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A Importância das Receptoras para Criar uma Bezerra Saudável

 




A Importância das Receptoras para Criar uma Bezerra Saudável

Na reprodução bovina por meio da transferência de embriões (TE) ou fertilização in vitro (FIV), o papel da vaca receptora é fundamental. Mesmo não sendo a mãe genética, é ela quem carrega a gestação, influencia no desenvolvimento fetal e garante os primeiros cuidados à bezerra após o nascimento. Uma receptora de qualidade pode ser a diferença entre um projeto de melhoramento genético bem-sucedido e resultados insatisfatórios.

O que é uma receptora?

A receptora é a vaca que recebe um embrião de outra fêmea (doadora). Enquanto a doadora contribui com o material genético, a receptora é responsável pela gestação e pelo parto, fornecendo todo o suporte fisiológico e nutricional ao embrião em desenvolvimento.

Por que a receptora é tão importante?

  1. Desenvolvimento fetal saudável
    Uma receptora bem nutrida e com boa sanidade garante que o embrião tenha acesso a nutrientes essenciais durante toda a gestação.

  2. Parto seguro
    Receptoras selecionadas para parir com facilidade reduzem riscos de mortalidade tanto da bezerra quanto da mãe.

  3. Fornecimento de colostro
    Logo após o nascimento, a bezerra precisa ingerir colostro de qualidade para desenvolver imunidade. A receptora é quem oferece esse primeiro alimento vital.

  4. Impacto no crescimento inicial
    Uma receptora com bom temperamento e boa produção de leite auxilia no crescimento saudável da bezerra até a desmama.

Características ideais de uma boa receptora

  • Sanidade reprodutiva em dia (livre de doenças como brucelose e IBR).
  • Bom escore corporal, sem estar obesa ou muito magra.
  • Capacidade de parir facilmente.
  • Produção de leite suficiente para nutrir a cria.
  • Temperamento dócil, facilitando o manejo.

Como escolher as melhores receptoras?

A seleção deve ser feita com base em exames clínicos e histórico produtivo. Vacas ou novilhas de médio porte, rústicas, com boa adaptação ao ambiente e ciclo reprodutivo saudável são as mais indicadas. Além disso, é importante contar com acompanhamento veterinário para garantir que a receptora esteja sincronizada com a doadora no momento da transferência de embriões.


FAQ – Perguntas Frequentes sobre Receptoras

1. A bezerra herda características da receptora?
Não. A bezerra recebe 100% da carga genética da doadora e do touro utilizado na fecundação. A receptora influencia apenas no ambiente gestacional e nos primeiros cuidados pós-parto.

2. Posso usar qualquer vaca como receptora?
Não é recomendado. A vaca deve ter bom estado de saúde, sanidade reprodutiva e condições físicas para manter uma gestação saudável.

3. Quantas vezes uma vaca pode ser usada como receptora?
Depende do manejo. Se mantiver bom estado corporal e saúde reprodutiva, pode ser usada várias vezes, desde que respeitados intervalos adequados entre gestações.

4. A alimentação da receptora influencia na bezerra?
Sim. A nutrição da receptora impacta diretamente no desenvolvimento do feto, no peso ao nascer e na qualidade do colostro.

5. Qual a principal vantagem de investir em boas receptoras?
Maior taxa de sucesso na transferência de embriões, bezerros mais saudáveis e melhor aproveitamento do investimento em genética de alta qualidade.



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Broinha fiv cabo verde.

 




🐄 A Vaca Gir Leiteiro: Um Pilar da Pecuária Tropical

Autor: Luis Fernando de Almeida Silva 

Introdução

A pecuária leiteira no Brasil e em outras regiões tropicais enfrenta desafios únicos, como altas temperaturas, parasitas e a necessidade de sistemas de produção eficientes e sustentáveis. Nesse cenário, a raça Gir Leiteiro surge como uma solução robusta e altamente adaptável, consolidando-se como um dos pilares da produção de leite em climas quentes.

Originária da Índia, essa raça zebuína foi cuidadosamente selecionada e aprimorada no Brasil, transformando-se em um animal de alta performance, capaz de aliar rusticidade a uma notável capacidade produtiva.

Neste artigo, você vai descobrir as características da vaca Gir Leiteiro, seu manejo, evolução genética, impacto econômico e ainda conhecer um dos exemplares mais valiosos da raça: Broinha FIV Cabo Verde.


Características da Vaca Gir Leiteiro

Rusticidade e Adaptabilidade Climática

O Gir Leiteiro é naturalmente resistente a parasitas, doenças e, principalmente, a altas temperaturas. Sua pelagem curta e clara reflete a radiação solar, enquanto a pele solta e escura, rica em glândulas sudoríparas, facilita a dissipação de calor.

Docilidade

Apesar da origem zebuína, muitas vezes associada a animais ariscos, o Gir Leiteiro é dócil e fácil de manejar, tornando a ordenha e outros procedimentos mais tranquilos.

Longevidade Produtiva e Reprodutiva

Uma vaca Gir Leiteiro produz leite e se reproduz por muitos anos, garantindo maior retorno sobre o investimento e a continuidade genética do rebanho.

Facilidade de Parto

Com uma pelve bem estruturada, a raça apresenta partos mais fáceis e com menos problemas de distocia, o que reduz custos veterinários e estresse para vaca e bezerro.

Eficiência Alimentar

O Gir Leiteiro consegue expressar seu potencial mesmo em dietas simples, baseadas em pastagem, o que diminui os custos de produção e aumenta a sustentabilidade da atividade.


Produção de Leite e Melhoramento Genético

Graças a programas de melhoramento genético no Brasil, o Gir Leiteiro alcançou níveis impressionantes de produção leiteira. Hoje, a raça produz grandes volumes de leite com altos teores de gordura e proteína — ideais para a indústria de laticínios.

Tecnologias como Inseminação Artificial (IA) e Fertilização in Vitro (FIV) aceleraram a disseminação de genes superiores, transformando a raça em referência mundial.


Impacto Econômico da Raça Gir Leiteiro

O Gir Leiteiro é peça fundamental na pecuária brasileira. Sua adaptabilidade ao clima tropical o torna estratégico para produtores que buscam rentabilidade e sustentabilidade.

O mercado de genética movimenta cifras milionárias em leilões, valorizando animais de linhagens comprovadas. Investir na raça é investir em eficiência, competitividade e futuro.


Broinha FIV Cabo Verde: A Vaca Mais Valiosa do Mundo

Um marco na história da raça é a vaca Broinha FIV Cabo Verde, que se tornou a vaca mais valiosa já negociada: 50% de sua propriedade foi vendida por R$ 5,04 milhões em um leilão histórico.

Além do valor de mercado, Broinha é recordista mundial de produção como vaca jovem, unindo genética superior e manejo exemplar. Sua linhagem inclui nomes icônicos como Sansão e Jiba Bras, símbolos do avanço genético do Gir Leiteiro.


Conclusão

O Gir Leiteiro vai muito além de uma raça adaptada ao trópico: é um símbolo de resiliência, produtividade e inovação. Suas características únicas, aliadas ao melhoramento genético contínuo, consolidam sua posição como ativo estratégico para a pecuária de leite no Brasil e no mundo.

Exemplares como Broinha FIV Cabo Verde mostram a força da genética nacional e a importância da raça para o futuro da produção leiteira em regiões tropicais.


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Técnicas Modernas e Humanizadas no Manejo

 




Como Mochar Bezerros Sem Dor: Técnicas Modernas e Humanizadas no Manejo

Por que mochar os bezerros é essencial para o bem-estar e produtividade do rebanho?

O desmoche (ou mocho) é uma prática comum na pecuária de corte e leite, que visa remover ou inibir o crescimento dos chifres nos bezerros. Essa técnica é essencial para:

  • Evitar ferimentos no rebanho
  • Facilitar o manejo e transporte dos animais
  • Melhorar o bem-estar e segurança dos vaqueiros
  • Reduzir perdas econômicas por lesões

Porém, é fundamental que essa prática seja feita de forma ética, rápida e com o mínimo de estresse possível para o animal.

Métodos mais utilizados para mochar bezerros

Existem diferentes formas de mochar um bezerro, e a escolha depende da idade do animal, da estrutura da propriedade e do conhecimento técnico da equipe.

1. Mocho térmico (ferro quente)

O método mais tradicional. Utiliza-se um ferro aquecido para cauterizar a base do botão córneo. É eficaz, mas precisa ser feito até os 45 dias de vida e com muito cuidado para evitar dor e infecções.

2. Mocho cirúrgico

Consiste na retirada do botão córneo com bisturi ou alicate. Mais invasivo e arriscado, geralmente usado em animais mais velhos. Requer cuidados rigorosos com a higiene e uso de anestesia e antibióticos.

3. Pomadas químicas (descorna química)

Cada vez mais populares, as pomadas de mocho são práticas e menos traumáticas. Indicadas para bezerros de até 7 dias, atuam inibindo o crescimento do chifre de forma segura e indolor quando aplicadas corretamente.

Vantagens da desmama precoce com mocho químico

  • Aplicação rápida e sem sofrimento
  • Não precisa de equipamentos caros
  • Menos estresse para o bezerro e o produtor
  • Redução do risco de infecções
  • Recuperação rápida do animal

Como aplicar a pomada para mochar: passo a passo seguro

  1. Escolha o momento ideal: até 5-7 dias de vida do bezerro.
  2. Localize o botão córneo: geralmente visível como um calombinho na testa.
  3. Raspe suavemente o local, se necessário, para melhor aderência.
  4. Aplique a pomada diretamente no botão, com cuidado para não espalhar.
  5. Isole o animal por algumas horas para evitar contato com outros bezerros e possíveis lambidas.

⚠️ Importante: Sempre utilize luvas e leia a bula da pomada. A aplicação correta garante o sucesso do procedimento e evita complicações.

Pomada Bovicor: solução prática, segura e aprovada por produtores

Se você busca uma forma eficaz, econômica e indolor para mochar seus bezerros, a Bovicor é a escolha ideal. Desenvolvida com ativos seguros e de fácil aplicação, a pomada Bovicor tem ganhado destaque entre pecuaristas que valorizam o bem-estar animal sem abrir mão da produtividade.


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Guzerá: A Raça Zebuína que Une Força, Leite e Rusticidade

 




Descubra por que o Gado Guzerá é uma das melhores opções para produtores de corte e leite no Brasil

O gado Guzerá é uma das raças zebuínas mais completas do mundo. Reconhecida por sua resistência, produtividade e dupla aptidão, a raça conquistou espaço em diversos sistemas produtivos brasileiros, sendo destaque tanto na pecuária de leite quanto na de corte.

Se você é produtor rural ou apaixonado pelo mundo agro, venha conhecer as principais vantagens do Guzerá, suas características e por que ele pode ser uma excelente escolha para sua propriedade!


Características do Gado Guzerá

Origem e História da Raça Guzerá

O Guzerá tem origem na Índia e foi uma das primeiras raças zebuínas a ser introduzida no Brasil, no final do século XIX. Seu nome vem da região de Gujarat, de onde os primeiros exemplares foram importados.

Com o tempo, foi adaptado ao clima tropical brasileiro, desenvolvendo alta rusticidade, resistência a parasitas, e excelente desempenho produtivo mesmo em ambientes adversos.

Morfologia e Aparência

  • Pelagem cinza clara ou escura (alguns exemplares vermelhos)
  • Chifres grandes e curvados
  • Estrutura óssea forte
  • Tamanho médio a grande
  • Excelente conformação muscular

 Desempenho Leiteiro e de Corte

Guzerá Leiteiro

O Guzerá leiteiro é uma das opções mais buscadas para quem deseja um rebanho resistente e produtivo:

  • Produção média entre 2.000 e 4.000 litros por lactação
  • Alta persistência de lactação
  • Ótima adaptação ao manejo extensivo
  • Leite com bom teor de sólidos

Além disso, vacas Guzerá são muito usadas em cruzamentos com raças taurinas e zebuínas para gerar fêmeas Girolando, com destaque para rusticidade e produtividade.

Guzerá de Corte

No corte, o Guzerá impressiona:

  • Ganho de peso eficiente
  • Precocidade reprodutiva
  • Alto rendimento de carcaça
  • Carne de boa qualidade, com pouca gordura e boa cobertura muscular

Os bezerros Guzerá têm alta valorização no mercado, especialmente pelo desempenho em sistemas de cria e recria no pasto.


Vantagens do Gado Guzerá na Pecuária Brasileira

  • Alta resistência a carrapatos e doenças tropicais
  • Fêmeas com fertilidade e longevidade produtiva
  • Fácil adaptação a diversos climas e altitudes
  • Ideal para sistemas de produção sustentáveis
  • Excelente para cruzamentos industriais

 Cruzamento do Guzerá: Genética que Agrega Valor

O Guzerá é amplamente utilizado em programas de melhoramento genético devido à sua base zootécnica sólida. Cruzamentos com raças como Holandês, Gir, Nelore e até europeias resultam em animais de alta heterose, ou seja, mais produtividade, resistência e desempenho.


FAQ – Perguntas Frequentes sobre o Gado Guzerá

 O que é gado Guzerá?

É uma raça zebuína originária da Índia, com dupla aptidão (corte e leite), alta rusticidade e produtividade.

O Guzerá é bom para produção de leite?

Sim! O Guzerá leiteiro pode produzir entre 2.000 e 4.000 litros por lactação, com alta persistência e adaptação ao calor.

 É possível cruzar Guzerá com outras raças?

Sim. O cruzamento do Guzerá com outras raças zebuínas ou taurinas é muito comum, melhorando características como rusticidade, ganho de peso e produtividade leiteira.

 Quais as principais vantagens do Guzerá?

Rusticidade, resistência a doenças, versatilidade produtiva, longevidade e bom desempenho em sistemas de pasto.

 Qual é o preço de um bezerro Guzerá?

Depende da genética, da região e do sistema de criação. Bezerros Guzerá de qualidade genética podem custar de R$ 3.000 a R$ 7.000 ou mais.



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12 de Julho – Conheça o Dia do Produtor de Leite e Sua Importância no Agro

 




12 de Julho – Dia do Produtor de Leite: A Força do Campo Que Nutre o Brasil

Homenagem ao Produtor de Leite: Pilar da Agropecuária Brasileira

No dia 12 de julho, comemoramos o Dia do Produtor de Leite, uma data que homenageia homens e mulheres que se dedicam diariamente à produção de um dos alimentos mais nutritivos e importantes da nossa mesa: o leite. Esses profissionais são verdadeiros heróis do campo, responsáveis por movimentar a economia rural e alimentar milhões de brasileiros.

A Importância do Produtor de Leite para o Brasil

A pecuária leiteira é uma das atividades mais tradicionais do agronegócio nacional. O Brasil é um dos maiores produtores de leite do mundo, com destaque para estados como Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Goiás. O trabalho do produtor de leite envolve muito mais do que a ordenha diária — ele precisa lidar com o manejo do rebanho, qualidade do pasto, sanidade animal, além de desafios climáticos e de mercado.

Um Dia de Reconhecimento e Valorização

O Dia do Produtor de Leite foi criado para reconhecer a dedicação de quem levanta cedo, enfrenta o frio, o calor e a chuva para garantir um alimento saudável e essencial. Mais do que uma data comemorativa, é um momento de reflexão sobre a valorização do campo, a qualidade de vida no meio rural e os investimentos necessários para melhorar a produtividade e sustentabilidade da atividade.

Desafios e Inovações na Produção Leiteira

Os produtores enfrentam desafios como o aumento no custo da ração, a oscilação dos preços pagos pelo litro de leite, e a necessidade de adotar tecnologias no campo, como a inseminação artificial, ordenha mecanizada, e o uso de probióticos para bezerros e melhoramento genético.

Ao mesmo tempo, o setor evolui com novas raças leiteiras como o Girolando, Gir Leiteiro e o cruzamento com o Pardo Suíço, além de pastagens mais resistentes como o Tifton 85.

Vacada Boa Parabeniza o Produtor de Leite



Aqui no blog Vacada Boa, nossa missão é valorizar o homem do campo. Neste 12 de julho, deixamos o nosso agradecimento e respeito a todos os produtores de leite do Brasil. Sem vocês, o país não se move. Leite é vida, é nutrição, é força — e por trás de tudo isso, está o seu trabalho!


Perguntas Frequentes (FAQ)

✅ Por que o dia 12 de julho é o Dia do Produtor de Leite?
A data foi escolhida para homenagear a importância econômica e social da atividade leiteira no Brasil.

✅ Qual a maior bacia leiteira do Brasil?
A maior produção está em Minas Gerais, conhecida como a capital do leite no país.

✅ Como melhorar a produção leiteira no campo?
Investindo em genética, manejo de pastagens, sanidade animal e bem-estar do rebanho. 

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Manejo de Pastagens no Inverno: Como Manter o Capim Produtivo na Seca



Como manter a pastagem produtiva nos meses mais secos



O inverno no Brasil, especialmente nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul, costuma trazer temperaturas mais baixas e redução significativa das chuvas. Isso afeta diretamente a produtividade das pastagens, podendo comprometer o desempenho do rebanho. Mas com um bom manejo de pastagens no inverno, é possível garantir alimento de qualidade mesmo nos meses mais secos.

Neste artigo, você vai entender quais práticas adotar para proteger o pasto, manter a nutrição dos animais e atravessar a estação fria sem prejuízos.

Dicas de manejo, irrigação e escolha de forrageiras resistentes

1. Planejamento estratégico é a chave

O primeiro passo para um bom manejo de pastagem no inverno começa no verão e outono. Um planejamento forrageiro bem feito prevê o uso racional das áreas e o preparo do solo para enfrentar a seca. Rotacionar o pastejo e evitar superpastejo são práticas fundamentais para preservar a estrutura do capim.

2. Escolha de forrageiras adaptadas ao frio

Nem todo capim suporta bem o frio. Por isso, apostar em espécies forrageiras resistentes ao inverno pode ser a diferença entre sucesso e prejuízo. Algumas opções indicadas são:

  • Azevém (Lolium multiflorum) – Ideal para regiões de clima mais frio e úmido.
  • Aveia preta (Avena strigosa) – Excelente alternativa de rápido crescimento e boa aceitação pelos animais.
  • Capim Tifton 85 – Apesar de sofrer com geadas, é uma ótima opção se houver irrigação.
  • Capim Coastcross e Capim Aruana – Mostram boa persistência mesmo com o estresse hídrico.

3. Uso da irrigação em pastagens

A irrigação pode ser uma aliada estratégica nas áreas mais secas do país. Ainda que não seja viável em toda a propriedade, sistemas localizados ou aspersão podem manter pequenas áreas verdes para pastejo rotacionado durante o inverno. Isso ajuda a aliviar a pressão sobre outras áreas.

4. Suplementação e conservação de forragem

Para garantir a nutrição dos animais, é essencial utilizar reservas como:

  • Silagem de milho ou sorgo
  • Feno de capim
  • Ensilagem de capim elefante
  • Cana-de-açúcar com ureia

Esses recursos devem ser bem armazenados durante os períodos de alta produtividade e utilizados estrategicamente no inverno.

5. Controle de plantas invasoras

Com o enfraquecimento das forrageiras no inverno, as plantas invasoras podem dominar áreas da pastagem. O monitoramento constante e, se necessário, o uso de herbicidas seletivos ajudam a manter a área limpa para a rebrota no período das águas.

Conclusão

Com planejamento, escolha adequada de forrageiras e suplementação estratégica, o produtor pode atravessar o inverno sem comprometer a produção de carne ou leite. O segredo está em conhecer bem o seu solo, o clima da região e adaptar o manejo de forma preventiva.


👉 Veja como cuidar do seu pasto no frio e garantir nutrição para o rebanho!
Acompanhe mais dicas no Vacada Boa e compartilhe esse conteúdo com outros produtores que enfrentam os desafios do inverno no campo.



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Touro ou Inseminação Artificial: Qual o Melhor para Aumentar a Prenhez do Rebanho?




🐮 Touro ou Inseminação Artificial: Qual a Melhor Escolha para sua Fazenda?

 Touro ou Inseminação Artificial? Entenda as Diferenças e Escolha com Segurança

Introdução – O dilema reprodutivo do produtor rural

Na hora de aumentar a produtividade do rebanho, uma dúvida surge para muitos pecuaristas: investir em um touro ou partir para a inseminação artificial (IA)? Ambas as estratégias têm vantagens e desafios, e a escolha depende de fatores como escala da fazenda, estrutura disponível, objetivo genético e até mesmo clima.


 Monta Natural com Touro – Simplicidade e menor custo inicial


A monta natural, feita com touro reprodutor, é a forma mais tradicional e direta de reprodução no campo.
Principais vantagens:

  • Ideal para pequenas propriedades com poucos animais;
  • Não exige estrutura complexa nem mão de obra treinada;
  • Ciclo reprodutivo natural e menos intervenção humana.

Desvantagens:

  • Risco de doenças venéreas se o touro não for testado;
  • Limitação genética: o touro cobre apenas um número limitado de vacas;
  • Manutenção e alimentação do touro ao longo do ano.

Inseminação Artificial – Tecnologia e genética de ponta

A Inseminação Artificial (IA) tem avançado muito nos últimos anos, especialmente com técnicas como a IATF (Inseminação Artificial em Tempo Fixo).

Vantagens da IA:

  • Acesso à genética de touros campeões e avaliados;
  • Melhora genética acelerada do rebanho;
  • Controle sanitário superior (evita doenças reprodutivas);
  • Mais vacas podem ser inseminadas por ciclo.

Desvantagens:

  • Exige conhecimento técnico ou apoio de um veterinário;
  • Custo com hormônios e mão de obra especializada;
  • Requer planejamento e estrutura mínima (curral, manejo, identificação das vacas).

 Quando escolher cada um?

Situação da Fazenda Melhor Opção
Pequeno rebanho e baixa estrutura Touro
Foco em melhoramento genético Inseminação
Busca por padronização do rebanho Inseminação
Manejo simples e tradicional Touro
Alta taxa de prenhez e organização Inseminação (com IATF)

 Custo-benefício – o que compensa mais a longo prazo?

Apesar do custo inicial da inseminação ser maior, a IA entrega um retorno genético e produtivo muito mais rápido, especialmente se você busca leite, carne ou precocidade reprodutiva.

Já o touro tem um custo mais baixo de implantação, mas fica limitado a poucos anos de uso e a um rebanho pequeno.


 Conclusão – Decida com estratégia

A melhor escolha depende do seu objetivo produtivo e da realidade da sua fazenda. Muitos produtores optam por um sistema misto, utilizando touro em parte do rebanho e IA nas vacas de maior valor genético.


 FAQ – Perguntas Frequentes

1. A inseminação artificial tem mais chance de prenhez que o touro?
Depende do manejo. Em rebanhos bem conduzidos, a IATF pode alcançar taxas de prenhez entre 50% e 60%, muito próximo ou superior ao desempenho de alguns touros.

2. Posso fazer inseminação em vacas de primeira cria?
Sim! Desde que estejam em boas condições corporais e sejam bem manejadas, podem ser inseminadas com segurança.

3. Preciso descartar o touro se começar a inseminar?
Não necessariamente. Muitos produtores mantêm touros para repasse ou em rebanhos que não participam da IATF.

4. Quantas vacas um touro cobre por estação?
Um touro bem avaliado cobre de 25 a 40 vacas por estação, dependendo da idade e da rusticidade.



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