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Guzerá

 




Raça Guzerá: Rusticidade, Dupla Aptidão e Força no Campo

A raça Guzerá é uma das mais tradicionais e valorizadas no Brasil, conhecida por sua resistência, fertilidade e dupla aptidão — produzindo tanto carne quanto leite de qualidade. Com origem indiana, o Guzerá conquistou pecuaristas em todo o país por sua capacidade de adaptação e excelente desempenho em condições tropicais.


Origem da Raça Guzerá

O Guzerá tem origem na região de Gujarat, na Índia. Chegou ao Brasil no final do século XIX e rapidamente se destacou entre as raças zebuínas pela rusticidade e boa produção leiteira.
O cruzamento com raças europeias e outras zebuínas ajudou a consolidar sua genética e aprimorar suas características produtivas.


Principais Características do Guzerá

Rusticidade e Adaptação

A raça Guzerá é extremamente rústica. Suporta bem altas temperaturas, escassez de pasto e ambientes com parasitas — condições comuns em muitas regiões do Brasil. Essa resistência natural reduz custos com manejo e medicamentos.

Dupla Aptidão: Leite e Carne

Um dos grandes diferenciais do Guzerá é sua dupla aptidão.

  • As fêmeas Guzerá têm boa produção de leite, com sólidos ideais para derivados como queijos e iogurtes.
  • Os machos Guzerá apresentam excelente ganho de peso e rendimento de carcaça, garantindo lucratividade tanto na pecuária leiteira quanto na de corte.

Longevidade e Fertilidade

Além de rústico, o Guzerá é longevo e fértil. Vacas Guzerá permanecem produtivas por muitos anos, e os touros têm alta capacidade reprodutiva, transmitindo vigor e rusticidade às crias.


Guzerá na Pecuária Brasileira

O Guzerá desempenha papel importante no melhoramento genético de outras raças, especialmente no cruzamento com o Holandês e o Gir, formando o Girolando, uma das principais raças leiteiras do Brasil.
Além disso, o Guzerá é muito valorizado em programas de seleção e leilões de elite por sua beleza funcional e genética equilibrada.


Vantagens de Criar Guzerá

  • Alta resistência a doenças e parasitas
  • Adaptabilidade a regiões quentes e secas
  • Boa conversão alimentar
  • Fertilidade elevada
  • Produção equilibrada de leite e carne
  • Ótima opção para cruzamentos

Dicas para Criar Guzerá com Sucesso

  1. Escolha de genética comprovada: invista em touros e matrizes de linhagens produtivas.
  2. Manejo nutricional balanceado: mesmo sendo rústico, o Guzerá responde bem a uma alimentação de qualidade.
  3. Controle sanitário: mantenha vacinas e vermifugações em dia.
  4. Acompanhamento zootécnico: registre dados de produção para identificar os melhores animais.

FAQ – Perguntas Frequentes sobre a Raça Guzerá

O Guzerá é bom para produção de leite?

Sim. As vacas Guzerá produzem leite de alta qualidade, com bom teor de gordura e proteína, sendo muito usadas em cruzamentos para melhorar o desempenho leiteiro de outras raças.

O Guzerá é indicado para regiões quentes?

Sim. É uma das raças mais resistentes ao calor e à escassez de pasto, ideal para regiões semiáridas e tropicais.

O Guzerá é uma raça de corte ou leite?

É uma raça de dupla aptidão, ou seja, serve tanto para produção de carne quanto de leite.

O Guzerá é bom para cruzamento?

Excelente. Seu uso em cruzamentos aumenta a rusticidade, fertilidade e longevidade do rebanho, além de melhorar o desempenho produtivo.

Qual é o temperamento do Guzerá?

O Guzerá é conhecido por ter temperamento dócil e equilibrado, o que facilita o manejo, inclusive em sistemas de ordenha.


Conclusão

A raça Guzerá é uma verdadeira joia da pecuária brasileira. Com rusticidade, fertilidade e dupla aptidão, ela representa produtividade e rentabilidade para o produtor rural.
Seja no leite, na carne ou no cruzamento, o Guzerá é sinônimo de eficiência e resistência no campo.




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Cura de umbigo

 Iodo 10%: o segredo para uma cura de umbigo rápida e segura em bezerros




A cura do umbigo é um dos cuidados mais importantes nas primeiras horas de vida de um bezerro. Um simples descuido pode abrir portas para infecções graves e comprometer a saúde do animal.

E é justamente nesse momento que o iodo 10% se torna um aliado indispensável do produtor rural.


Neste artigo, você vai entender por que o iodo é essencial, como fazer a cura do umbigo corretamente e quais os benefícios para o bezerro e para o rebanho.


Por que a cura do umbigo é tão importante


Logo após o nascimento, o umbigo do bezerro é uma porta aberta para a entrada de microrganismos.

Se não for tratada corretamente, essa região pode se transformar em um foco de infecções sérias, como onfalite (inflamação do umbigo) e onfaloflebite (infecção do vaso umbilical), que muitas vezes levam à morte do animal.


A boa notícia é que um procedimento simples e rápido com iodo 10% previne esses problemas e garante um começo de vida saudável para o bezerro.


O que o iodo 10% faz na cura do umbigo


O iodo 10% é uma solução antisséptica altamente eficaz.

Ao ser aplicada no umbigo, ela elimina bactérias, fungos e vírus, forma uma camada protetora e seca o cordão umbilical rapidamente, impedindo a contaminação.


Além disso, o iodo tem efeito cicatrizante e secante, o que acelera o processo natural de queda do umbigo sem inflamações.


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Passo a passo para curar o umbigo do bezerro com iodo 10%


1. Logo após o nascimento, corte o cordão umbilical se estiver muito longo, deixando cerca de 5 cm.

2. Limpe suavemente a região com pano limpo ou papel toalha seco.

3. Mergulhe o umbigo em um copo ou frasco com iodo 10%, cobrindo completamente a base e o cordão.

4. Repita o processo de 12 em 12 horas nas primeiras 48 horas ou até o umbigo estar totalmente seco.


💡 Dica: use sempre iodo novo e evite contaminações — nunca reutilize o produto em mais de um bezerro.




Os benefícios de usar iodo 10% na cura do umbigo


- Reduz drasticamente o risco de infecções umbilicais.

- Evita o uso desnecessário de antibióticos.

- Favorece uma cicatrização rápida e limpa.

- Garante mais vitalidade e ganho de peso para o bezerro.

- Melhora o bem-estar e a taxa de sobrevivência dos animais recém-nascidos.


Produtores que utilizam iodo 10% corretamente perdem menos bezerros e têm rebanhos mais saudáveis e produtivos.


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Cuidados extras após a cura


Mesmo após o umbigo secar, continue observando o bezerro por alguns dias.

Se houver inchaço, mau cheiro ou secreção, consulte um veterinário — esses são sinais de infecção que exigem atenção imediata.

Mas quando o manejo é feito com iodo 10%, esses problemas são raros.


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Conclusão: o iodo 10% é o melhor amigo do bezerro recém-nascido


A cura do umbigo é o primeiro passo para garantir um futuro saudável ao animal.

Simples, eficiente e barato, o iodo 10% é um produto que não pode faltar na maternidade da fazenda.


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Proteja seus bezerros desde o primeiro dia de vida.

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Gir: A Força e Resistência da Raça

 




Rusticidade e Longevidade do Gado Gir: A Força e Resistência da Raça

O gado Gir é uma das raças mais admiradas da pecuária leiteira tropical. Reconhecido por sua rusticidade, longevidade e alta produção de leite mesmo em condições adversas, o Gir se tornou uma base sólida para o melhoramento genético e para o sucesso do sistema leiteiro a pasto no Brasil.


O Que Torna o Gado Gir Tão Rústico?

A rusticidade é uma das principais características do gado Gir. Essa qualidade é resultado de séculos de adaptação ao clima quente, seco e de vegetação escassa da Índia — seu país de origem.
No Brasil, essa adaptação se consolidou ainda mais, tornando o Gir uma raça resistente e produtiva em diversas regiões.

1. Adaptação ao Clima Tropical

O Gir se destaca pela tolerância ao calor e resistência a parasitas, características fundamentais para o sucesso da pecuária leiteira em regiões tropicais.
Seu couro grosso e pigmentado, além das orelhas longas e movimentadas, ajudam a dissipar o calor e espantar insetos.

2. Resistência Natural

Por ser uma raça Zebuína (Bos indicus), o Gir apresenta imunidade natural mais alta contra doenças tropicais, carrapatos e verminoses. Isso reduz custos com medicamentos e manejo, favorecendo uma pecuária mais sustentável e lucrativa.


Longevidade: Produzindo Leite Por Muitos Anos

Além da rusticidade, o gado Gir é conhecido pela sua longevidade produtiva. Enquanto vacas de outras raças encerram a produção mais cedo, as vacas Gir permanecem em plena produção por 10 anos ou mais, com boa fertilidade e saúde.

1. Partos Regulares e Boa Fertilidade

As vacas Gir costumam apresentar intervalos entre partos menores, voltando ao cio rapidamente após a lactação. Isso garante maior número de crias ao longo da vida útil, contribuindo para a rentabilidade do rebanho.

2. Úberes Fortes e Saudáveis

O Gir possui úberes bem conformados e resistentes, o que reduz o risco de mastite e outras enfermidades mamárias. Essa característica é essencial para a produção de leite de qualidade e duradoura.


Gado Gir: Base do Melhoramento Genético Leiteiro no Brasil

A rusticidade e longevidade do Gir foram fundamentais para o desenvolvimento do Girolando, a raça que domina a pecuária leiteira brasileira.
O cruzamento entre Gir e Holandês une o volume de leite europeu à resistência e adaptabilidade tropical do Gir, resultando em um animal completo para a produção nacional.


Conclusão: A Força do Gir Vai Muito Além do Leite

O gado Gir representa tradição, resistência e eficiência. Sua rusticidade permite enfrentar os desafios do campo com baixo custo de manejo, enquanto sua longevidade assegura produtividade constante e genética valiosa por muitos anos.

Para quem busca rentabilidade e sustentabilidade, investir no gado Gir é apostar em uma raça que combina força, fertilidade e adaptação, pilares de uma pecuária moderna e eficiente.



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