir as vacas a lactarem. Desde então, diversos protocolos utilizando progesterona e estradiol como base foram testados, aprimorando-se ao longo dos anos.Atualmente, os protocolos comerciais têm duração de aproximadamente 21 dias e utilizam aplicações de volumes maiores de hormônios em manejos diários. Embora esses protocolos apresentem boa taxa de resposta e produção de leite satisfatória, ainda existem desafios relacionados ao conforto dos animais durante o tratamento e à variabilidade na resposta individual.

Protocolo Convencional de Indução à Lactação

O protocolo convencional de indução à lactação, amplamente utilizado no Brasil, segue uma sequência específica de aplicações hormonais ao longo de 21 dias, dividido em fases distintas:


1ª Fase (Dia 1 ao Dia 8):

•Aplicação diária de Benzoato de Estradiol

•Aplicação diária de Progesterona

•Aplicação de Somatotropina Bovina (BST) no dia 1

2ª Fase (Dia 9 ao Dia 15):

•Aplicação diária de Benzoato de Estradiol

•Aplicação de Somatotropina Bovina (BST) no dia 15

3ª Fase (Dia 16):

•Aplicação de Prostaglandina (PGF2α)

4ª Fase (Dia 17):

•Sem aplicações hormonais

•Início da adaptação à ordenha

5ª Fase (Dia 18 ao Dia 20):

•Aplicação diária de Dexametasona (corticosteroide)

•Continuação da adaptação à ordenha

6ª Fase (A partir do Dia 21):

•Início da ordenha regular

•Aplicação de Somatotropina Bovina (BST) a cada 14 dias durante a lactação

Este protocolo tem demonstrado taxas de resposta de aproximadamente 85%, com as fêmeas produzindo em média 70% do volume de leite observado em lactações naturais anteriores.

Protocolo de Indução à Lactação 2.0

Recentemente, um novo protocolo denominado "Indução à Lactação 2.0" foi desenvolvido pela Ourofino Saúde Animal em parceria com universidades brasileiras. Este protocolo mantém a mesma eficiência do convencional, mas oferece maior praticidade e melhor bem-estar aos animais.As principais diferenças do Protocolo 2.0 em relação ao convencional são:

•Menor número de manejos e aplicações

•Redução no estresse dos animais

•Mesma taxa de resposta (aproximadamente 85%)

•Produção de leite equivalente ao protocolo convencional

Estudos comparativos entre os dois protocolos demonstraram que tanto a taxa de resposta quanto a produção de leite não diferiram significativamente, confirmando que o Protocolo 2.0 é uma alternativa viável e mais prática para os produtores.


Requisitos para o Sucesso do Protocolo


Para que os protocolos de indução à lactação tenham sucesso, alguns requisitos básicos devem ser observados na seleção e manejo dos animais:

Seleção dos Animais:

•Produtividade: priorizar animais de alto valor genético e produtivo

•Escore de condição corporal: ideal entre 3,0 e 4,0 (escala de 1 a 5)

•Sanidade: os animais devem estar saudáveis, sem problemas crônicos como mastite ou doenças de casco

•Número de lactações: considerar a ordem de parto na seleção

Manejo Pré-Indução:

•Período seco: os animais devem passar por um período seco completo

•Protocolo de secagem: aplicar o protocolo de secagem adequado

•Intervalo mínimo: iniciar o protocolo de indução apenas após 40 dias de período seco

Manejo Durante o Protocolo:

•Seguir rigorosamente os horários e doses das aplicações hormonais

•Realizar a adaptação à ordenha nos dias indicados

•Monitorar os animais quanto a possíveis reações adversas

Manejo Pós-Indução:

•Manter ordenha regular e completa

•Aplicar BST conforme recomendado durante a lactação

•Monitorar a produção e a qualidade do leite

•Incluir os animais em programas reprodutivos após o estabelecimento da lactação

Resultados Esperados com a Indução à Lactação

A implementação de protocolos de indução à lactação em bovinos representa um investimento que precisa ser cuidadosamente avaliado pelos produtores. Para tomar uma decisão informada, é fundamental compreender os resultados esperados e realizar uma análise detalhada de custo-benefício.

Taxa de Resposta e Produção de Leite

Os estudos e experiências práticas com protocolos de indução à lactação demonstram taxas de resposta bastante satisfatórias. De acordo com dados da Ourofino Saúde Animal, aproximadamente 85% das fêmeas submetidas ao protocolo respondem positivamente e iniciam uma nova lactação.

Esta taxa pode variar conforme alguns fatores:

•Grupo genético dos animais

•Ordem de parto

•Condição corporal

•Estado sanitário

•Manejo durante o protocolo

Pesquisas realizadas pela Fundação Roge indicaram que animais de primeira cria tiveram resposta superior às demais, enquanto animais de quatro crias responderam ao protocolo de forma mais variada.Em relação à produção de leite, os animais induzidos geralmente atingem entre 70% e 80% do volume observado em suas lactações naturais anteriores. Um estudo realizado nas fazendas do PDPL/PCEPL - UFV demonstrou uma lactação média, corrigida para 305 dias, de 7.284kg, com média de 23,88kg/dia, o que equivale a 94% da produção normal.É importante ressaltar que existe variabilidade individual na resposta produtiva. Alguns animais podem apresentar produção inferior à sua lactação natural, enquanto outros podem surpreender com produções superiores. No estudo da Fundação Roge, foram observados casos de animais que atingiram mais de 100% da produção de suas lactações naturais anteriores.

Retorno à Função Reprodutiva

Um benefício adicional dos protocolos de indução à lactação é o potencial retorno à função reprodutiva. Estudos indicam que aproximadamente 60% das matrizes submetidas à indução retornam à sua vida reprodutiva, tendo suas prenhezes confirmadas durante o período de lactação induzida.Este aspecto é particularmente importante, pois permite que animais anteriormente considerados inférteis tenham uma nova oportunidade de gestação, prolongando sua vida útil na propriedade e maximizando seu potencial genético.

Análise de Custo-Benefício da Indução à Lactação

Custos do Protocolo

O custo de implementação de um protocolo de indução à lactação varia entre R$300,00 e R$500,00 por animal, considerando os hormônios necessários (progesterona, estradiol, prostaglandina, dexametasona e BST). Este valor pode variar conforme a região e os preços dos insumos.

Comparação com Custos de Reposição

Para avaliar a viabilidade econômica da indução à lactação, é necessário comparar seu custo com a alternativa de descarte e reposição do animal. O custo de uma novilha de reposição de alta qualidade genética pode variar significativamente, mas geralmente representa um investimento muito superior ao custo do protocolo de indução.Além do valor direto da novilha, devem ser considerados:

•Tempo necessário para que a novilha atinja a produção equivalente à vaca descartada

•Riscos associados à adaptação do novo animal

•Perda do potencial genético da vaca descartada

•Custos indiretos de manejo e adaptação

Retorno sobre Investimento

O estudo realizado nas fazendas do PDPL/PCEPL - UFV avaliou o custo-benefício da indução, evidenciando resultados econômicos muito favoráveis. Para um investimento médio de R$341,00 por animal, obteve-se um retorno de R$4,79 para cada real investido, considerando uma margem líquida de R$1.527,30 por animal.

Este retorno pode variar conforme:

•Preço do leite recebido pela propriedade

•Produtividade do animal induzido

•Custos de produção da propriedade

•Duração da lactação induzida

Indicador de Eficiência Econômica

A Fundação Roge desenvolveu um indicador para demonstrar a eficiência econômica do protocolo por animal. Este indicador calcula o custo do protocolo por litro de leite produzido, dividindo o valor investido no protocolo pela produção total do animal em litros.Esta análise evidenciou que a indução se justifica economicamente principalmente em animais de maior produção. Matrizes que não respondem adequadamente ao protocolo podem gerar um custo elevado em relação ao custo do litro de leite, tornando o investimento menos atrativo.

Desafios e Limitações da Indução à Lactação

Embora a indução à lactação represente uma alternativa promissora para o aproveitamento de animais com problemas reprodutivos, é importante reconhecer que, como qualquer técnica, ela apresenta desafios e limitações que devem ser considerados pelos produtores antes de sua implementação.

Variabilidade na Resposta Individual

Um dos principais desafios da indução à lactação é a variabilidade na resposta individual dos animais ao protocolo. Mesmo seguindo rigorosamente todas as recomendações técnicas, alguns animais podem não responder conforme o esperado.

Fatores que influenciam esta variabilidade incluem:

•Genética: Animais de diferentes grupos genéticos podem apresentar respostas distintas aos protocolos hormonais.

•Histórico produtivo: A produção anterior do animal pode influenciar sua resposta à indução.

•Ordem de parto: Estudos indicam que animais de primeira cria podem responder de forma diferente de vacas mais velhas.

•Condição corporal: Animais com escore de condição corporal inadequado tendem a apresentar resposta inferior.

•Estado sanitário: Problemas de saúde, mesmo subclínicos, podem comprometer a resposta ao protocolo.


Esta variabilidade torna difícil prever com exatidão o resultado da indução em cada animal, o que pode impactar o planejamento e a viabilidade econômica da técnica em alguns casos.

Considerações sobre Bem-estar Animal e Qualidade do Leite

Os protocolos de indução à lactação envolvem múltiplas aplicações de hormônios e manejos frequentes, o que pode gerar estresse nos animais. Embora os protocolos mais modernos, como o Protocolo 2.0, busquem reduzir o número de manejos e melhorar o bem-estar animal, ainda existem preocupações relacionadas a:

•Estresse de manejo: As aplicações diárias podem causar estresse, especialmente em animais mais reativos.

•Reações locais: Alguns animais podem apresentar reações no local das aplicações.

•Desconforto: A adaptação à ordenha sem a presença de um bezerro pode gerar desconforto inicial em alguns animais.

Outro aspecto importante a ser considerado é a qualidade do leite produzido por animais submetidos à indução à lactação. Estudos indicam que pode haver diferenças na composição do leite, especialmente nos primeiros dias após o início da lactação.Algumas considerações sobre a qualidade do leite incluem:

•Composição inicial: O leite produzido nos primeiros dias pode apresentar composição diferente do leite de animais em lactação natural, com alterações nos teores de gordura, proteína e sólidos totais.

•Estabilização: A composição tende a se normalizar após algumas semanas de lactação.

•Contagem de células somáticas: Alguns estudos sugerem que pode haver aumento na CCS em animais induzidos, embora isso não seja uma regra.

É recomendável que o leite dos primeiros dias após a indução seja descartado ou destinado a outros fins que não o consumo humano direto, seguindo as mesmas recomendações aplicadas ao colostro e leite de transição de vacas paridas naturalmente.

Aspectos Regulatórios e Resíduos Hormonais

A utilização de hormônios nos protocolos de indução à lactação levanta questões relacionadas a possíveis resíduos no leite e aspectos regulatórios:

•Regulamentação: Os produtores devem estar atentos às regulamentações locais sobre o uso de hormônios em animais de produção e possíveis restrições específicas para animais submetidos à indução à lactação.

•Monitoramento: É recomendável realizar monitoramento periódico da qualidade do leite, incluindo análises de resíduos quando possível.Estudos têm sido realizados para investigar a presença de resíduos hormonais exógenos no leite de vacas submetidas ao protocolo de lactação induzida, buscando estabelecer parâmetros seguros para o consumo.

Recomendações Práticas para Produtores

Com base nas informações apresentadas, podemos oferecer algumas recomendações práticas para produtores que desejam implementar protocolos de indução à lactação em suas propriedades:

1. Seleção Criteriosa dos Animais

•Priorize animais de alto valor genético e produtivo

•Selecione vacas com histórico de boa produção em lactações anteriores

•Verifique o escore de condição corporal (ideal entre 3,0 e 4,0)

•Certifique-se de que os animais estão saudáveis, sem problemas crônicos

•Considere a ordem de parto e o histórico reprodutivo

2. Planejamento e Preparação

•Calcule previamente os custos e o potencial retorno econômico

•Adquira todos os hormônios necessários antes de iniciar o protocolo

•Prepare as instalações para facilitar o manejo durante o tratamento

•Treine a equipe responsável pela aplicação dos hormônios e manejo dos animais

•Estabeleça um cronograma detalhado das aplicações e manejos

3. Execução do Protocolo

•Siga rigorosamente as doses e horários recomendados

•Mantenha registros detalhados de todas as aplicações e observações

•Realize a adaptação à ordenha conforme indicado no protocolo

•Monitore constantemente os animais quanto a possíveis reações adversas

•Conte com acompanhamento veterinário durante todo o processo

4. Manejo Pós-Indução

•Mantenha ordenha regular e completa

•Aplique BST conforme recomendado durante a lactação

•Monitore a produção e a qualidade do leite

•Respeite o período de carência dos hormônios utilizados

•Inclua os animais em programas reprodutivos após o estabelecimento da lactação

5. Avaliação Contínua

•Registre e analise os resultados obtidos com cada animal

•Compare a produção na lactação induzida com lactações naturais anteriores

•Calcule o retorno econômico real obtido

•Identifique fatores que possam ter influenciado positiva ou negativamente os resultados

•Utilize as informações para aprimorar futuras aplicações da técnica

Conclusão

A indução à lactação em bovinos representa uma ferramenta valiosa para o manejo reprodutivo e produtivo de rebanhos leiteiros, especialmente quando se trata de aproveitar o potencial de animais de alto valor genético que apresentam problemas reprodutivos. Ao longo deste artigo, exploramos os diversos aspectos desta técnica, desde seus fundamentos fisiológicos até sua aplicação prática e análise econômica.A indução à lactação baseia-se no conhecimento da fisiologia da glândula mamária e dos mecanismos hormonais que controlam o desenvolvimento mamário e a produção de leite. Através da aplicação sequencial de hormônios como estradiol, progesterona, prostaglandina, somatotropina e corticosteroides, é possível mimetizar as alterações hormonais que ocorrem naturalmente no final da gestação e início da lactação, estimulando a produção de leite mesmo sem a ocorrência de uma gestação e parto.Os protocolos de indução evoluíram significativamente ao longo das décadas, tornando-se mais eficientes e práticos. Atualmente, os protocolos comerciais têm duração de aproximadamente 21 dias e apresentam taxas de resposta em torno de 85%, com produção de leite equivalente a 70-80% do potencial natural dos animais. Além disso, cerca de 60% das vacas submetidas à indução retornam à sua função reprodutiva, podendo estabelecer uma gestação durante a lactação induzida.A análise de custo-benefício demonstra que, quando aplicada em animais adequadamente selecionados, a indução à lactação pode proporcionar retorno econômico significativo, com estudos indicando retorno de até R$4,79 para cada real investido. Este resultado é particularmente relevante quando comparado aos custos e riscos associados ao descarte e reposição de animais de alto valor genético.No entanto, é importante reconhecer que a técnica apresenta desafios e limitações, como a variabilidade na resposta individual, considerações sobre bem-estar animal, questões relacionadas à qualidade do leite e aspectos regulatórios. Estes fatores devem ser cuidadosamente avaliados pelos produtores antes da implementação da técnica.Em um cenário de crescente pressão por eficiência produtiva e redução de custos, técnicas como a indução à lactação, que permitem aproveitar ao máximo o potencial genético dos rebanhos e reduzir o descarte involuntário de animais, ganham ainda mais relevância. Cabe aos produtores, técnicos e pesquisadores continuarem explorando e aprimorando esta alternativa, adaptando-a às diferentes realidades produtivas e maximizando seus benefícios.

Perguntas Frequentes (FAQ)

1. Qual é a taxa de sucesso da indução à lactação em bovinos?

Aproximadamente 85% das fêmeas submetidas ao protocolo respondem positivamente e iniciam uma nova lactação.

2. Quanto custa implementar um protocolo de indução à lactação?

O custo varia entre R$300,00 e R$500,00 por animal, considerando os hormônios necessários.

3. Qualquer vaca pode ser submetida ao protocolo de indução?

Não. É recomendável selecionar animais de alto valor genético e produtivo, com escore de condição corporal entre 3,0 e 4,0, saudáveis e sem problemas crônicos.

4. O leite produzido por vacas induzidas tem a mesma qualidade?

Pode haver diferenças na composição do leite, especialmente nos primeiros dias após o início da lactação. A composição tende a se normalizar após algumas semanas.

5. Quanto tempo dura a lactação induzida?

A duração da lactação induzida é semelhante à lactação natural, podendo ser mantida por aproximadamente 305 dias, dependendo da persistência de lactação do animal.

6. As vacas podem emprenhar durante a lactação induzida?

Sim. Estudos indicam que aproximadamente 60% das matrizes submetidas à indução retornam à sua função reprodutiva, tendo suas prenhezes confirmadas durante o período de lactação induzida.

7. Quais são os principais hormônios utilizados no protocolo?

Os principais hormônios utilizados são estradiol, progesterona, prostaglandina, somatotropina bovina (BST) e dexametasona (corticosteroide).

8. Existe período de carência para o leite após a indução?

Sim. É fundamental respeitar o período de carência dos hormônios utilizados, descartando o leite durante o tempo recomendado após as últimas aplicações.

Referências

1.PESTANO, H.S. et al. Indução artificial de lactação em bovinos: histórico e evolução. Rev. Bras. Reprod. Anim., Belo Horizonte, v.39, n.3, p.315-321, jul./set. 2015.

2.OUROFINO SAÚDE ANIMAL. Indução à lactação 2.0: coloque os números para trabalhar a seu favor ainda mais. Disponível em: https://www.ourofinosaudeanimal.com/ourofinoemcampo/categoria/artigos/inducao-lactacao-20-novo-protocolo-da-ourofino-tra/

3.FUNDAÇÃO ROGE. Protocolo de Indução à Lactação: custo benefício em vacas leiteiras. Disponível em: https://www.fundacaoroge.org.br/blog/protocolo-de-inducao-a-lactacao-custo-beneficio-em-vacas-leiteiras

4.ESCOLA GADO DE LEITE. Indução à lactação – compreenda a teoria e custo-benefício. Disponível em: https://www.escolagadodeleite.com.br/inducao-a-lactacao/

5.MELLADO, M. et al. Milk production and reproductive performance of cows induced into lactation and treated with bovine somatotropin. Anim Sci, v.82, p.555-559, 2006.

6.TUCKER, H. Hormones, mammary growth, and lactation: a 41-year perspective. J Dairy Sci, v.83, p.874-884, 2000.

7.HENRIQUE, O. INDUÇÃO DE LACTAÇÃO: uma alternativa viável. PDPL/PCEPL – UFV.






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Suplementação Pré-Parto: Ração Correta para Suas Vacas Produzirem Mais

 




Suplementação Pré-Parto: Ração Correta para Suas Vacas Produzirem Mais

No período pré-parto, a nutrição das vacas é determinante para o sucesso da lactação, saúde do bezerro e produtividade do rebanho. Uma dieta balanceada nesta fase prepara o organismo da vaca para as exigências do parto e da produção de leite, reduzindo riscos de doenças metabólicas como cetose e hipocalcemia.

Pensando nisso, vamos apresentar uma sugestão prática de formulação de ração pré-parto, desenvolvida para fornecer 3 kg por animal por dia, garantindo equilíbrio nutricional e segurança alimentar.

Composição da Ração Pré-Parto (Para Cada 1000 kg de Mistura)

  • 730 kg de milho moído
    Fonte de energia de alta digestibilidade, essencial para manter a condição corporal da vaca sem excessos que possam prejudicar o parto.

  • 10 kg de Optigen [compre aqui]
    Fonte de nitrogênio não proteico de liberação controlada, que melhora a eficiência da fermentação ruminal e contribui para o aporte proteico.

  • 10 kg de ureia
    Também fonte de nitrogênio não proteico, usada com cuidado para potencializar a produção de proteína microbiana no rúmen.

  • 150 kg de farelo de soja
    Fonte de proteína de alta qualidade, fundamental para o desenvolvimento fetal e para a preparação da glândula mamária.

  • 100 kg de núcleo pré-parto
    Suplemento mineral específico para vacas em transição, fornecendo minerais como cálcio, fósforo e magnésio, vitais para prevenir distúrbios metabólicos.

  • 6 kg de Milk Sacc
    Provável fonte de leveduras vivas ou probióticos, que auxiliam na saúde ruminal e melhoram a digestibilidade da dieta.



Como Oferecer

Cada animal deve receber 3 kg da mistura por dia durante o período de pré-parto (geralmente de 21 a 30 dias antes do parto). Esta estratégia ajuda a preparar o sistema digestivo para a ração de lactação e reduz o risco de complicações no pós-parto.

Dicas Importantes:

  • Adaptação gradual: Se a vaca não estava recebendo concentrado, comece oferecendo pequenas quantidades e aumente até atingir os 3 kg.
  • Água fresca e de qualidade: Fundamental para o bom consumo de ração e funcionamento do metabolismo.
  • Observação diária: Monitore o escore corporal das vacas. Animais muito magros ou gordos têm maior risco de problemas no parto.

Conclusão

A nutrição no pré-parto é um investimento no sucesso da lactação e na saúde da sua vacada. Esta formulação é uma base segura e eficiente, mas sempre recomendamos o acompanhamento de um técnico ou zootecnista para ajustes específicos à sua fazenda.

Quer mais dicas práticas para cuidar do seu rebanho? Continue acompanhando o Vacada Boa!



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O que o pequeno produtor de leite está comprando em 2025?

 



O que o pequeno produtor de leite está comprando em 2025?

Com os custos subindo e o mercado cada vez mais exigente, o pequeno produtor de leite está mostrando que sabe se adaptar. Em 2025, as compras e investimentos estão mais estratégicos, sempre com foco em produtividade, economia e sustentabilidade.


Confira o que está em alta nas propriedades leiteiras de menor porte:

1. Capins de Alto Rendimento

O produtor está investindo em forragens como Tifton, Capiaçu e Mombaça, buscando maior volume e qualidade no pasto e na silagem. Produzir o próprio volumoso virou prioridade para cortar custos com ração.

2. Equipamentos Simples que Facilitam o Dia a Dia

Itens como ordenhadeiras mecânicas, resfriadores de pequeno porte, cercas elétricas e até kits de energia solar rural estão entre os mais procurados. Tudo que melhora a rotina sem estourar o orçamento entra na lista.

3. Genética na Medida Certa

Mesmo com orçamento apertado, o produtor está investindo em genética. A compra de sêmen de raças rústicas e produtivas, como Girolando e Jersey, cresce com apoio de programas de IA de cooperativas e assistência técnica.

4. Capacitação e Gestão

Quem quer se manter no leite sabe que conhecimento virou ferramenta de trabalho. O pequeno produtor está fazendo cursos, participando de dias de campo e aprendendo a usar planilhas e aplicativos simples para organizar os custos.

5. Sustentabilidade no Manejo

Boas práticas estão cada vez mais presentes: compostagem, biofertilizantes, rotação de pasto e até sombreamento com árvores já fazem parte da realidade de muita gente. Produzir mais, respeitando a terra, virou compromisso.


O leite do futuro também vem da pequena propriedade.
Com criatividade, união e técnica, o pequeno produtor está garantindo o seu espaço no mercado.



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O Segredo dos Campeões: Como o Capim Certo Pode Dobrar a Produção

 




O Segredo dos Campeões: Como o Capim Certo Pode Dobrar a Produção de Leite e Carne na Sua Fazenda

Quando o assunto é ganhar dinheiro no campo, o capim que você escolhe faz toda a diferença. E se eu te dissesse que tem uma variedade que está revolucionando as pastagens no Brasil, trazendo mais produtividade e lucro para quem aposta nela?

Por que o Capim é a Base do Sucesso na Pecuária

Muito produtor ainda subestima o poder de uma pastagem de qualidade. O capim é o alimento principal do rebanho e influencia diretamente:

  • No ganho de peso dos animais
  • Na produção de leite
  • Na sanidade do rebanho
  • E principalmente: no custo de produção

Capim ruim = prejuízo certo. Já uma variedade de alta performance muda o jogo.

Conheça o Capim BRS Capiaçu: A Máquina Verde da Produtividade

Desenvolvido pela Embrapa, o BRS Capiaçu virou o queridinho dos pecuaristas por um motivo simples: ele entrega resultado. Veja só os diferenciais:

  • Altíssima produção de massa verde (mais de 100 toneladas por hectare/ano)
  • Excelente valor nutritivo
  • Ideal para silagem de qualidade
  • Corte a cada 60-70 dias
  • Grande aceitação pelos animais

Em comparação com outros capins, o Capiaçu se destaca como um verdadeiro trator da nutrição animal.

Como o BRS Capiaçu Pode Aumentar Seus Lucros



Um pasto bem manejado com Capiaçu permite:

  • Redução no custo com ração
  • Maior ganho de arrobas por hectare
  • Mais leite com menos investimento
  • Produção de silagem estratégica para épocas secas

Ou seja: menos gasto, mais produção. Quem não quer?

Onde e Como Plantar o Capiaçu para ter Resultados Rápidos

Quer aproveitar o máximo dessa variedade? Preste atenção:

  • Escolha áreas com boa drenagem
  • Corrija o solo com base em análise
  • Use mudas de qualidade certificadas
  • Irrigue nas primeiras semanas se possível
  • Faça cortes no ponto ideal para garantir rebrota vigorosa

Agora vem a parte mais importante…


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