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Cura de umbigo

 Iodo 10%: o segredo para uma cura de umbigo rápida e segura em bezerros




A cura do umbigo é um dos cuidados mais importantes nas primeiras horas de vida de um bezerro. Um simples descuido pode abrir portas para infecções graves e comprometer a saúde do animal.

E é justamente nesse momento que o iodo 10% se torna um aliado indispensável do produtor rural.


Neste artigo, você vai entender por que o iodo é essencial, como fazer a cura do umbigo corretamente e quais os benefícios para o bezerro e para o rebanho.


Por que a cura do umbigo é tão importante


Logo após o nascimento, o umbigo do bezerro é uma porta aberta para a entrada de microrganismos.

Se não for tratada corretamente, essa região pode se transformar em um foco de infecções sérias, como onfalite (inflamação do umbigo) e onfaloflebite (infecção do vaso umbilical), que muitas vezes levam à morte do animal.


A boa notícia é que um procedimento simples e rápido com iodo 10% previne esses problemas e garante um começo de vida saudável para o bezerro.


O que o iodo 10% faz na cura do umbigo


O iodo 10% é uma solução antisséptica altamente eficaz.

Ao ser aplicada no umbigo, ela elimina bactérias, fungos e vírus, forma uma camada protetora e seca o cordão umbilical rapidamente, impedindo a contaminação.


Além disso, o iodo tem efeito cicatrizante e secante, o que acelera o processo natural de queda do umbigo sem inflamações.


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Passo a passo para curar o umbigo do bezerro com iodo 10%


1. Logo após o nascimento, corte o cordão umbilical se estiver muito longo, deixando cerca de 5 cm.

2. Limpe suavemente a região com pano limpo ou papel toalha seco.

3. Mergulhe o umbigo em um copo ou frasco com iodo 10%, cobrindo completamente a base e o cordão.

4. Repita o processo de 12 em 12 horas nas primeiras 48 horas ou até o umbigo estar totalmente seco.


💡 Dica: use sempre iodo novo e evite contaminações — nunca reutilize o produto em mais de um bezerro.




Os benefícios de usar iodo 10% na cura do umbigo


- Reduz drasticamente o risco de infecções umbilicais.

- Evita o uso desnecessário de antibióticos.

- Favorece uma cicatrização rápida e limpa.

- Garante mais vitalidade e ganho de peso para o bezerro.

- Melhora o bem-estar e a taxa de sobrevivência dos animais recém-nascidos.


Produtores que utilizam iodo 10% corretamente perdem menos bezerros e têm rebanhos mais saudáveis e produtivos.


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Cuidados extras após a cura


Mesmo após o umbigo secar, continue observando o bezerro por alguns dias.

Se houver inchaço, mau cheiro ou secreção, consulte um veterinário — esses são sinais de infecção que exigem atenção imediata.

Mas quando o manejo é feito com iodo 10%, esses problemas são raros.


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Conclusão: o iodo 10% é o melhor amigo do bezerro recém-nascido


A cura do umbigo é o primeiro passo para garantir um futuro saudável ao animal.

Simples, eficiente e barato, o iodo 10% é um produto que não pode faltar na maternidade da fazenda.


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Gir: A Força e Resistência da Raça

 




Rusticidade e Longevidade do Gado Gir: A Força e Resistência da Raça

O gado Gir é uma das raças mais admiradas da pecuária leiteira tropical. Reconhecido por sua rusticidade, longevidade e alta produção de leite mesmo em condições adversas, o Gir se tornou uma base sólida para o melhoramento genético e para o sucesso do sistema leiteiro a pasto no Brasil.


O Que Torna o Gado Gir Tão Rústico?

A rusticidade é uma das principais características do gado Gir. Essa qualidade é resultado de séculos de adaptação ao clima quente, seco e de vegetação escassa da Índia — seu país de origem.
No Brasil, essa adaptação se consolidou ainda mais, tornando o Gir uma raça resistente e produtiva em diversas regiões.

1. Adaptação ao Clima Tropical

O Gir se destaca pela tolerância ao calor e resistência a parasitas, características fundamentais para o sucesso da pecuária leiteira em regiões tropicais.
Seu couro grosso e pigmentado, além das orelhas longas e movimentadas, ajudam a dissipar o calor e espantar insetos.

2. Resistência Natural

Por ser uma raça Zebuína (Bos indicus), o Gir apresenta imunidade natural mais alta contra doenças tropicais, carrapatos e verminoses. Isso reduz custos com medicamentos e manejo, favorecendo uma pecuária mais sustentável e lucrativa.


Longevidade: Produzindo Leite Por Muitos Anos

Além da rusticidade, o gado Gir é conhecido pela sua longevidade produtiva. Enquanto vacas de outras raças encerram a produção mais cedo, as vacas Gir permanecem em plena produção por 10 anos ou mais, com boa fertilidade e saúde.

1. Partos Regulares e Boa Fertilidade

As vacas Gir costumam apresentar intervalos entre partos menores, voltando ao cio rapidamente após a lactação. Isso garante maior número de crias ao longo da vida útil, contribuindo para a rentabilidade do rebanho.

2. Úberes Fortes e Saudáveis

O Gir possui úberes bem conformados e resistentes, o que reduz o risco de mastite e outras enfermidades mamárias. Essa característica é essencial para a produção de leite de qualidade e duradoura.


Gado Gir: Base do Melhoramento Genético Leiteiro no Brasil

A rusticidade e longevidade do Gir foram fundamentais para o desenvolvimento do Girolando, a raça que domina a pecuária leiteira brasileira.
O cruzamento entre Gir e Holandês une o volume de leite europeu à resistência e adaptabilidade tropical do Gir, resultando em um animal completo para a produção nacional.


Conclusão: A Força do Gir Vai Muito Além do Leite

O gado Gir representa tradição, resistência e eficiência. Sua rusticidade permite enfrentar os desafios do campo com baixo custo de manejo, enquanto sua longevidade assegura produtividade constante e genética valiosa por muitos anos.

Para quem busca rentabilidade e sustentabilidade, investir no gado Gir é apostar em uma raça que combina força, fertilidade e adaptação, pilares de uma pecuária moderna e eficiente.



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Gir Leiteiro: Como a genética pode transformar a produção de leite no Brasil

 




🐮 Gir Leiteiro: Como a genética pode transformar a produção de leite no Brasil

O Gir Leiteiro é uma das raças mais admiradas e valorizadas da pecuária leiteira brasileira. Conhecido por sua rusticidade, fertilidade e alta capacidade de produção em clima tropical, o Gir se consolidou como uma das bases mais importantes para o desenvolvimento da pecuária leiteira nacional.

Mas o segredo para alcançar o verdadeiro potencial dessa raça está em um fator essencial: a melhoria genética.
Neste artigo, você vai entender por que investir em genética é o caminho mais rápido e eficiente para aumentar a produção de leite e melhorar a rentabilidade do rebanho.


🌾 O que é o Gir Leiteiro e por que ele é tão valorizado

O Gir Leiteiro é originário da Índia e foi introduzido no Brasil há mais de 100 anos. Desde então, passou por um intenso processo de seleção genética, tornando-se uma raça perfeitamente adaptada ao nosso clima.

Entre suas principais qualidades estão:

  • Alta resistência a parasitas e doenças tropicais;
  • Excelente fertilidade e longevidade produtiva;
  • Capacidade de produzir leite a pasto, com baixo custo;
  • Temperamento dócil e fácil manejo.

Essas características fazem do Gir Leiteiro uma das raças mais sustentáveis e rentáveis para quem produz leite em regiões de clima quente.


🧬 A importância do melhoramento genético no Gir Leiteiro

Melhorar a genética é acelerar o progresso do rebanho.
Quando o produtor seleciona vacas e touros com alto potencial leiteiro e características produtivas e funcionais superiores, os resultados aparecem rapidamente:

✅ Aumento na produção média de leite;
✅ Melhora na qualidade do leite (gordura, proteína e sólidos totais);
✅ Redução de problemas de saúde e reprodutivos;
✅ Ganhos em fertilidade, longevidade e eficiência alimentar.

Ou seja, o investimento em genética não é custo — é rentabilidade garantida no longo prazo.


🧪 Tecnologia e seleção: o futuro do Gir Leiteiro

Hoje, o melhoramento genético conta com ferramentas modernas e acessíveis. Entre as principais estão:

  • Avaliações genéticas oficiais da ABCZ e Embrapa;
  • Teste de progênie, que identifica touros com filhos comprovadamente superiores;
  • Genotipagem por DNA, que permite prever o desempenho futuro dos animais.

Com essas tecnologias, o produtor pode planejar cruzamentos mais estratégicos e formar um rebanho com genética de ponta, equilibrando produção, adaptação e fertilidade.


🐄 Gir Leiteiro e Girolando: dupla que produz leite com eficiência

O Gir Leiteiro também é a base da formação do Girolando, uma raça resultante do cruzamento entre Gir e Holandês.
Esse cruzamento combina o melhor dos dois mundos: a produção de leite do Holandês com a resistência e rusticidade do Gir.

O resultado é um animal altamente produtivo e perfeitamente adaptado ao clima tropical — um verdadeiro sucesso em fazendas de leite por todo o Brasil.


💡 Conclusão: genética é o caminho para o sucesso no leite tropical

Investir na genética do Gir Leiteiro é investir no futuro da pecuária leiteira. Cada avanço genético representa mais produtividade, mais qualidade e menos custo por litro de leite produzido.

A seleção genética é a ferramenta mais poderosa para transformar o potencial do rebanho em lucro real — e o Gir Leiteiro é o grande protagonista dessa evolução.



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Como Marcos Palmeira Virou Referência em Produção de Queijo Orgânico no Brasil

 




Marcos Palmeira e o Sucesso do Queijo Orgânico: Da TV para a Fazenda

Quando o assunto é queijo artesanal e produção orgânica, um nome que vem ganhando cada vez mais destaque é o do ator Marcos Palmeira. Conhecido nacionalmente por suas atuações na TV e no cinema, ele também trilhou um caminho de sucesso no campo, com a Fazenda Vale das Palmeiras, em Teresópolis (RJ).

O espaço é referência em produção de leite e derivados orgânicos, mostrando que é possível aliar qualidade, sabor e respeito ao meio ambiente.


🌱 Fazenda Vale das Palmeiras: pioneira no orgânico

  • Localizada em uma área de 200 hectares, a fazenda mantém nascentes preservadas, áreas de mata nativa e investimentos contínuos em reflorestamento.
  • Desde 1997, possui certificação orgânica, garantindo produtos livres de agrotóxicos, antibióticos e transgênicos.
  • O manejo das vacas é feito de forma natural, prezando pelo bem-estar animal e resultando em leite de alta qualidade.

🧀 Queijo orgânico premiado

Um dos destaques da produção da fazenda é o queijo minas frescal orgânico, eleito um dos melhores do Brasil em premiações nacionais que reuniram mais de 120 queijos de diferentes estados.

Além do frescal, a linha de derivados inclui:

  • Ricota
  • Coalhada
  • Cottage
  • Iogurte natural

Todos preparados com leite orgânico fresco e processos que respeitam a tradição e a qualidade.


🌍 Sustentabilidade e inspiração para o agronegócio

O trabalho de Marcos Palmeira vai além do queijo. A Fazenda Vale das Palmeiras se tornou um modelo de sustentabilidade na pecuária leiteira, servindo de exemplo para produtores de todo o Brasil.

  • Recuperação da Mata Atlântica com espécies nativas.
  • Práticas agroecológicas que unem produção e preservação ambiental.
  • Incentivo ao consumo consciente e valorização dos alimentos de origem orgânica.

✅ Por que os queijos orgânicos estão em alta?

O consumidor moderno busca cada vez mais:

  • Saúde: alimentos livres de resíduos químicos.
  • Sabor: queijos com textura e gosto diferenciados.
  • Consciência: apoio a práticas sustentáveis e éticas no campo.

O exemplo da Vale das Palmeiras mostra que há espaço e mercado para produtos de qualidade que respeitam o meio ambiente.


❓ Perguntas Frequentes (FAQ)

1. O queijo orgânico é mais caro?
Sim, mas o valor reflete os custos de uma produção limpa e sustentável, que garante benefícios para a saúde e para o planeta.

2. Que tipos de queijos a fazenda produz?
O destaque é o queijo minas frescal orgânico, além de ricota, cottage, coalhada e iogurtes.

3. Onde encontrar os produtos da Vale das Palmeiras?
Os queijos e derivados são distribuídos em mercados especializados e feiras orgânicas.


Conclusão

Marcos Palmeira mostra que é possível unir arte, campo e sustentabilidade. Seu trabalho como produtor de queijo orgânico é um exemplo inspirador para quem deseja investir em uma pecuária mais saudável e consciente.

👉 No Vacada Boa, seguimos acompanhando casos de sucesso como este para mostrar que a pecuária brasileira pode produzir com qualidade e responsabilidade.


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A Importância das Receptoras para Criar uma Bezerra Saudável

 




A Importância das Receptoras para Criar uma Bezerra Saudável

Na reprodução bovina por meio da transferência de embriões (TE) ou fertilização in vitro (FIV), o papel da vaca receptora é fundamental. Mesmo não sendo a mãe genética, é ela quem carrega a gestação, influencia no desenvolvimento fetal e garante os primeiros cuidados à bezerra após o nascimento. Uma receptora de qualidade pode ser a diferença entre um projeto de melhoramento genético bem-sucedido e resultados insatisfatórios.

O que é uma receptora?

A receptora é a vaca que recebe um embrião de outra fêmea (doadora). Enquanto a doadora contribui com o material genético, a receptora é responsável pela gestação e pelo parto, fornecendo todo o suporte fisiológico e nutricional ao embrião em desenvolvimento.

Por que a receptora é tão importante?

  1. Desenvolvimento fetal saudável
    Uma receptora bem nutrida e com boa sanidade garante que o embrião tenha acesso a nutrientes essenciais durante toda a gestação.

  2. Parto seguro
    Receptoras selecionadas para parir com facilidade reduzem riscos de mortalidade tanto da bezerra quanto da mãe.

  3. Fornecimento de colostro
    Logo após o nascimento, a bezerra precisa ingerir colostro de qualidade para desenvolver imunidade. A receptora é quem oferece esse primeiro alimento vital.

  4. Impacto no crescimento inicial
    Uma receptora com bom temperamento e boa produção de leite auxilia no crescimento saudável da bezerra até a desmama.

Características ideais de uma boa receptora

  • Sanidade reprodutiva em dia (livre de doenças como brucelose e IBR).
  • Bom escore corporal, sem estar obesa ou muito magra.
  • Capacidade de parir facilmente.
  • Produção de leite suficiente para nutrir a cria.
  • Temperamento dócil, facilitando o manejo.

Como escolher as melhores receptoras?

A seleção deve ser feita com base em exames clínicos e histórico produtivo. Vacas ou novilhas de médio porte, rústicas, com boa adaptação ao ambiente e ciclo reprodutivo saudável são as mais indicadas. Além disso, é importante contar com acompanhamento veterinário para garantir que a receptora esteja sincronizada com a doadora no momento da transferência de embriões.


FAQ – Perguntas Frequentes sobre Receptoras

1. A bezerra herda características da receptora?
Não. A bezerra recebe 100% da carga genética da doadora e do touro utilizado na fecundação. A receptora influencia apenas no ambiente gestacional e nos primeiros cuidados pós-parto.

2. Posso usar qualquer vaca como receptora?
Não é recomendado. A vaca deve ter bom estado de saúde, sanidade reprodutiva e condições físicas para manter uma gestação saudável.

3. Quantas vezes uma vaca pode ser usada como receptora?
Depende do manejo. Se mantiver bom estado corporal e saúde reprodutiva, pode ser usada várias vezes, desde que respeitados intervalos adequados entre gestações.

4. A alimentação da receptora influencia na bezerra?
Sim. A nutrição da receptora impacta diretamente no desenvolvimento do feto, no peso ao nascer e na qualidade do colostro.

5. Qual a principal vantagem de investir em boas receptoras?
Maior taxa de sucesso na transferência de embriões, bezerros mais saudáveis e melhor aproveitamento do investimento em genética de alta qualidade.



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Broinha fiv cabo verde.

 




🐄 A Vaca Gir Leiteiro: Um Pilar da Pecuária Tropical

Autor: Luis Fernando de Almeida Silva 

Introdução

A pecuária leiteira no Brasil e em outras regiões tropicais enfrenta desafios únicos, como altas temperaturas, parasitas e a necessidade de sistemas de produção eficientes e sustentáveis. Nesse cenário, a raça Gir Leiteiro surge como uma solução robusta e altamente adaptável, consolidando-se como um dos pilares da produção de leite em climas quentes.

Originária da Índia, essa raça zebuína foi cuidadosamente selecionada e aprimorada no Brasil, transformando-se em um animal de alta performance, capaz de aliar rusticidade a uma notável capacidade produtiva.

Neste artigo, você vai descobrir as características da vaca Gir Leiteiro, seu manejo, evolução genética, impacto econômico e ainda conhecer um dos exemplares mais valiosos da raça: Broinha FIV Cabo Verde.


Características da Vaca Gir Leiteiro

Rusticidade e Adaptabilidade Climática

O Gir Leiteiro é naturalmente resistente a parasitas, doenças e, principalmente, a altas temperaturas. Sua pelagem curta e clara reflete a radiação solar, enquanto a pele solta e escura, rica em glândulas sudoríparas, facilita a dissipação de calor.

Docilidade

Apesar da origem zebuína, muitas vezes associada a animais ariscos, o Gir Leiteiro é dócil e fácil de manejar, tornando a ordenha e outros procedimentos mais tranquilos.

Longevidade Produtiva e Reprodutiva

Uma vaca Gir Leiteiro produz leite e se reproduz por muitos anos, garantindo maior retorno sobre o investimento e a continuidade genética do rebanho.

Facilidade de Parto

Com uma pelve bem estruturada, a raça apresenta partos mais fáceis e com menos problemas de distocia, o que reduz custos veterinários e estresse para vaca e bezerro.

Eficiência Alimentar

O Gir Leiteiro consegue expressar seu potencial mesmo em dietas simples, baseadas em pastagem, o que diminui os custos de produção e aumenta a sustentabilidade da atividade.


Produção de Leite e Melhoramento Genético

Graças a programas de melhoramento genético no Brasil, o Gir Leiteiro alcançou níveis impressionantes de produção leiteira. Hoje, a raça produz grandes volumes de leite com altos teores de gordura e proteína — ideais para a indústria de laticínios.

Tecnologias como Inseminação Artificial (IA) e Fertilização in Vitro (FIV) aceleraram a disseminação de genes superiores, transformando a raça em referência mundial.


Impacto Econômico da Raça Gir Leiteiro

O Gir Leiteiro é peça fundamental na pecuária brasileira. Sua adaptabilidade ao clima tropical o torna estratégico para produtores que buscam rentabilidade e sustentabilidade.

O mercado de genética movimenta cifras milionárias em leilões, valorizando animais de linhagens comprovadas. Investir na raça é investir em eficiência, competitividade e futuro.


Broinha FIV Cabo Verde: A Vaca Mais Valiosa do Mundo

Um marco na história da raça é a vaca Broinha FIV Cabo Verde, que se tornou a vaca mais valiosa já negociada: 50% de sua propriedade foi vendida por R$ 5,04 milhões em um leilão histórico.

Além do valor de mercado, Broinha é recordista mundial de produção como vaca jovem, unindo genética superior e manejo exemplar. Sua linhagem inclui nomes icônicos como Sansão e Jiba Bras, símbolos do avanço genético do Gir Leiteiro.


Conclusão

O Gir Leiteiro vai muito além de uma raça adaptada ao trópico: é um símbolo de resiliência, produtividade e inovação. Suas características únicas, aliadas ao melhoramento genético contínuo, consolidam sua posição como ativo estratégico para a pecuária de leite no Brasil e no mundo.

Exemplares como Broinha FIV Cabo Verde mostram a força da genética nacional e a importância da raça para o futuro da produção leiteira em regiões tropicais.


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Técnicas Modernas e Humanizadas no Manejo

 




Como Mochar Bezerros Sem Dor: Técnicas Modernas e Humanizadas no Manejo

Por que mochar os bezerros é essencial para o bem-estar e produtividade do rebanho?

O desmoche (ou mocho) é uma prática comum na pecuária de corte e leite, que visa remover ou inibir o crescimento dos chifres nos bezerros. Essa técnica é essencial para:

  • Evitar ferimentos no rebanho
  • Facilitar o manejo e transporte dos animais
  • Melhorar o bem-estar e segurança dos vaqueiros
  • Reduzir perdas econômicas por lesões

Porém, é fundamental que essa prática seja feita de forma ética, rápida e com o mínimo de estresse possível para o animal.

Métodos mais utilizados para mochar bezerros

Existem diferentes formas de mochar um bezerro, e a escolha depende da idade do animal, da estrutura da propriedade e do conhecimento técnico da equipe.

1. Mocho térmico (ferro quente)

O método mais tradicional. Utiliza-se um ferro aquecido para cauterizar a base do botão córneo. É eficaz, mas precisa ser feito até os 45 dias de vida e com muito cuidado para evitar dor e infecções.

2. Mocho cirúrgico

Consiste na retirada do botão córneo com bisturi ou alicate. Mais invasivo e arriscado, geralmente usado em animais mais velhos. Requer cuidados rigorosos com a higiene e uso de anestesia e antibióticos.

3. Pomadas químicas (descorna química)

Cada vez mais populares, as pomadas de mocho são práticas e menos traumáticas. Indicadas para bezerros de até 7 dias, atuam inibindo o crescimento do chifre de forma segura e indolor quando aplicadas corretamente.

Vantagens da desmama precoce com mocho químico

  • Aplicação rápida e sem sofrimento
  • Não precisa de equipamentos caros
  • Menos estresse para o bezerro e o produtor
  • Redução do risco de infecções
  • Recuperação rápida do animal

Como aplicar a pomada para mochar: passo a passo seguro

  1. Escolha o momento ideal: até 5-7 dias de vida do bezerro.
  2. Localize o botão córneo: geralmente visível como um calombinho na testa.
  3. Raspe suavemente o local, se necessário, para melhor aderência.
  4. Aplique a pomada diretamente no botão, com cuidado para não espalhar.
  5. Isole o animal por algumas horas para evitar contato com outros bezerros e possíveis lambidas.

⚠️ Importante: Sempre utilize luvas e leia a bula da pomada. A aplicação correta garante o sucesso do procedimento e evita complicações.

Pomada Bovicor: solução prática, segura e aprovada por produtores

Se você busca uma forma eficaz, econômica e indolor para mochar seus bezerros, a Bovicor é a escolha ideal. Desenvolvida com ativos seguros e de fácil aplicação, a pomada Bovicor tem ganhado destaque entre pecuaristas que valorizam o bem-estar animal sem abrir mão da produtividade.


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