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Girolando.

 




Girolando: O Que É, Quais as Categorias e Por Que Investir na Raça

Entenda por que o Girolando é a escolha número um para quem está começando na pecuária leiteira no Brasil e no mundo

Se você está começando na pecuária leiteira e quer investir em um rebanho produtivo, adaptado ao clima tropical e com excelente retorno, precisa conhecer o gado Girolando. A raça tem crescido de forma acelerada nos últimos anos, sendo responsável por cerca de 80% do leite produzido no Brasil.

Neste artigo, você vai entender:

  • O que é o Girolando
  • Quais são suas categorias genéticas (CCG)
  • As vantagens da raça para pequenos e grandes produtores
  • E por que ela é uma das mais promissoras do mercado leiteiro

O Que É o Girolando

O Girolando é o resultado do cruzamento entre as raças Gir (raça zebuína rústica e adaptada ao calor) e Holandesa (raça europeia com alta produção de leite). O objetivo desse cruzamento é unir produção leiteira elevada com resistência ao clima tropical.

O resultado? Um animal altamente produtivo, fértil, com excelente adaptabilidade e longevidade no rebanho.

Categorias do Girolando (CCG)

A sigla CCG significa Composição Genética Controlada, e define o percentual de sangue das duas raças no animal. As principais categorias são:

  • 1/4 Holandês + 3/4 Gir (CCG 1/4)
  • 1/2 Holandês + 1/2 Gir (CCG 1/2)
  • 3/4 Holandês + 1/4 Gir (CCG 3/4)
  • 5/8 Holandês + 3/8 Gir (CCG 5/8)
  • 7/8 Holandês + 1/8 Gir (CCG 7/8)
  • Puro Sintético (PC): composição estabilizada em 5/8 Holandês e 3/8 Gir, considerada ideal para produção e rusticidade

Cada categoria tem indicações específicas, e a escolha depende do objetivo do criador: maior rusticidade, produtividade ou equilíbrio entre ambos.

Por Que Investir na Raça Girolando

Veja os principais motivos para apostar no Girolando:

  • Alta produção de leite mesmo em sistemas a pasto
  • Resistência ao calor, parasitas e doenças tropicais
  • Boa conversão alimentar e adaptabilidade
  • Facilidade de parto e fertilidade precoce
  • Demanda crescente em leilões e valorização genética

Além disso, o Girolando é uma raça reconhecida oficialmente, com controle genealógico rigoroso, o que facilita o comércio, a exportação e a melhoria genética contínua.

Conclusão

Se você está iniciando na pecuária leiteira e quer começar com o pé direito, o Girolando é uma escolha segura, rentável e adaptada à realidade do campo. Escolher bons animais e investir em manejo e alimentação de qualidade — como uma pastagem bem formada com Tifton, por exemplo — pode acelerar os resultados e garantir uma produção de leite lucrativa.



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Peggy FIV Humblenkind Bate Recorde em Leilão de Girolando e Valoriza CCG 1/2 em 2025


 


Peggy FIV Humblenkind Bate Recorde em Leilão de Girolando e Valoriza CCG 1/2 em 2025

Maior valorização do ano para vaca CCG 1/2 confirma ascensão da genética Girolando no Brasil

A raça Girolando segue em alta no mercado leiteiro brasileiro, e os leilões em 2025 têm refletido esse bom momento com médias expressivas e animais de genética consagrada. O grande destaque do mês de março foi a vaca Peggy FIV Humblenkind, da categoria CCG 1/2 Girolando, que se tornou o animal mais valorizado da categoria em 2025.

Durante o Leilão Seleção Pavana, realizado em Perdizes/MG no dia 29 de março, 66,66% da posse da fêmea Peggy foram arrematados por R$120 mil, o que projeta uma valorização total de R$180 mil. Trata-se do maior valor já registrado este ano para uma vaca Girolando CCG 1/2, consolidando o nome de Peggy como referência nacional em qualidade genética e desempenho.

Campeã de Pista e Destaque na Expo Rio Preto

Além do desempenho comercial, Peggy FIV Humblenkind tem impressionado nas pistas. Na última edição da Expo Rio Preto, ela foi premiada como:

  • Melhor Úbere Jovem
  • Melhor Vaca Jovem
  • Grande Campeã

Essas conquistas reforçam seu potencial como matriz de destaque na pecuária leiteira e impulsionam ainda mais a valorização de sua genética.

Fazenda Pavana e a Força da Genética Nacional

O evento foi promovido pela Fazenda Pavana, criatório associado à Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, que vem se destacando no cenário nacional com investimentos consistentes em melhoramento genético, manejo e seleção criteriosa.

Esse resultado mostra que a genética Girolando CCG 1/2 está em evidência, com alta procura nos leilões e resultados expressivos tanto em pista quanto na produção leiteira.



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Pastagem de Ouro

 


Pastagem de Ouro: Como o Capim Tifton Pode Dobrar a Produção da Sua Fazenda

Se você lida com gado de corte ou leite, sabe que a pastagem é o coração da produção. Mas e se fosse possível transformar esse coração em um motor de alta performance? O capim Tifton é uma das opções mais poderosas quando se trata de produtividade, qualidade nutricional e durabilidade. Neste artigo, você vai entender por que o Tifton pode ser a virada de chave que sua propriedade precisa.

Capim Tifton: O Escolhido dos Produtores que Não Brincam em Serviço

Tifton é o nome comercial de híbridos desenvolvidos para alta performance em pastejo, corte e fenação. Entre eles, o Tifton 85 se destaca por sua alta produtividade, valor nutricional e resistência. Ele é resultado do cruzamento entre Cynodon dactylon e Cynodon nlemfuensis, selecionado para entregar o máximo em condições tropicais.

Mais Forragem, Menos Desperdício: Produção por Hectare Impressiona

Em média, o Tifton pode produzir entre 20 a 30 toneladas de matéria seca por hectare/ano, superando com folga muitas gramíneas tradicionais. Isso representa mais alimento disponível por área, redução de custos com ração e uma eficiência muito maior no sistema de produção.

Nutrição de Alta Performance: Proteína e Digestibilidade em Alta

O Tifton tem um teor de proteína bruta que varia de 12% a 17%, dependendo do manejo. Além disso, apresenta boa digestibilidade e alta palatabilidade, o que faz com que o gado aproveite melhor os nutrientes, ganhe peso mais rápido e tenha melhor desempenho geral.

Durabilidade Que Gera Economia: Pastagem Para Muitos Anos

Um ponto forte do Tifton é sua persistência. Com manejo adequado, ele pode produzir bem por muitos anos, resistindo ao pisoteio intenso e rebrota rápida após o pastejo ou corte. Isso evita gastos constantes com reforma de pasto e garante um retorno sustentável ao longo do tempo.

Manejo Eficiente: Como Tirar o Máximo Proveito do Seu Tifton

  • Correção de solo: Faça análise de solo antes do plantio e corrija com calagem e adubação conforme recomendado.
  • Irrigação: Se possível, utilize irrigação nos períodos mais secos para manter a produtividade.
  • Pastejo rotacionado: Ajuda na rebrota e evita o superpastejo.
  • Altura de manejo: Comece o pastejo com cerca de 30-40 cm de altura e retire os animais aos 15-20 cm para preservar o vigor da planta.

Se você está pensando em melhorar sua pastagem, o Tifton é uma aposta segura. Produtividade, nutrição e resistência em uma só planta — o tipo de investimento que rende em arrobas, litros e lucros.




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Jersolando

 



Jersolando: A Raça de Gado que Une o Melhor do Holandês e do Jersey

Se você é produtor rural e busca um gado leiteiro que combine alta produção, rusticidade e excelente qualidade de leite, precisa conhecer o Jersolando, uma raça que está ganhando cada vez mais espaço nas fazendas brasileiras. Mas o que é o Jersolando? Quais são suas vantagens? E por que ele pode ser a escolha ideal para o seu sistema de produção? O Vaca da Boa explica tudo!

O Que É o Gado Jersolando?

O Jersolando é resultado do cruzamento entre duas das raças leiteiras mais renomadas do mundo: o Holandês (conhecido pela alta produtividade) e o Jersey (famoso pela qualidade do leite e rusticidade). Essa combinação estratégica dá origem a um animal equilibrado, com excelente desempenho tanto em volume quanto em qualidade do leite.

Por Que Optar Pelo Jersolando?

1. Alta Produção de Leite

O sangue holandês garante ao Jersolando uma produção de leite expressiva, ideal para sistemas intensivos ou semi-intensivos. Apesar de não atingir os picos do holandês puro, sua produção é bastante superior à de outras raças rústicas.

2. Leite com Alto Teor de Sólidos

Graças à genética Jersey, o leite do Jersolando apresenta altos teores de gordura e proteína, sendo excelente para fabricação de queijos, manteigas e outros derivados lácteos. Isso significa mais valorização do leite no mercado.

3. Maior Rusticidade

O Jersolando é mais resistente ao calor, parasitas e doenças comuns em climas tropicais. Isso o torna ideal para o Brasil, especialmente para regiões com temperaturas elevadas e pastagens menos manejadas.

4. Eficiência Alimentar

Comparado ao holandês puro, o Jersolando consome menos alimento por litro de leite produzido, o que se traduz em maior eficiência econômica para o produtor.

5. Facilidade de Manejo

É um animal dócil, de médio porte, fácil de manejar e com alta taxa de fertilidade. A adaptação a diferentes sistemas de produção (do pasto ao confinamento) é outro ponto forte.

Qual o Melhor Grau de Sangue?

Uma das grandes vantagens do Jersolando é a flexibilidade genética. Muitos produtores optam por animais com 3/4 Holandês e 1/4 Jersey, buscando o equilíbrio entre produção e rusticidade. Outros preferem o meio-sangue (50/50), que também apresenta ótimo desempenho. O ideal é definir o grau de sangue com base nas condições da sua propriedade e objetivos produtivos.

Conclusão

Se você busca um gado leiteiro versátil, produtivo, adaptado ao clima tropical e com leite valorizado no mercado, o Jersolando é uma escolha estratégica. A cruza entre Holandês e Jersey não é apenas uma mistura genética — é uma fórmula de sucesso para a pecuária leiteira moderna.

Quer saber mais sobre raças leiteiras e como melhorar sua produção? Continue acompanhando o Vacada boa  — onde o campo e o conhecimento andam juntos.



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Protocolo de Manejo Simples e Eficaz




Como Eliminar Carrapatos em Vacas Leiteiras com um Protocolo de Manejo Simples e Eficaz

Os carrapatos são um dos maiores inimigos da produtividade leiteira. Eles causam estresse, transmitem doenças e reduzem a produção de leite. Mas a boa notícia é: você pode acabar com eles de forma simples, prática e sem gastar fortunas!

Veja abaixo um protocolo de manejo testado no campo que tem dado resultado de verdade.

O Que os Carrapatos Estão Causando no Seu Rebanho (e Você Nem Imagina)

Além das feridas visíveis e incômodos nos animais, os carrapatos:

  • Transmitem doenças como Tristeza Parasitária Bovina (TPB);
  • Causam anemia, enfraquecendo as vacas;
  • Diminui o ganho de peso e a produção de leite;
  • Podem afetar a fertilidade do rebanho.

Ou seja: se você não agir, o prejuízo é certo.

O Protocolo Simples que Funciona: Chega de Complicação!

1. Identifique os Animais Mais Atacados

Comece avaliando o rebanho. Normalmente, 10 a 20% dos animais concentram a maioria dos carrapatos. Eles são os “índices de infestação”.

Dica prática: Separe esses animais para tratamento mais intensivo.

2. Rotacione Produtos Carrapaticidas (e Evite Resistência!)

Não use o mesmo produto o ano todo! O carrapato cria resistência. Faça um rodízio trimestral com:

  • Piretróides (ótimos no verão);
  • Amidinas (eficazes em climas úmidos);
  • Organofosforados (uso com cautela);
  • Produtos injetáveis como ivermectina (atenção ao período de carência no leite).

3. Manejo Estratégico com Banho de Imersão ou Pulverização

Realize os banhos ou pulverizações de forma correta:

  • Sempre pela manhã ou fim da tarde;
  • Faça no curral ou tronco de contenção;
  • Não molhe apenas por cima — o produto precisa atingir a pele.

Dica bônus: Use escovas rotativas ou pás para auxiliar a limpeza e remover ovos.

4. Mantenha a Pastagem Limpa e Rotacionada

O carrapato vive também no ambiente. Por isso:

  • Evite superlotação de animais;
  • Faça rotação de pastagem;
  • Mantenha o pasto aparado.

Essa prática simples quebra o ciclo do carrapato.

5. Aposte em Controle Biológico e Natural

Alguns criadores têm usado:

  • Cogumelo Metarhizium anisopliae, que infecta o carrapato;
  • Aves como galinhas d'angola no pasto (são predadoras naturais);
  • Óleos essenciais (citronela, neem) como repelentes naturais.

São alternativas sustentáveis que reforçam o controle químico.

Resultados Visíveis em Poucas Semanas (Se Feito do Jeito Certo!)

Com esse protocolo simples, os resultados começam a aparecer em 2 a 3 semanas:

  • Menos carrapatos visíveis;
  • Vacas mais tranquilas e produtivas;
  • Menor uso de medicamentos curativos.

E o melhor: com baixo custo e impacto ambiental mínimo.

Conclusão: Seu Rebanho Merece um Manejo Inteligente e Eficaz

Você não precisa complicar para vencer os carrapatos. Um protocolo simples, bem executado e contínuo, transforma a saúde do seu rebanho e aumenta sua produção de leite com qualidade.

Gostou do conteúdo? Compartilhe com outros produtores e deixe um comentário com sua experiência!
A vacada agradece — e o bolso também.



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Carrapatos Nunca Mais: O Segredo para Vacas de Leite Saudáveis e Produzindo no Máximo



"Carrapatos Nunca Mais: O Segredo para Vacas de Leite Saudáveis e Produzindo no Máximo"

Os carrapatos são um dos maiores inimigos da produtividade no gado leiteiro. Além de comprometerem a saúde dos animais, eles derrubam a produção de leite, afetam a fertilidade e ainda podem transmitir doenças sérias. Mas a boa notícia é que dá pra virar esse jogo — e sem prejudicar a ordenha. Quer saber como? Vem comigo!

O Impacto Silencioso dos Carrapatos nas Vacas de Leite

Muita gente subestima o prejuízo que esses parasitas causam. Só que um rebanho infestado por carrapatos pode ter:

  • Queda drástica na produção de leite
  • Perda de peso e apatia nos animais
  • Maior risco de doenças como a Tristeza Parasitária Bovina
  • Aumento nos custos com tratamentos emergenciais

Carrapato não é só incômodo: é prejuízo no bolso do produtor.

5 Sinais de Que Seu Rebanho Está Sofrendo com Carrapatos

Fique atento aos sintomas mais comuns:

  1. Vacas coçando intensamente ou com feridas na pele
  2. Presença de carrapatos visíveis no úbere e nas orelhas
  3. Redução no consumo de alimento
  4. Queda na produção leiteira
  5. Anemia e mucosas pálidas

Se você identificou dois ou mais desses sinais, é hora de agir.

Por Que Muitos Produtos Não Funcionam no Gado Leiteiro

O problema de vários carrapaticidas é a carência — aquele tempo obrigatório entre o uso do produto e o consumo do leite. Isso significa que, mesmo tratando, você tem que descartar litros e litros de leite. E leite jogado fora é dinheiro perdido.

A Solução: Carrapaticida com Carência Zero para Vacas de Leite

Imagine resolver o problema dos carrapatos sem parar a ordenha e sem jogar uma gota de leite fora. Isso já é realidade com o carrapaticida de carência zero, ideal para vacas em lactação.

  • Elimina carrapatos com alta eficácia
  • Pode ser usado sem interromper a produção
  • Seguro para o animal e para o produtor
  • Resultado visível em poucos dias

Aumente Sua Produção e Proteja Seu Rebanho Sem Jogar Leite Fora

Chega de prejuízo e sofrimento no seu rebanho. O carrapaticida de carência zero é a virada que seu sítio precisa para elevar a produtividade e manter as vacas saudáveis o ano todo.


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7 Práticas de Ordenha Que Toda Fazenda Deve Adotar




Leite de Alta Qualidade: 7 Práticas de Ordenha Que Toda Fazenda Deve Adotar

A produção de leite de qualidade começa muito antes do caminhão de coleta chegar. Ela nasce no cuidado diário com as vacas e, principalmente, nas boas práticas durante a ordenha. Neste artigo, você vai descobrir os segredos que transformam o leite comum em um produto de excelência — valorizado pela indústria e mais lucrativo para sua fazenda.

1. Comece com o básico: higiene impecável é obrigação, não opção

A limpeza da sala de ordenha, dos utensílios e, claro, das tetas da vaca, é o primeiro passo para evitar a contaminação do leite. Utilize toalhas descartáveis ou panos individuais, água morna e soluções pré-dipping para remover sujeiras e reduzir a carga bacteriana.

2. Pré-dipping e pós-dipping: os aliados invisíveis da qualidade

Aplicar soluções desinfetantes antes e depois da ordenha reduz drasticamente os riscos de mastite e melhora a contagem de células somáticas (CCS). Isso impacta diretamente na qualidade e no valor do leite entregue.

3. Identifique e isole vacas com mastite: cada gota conta

O uso do teste da caneca telada ou do CMT (California Mastitis Test) ajuda a detectar casos subclínicos. Ao identificar vacas com mastite, isole o leite contaminado para evitar que ele comprometa todo o tanque.

4. Mantenha o equipamento de ordenha bem regulado e calibrado

Ordenhadeiras mal reguladas causam lesões nos tetos, aumentando a chance de infecções. Faça manutenção preventiva e verifique regularmente o vácuo, pulsadores e mangueiras.

5. Tempo é dinheiro, mas pressa é prejuízo na ordenha

Ordenhar de forma calma e com ritmo constante evita o estresse das vacas, o que interfere na liberação de ocitocina — hormônio essencial para uma ordenha eficiente. Vacas calmas, leite melhor.

6. Invista na capacitação da equipe: quem ordenha, entrega qualidade

Funcionários bem treinados sabem identificar sinais de problemas, manusear os equipamentos corretamente e seguir o protocolo de higiene à risca. Ofereça treinamentos e acompanhe de perto a rotina.

7. Resfriamento imediato: o segredo que muitos esquecem

Após a ordenha, o leite deve ser resfriado rapidamente a 4°C para inibir o crescimento de bactérias. Um sistema de resfriamento eficiente é essencial para manter o padrão de qualidade até a coleta.


Conclusão:
O leite de qualidade não nasce por acaso. Ele é o reflexo direto da dedicação e das boas práticas aplicadas todos os dias na sua fazenda. Ao seguir essas orientações, você não só melhora a saúde do rebanho, como também garante um produto valorizado e competitivo no mercado. Porque na ordenha, cada detalhe conta.


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