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Manejo de Pastagens no Inverno: Como Manter o Capim Produtivo na Seca



Como manter a pastagem produtiva nos meses mais secos



O inverno no Brasil, especialmente nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul, costuma trazer temperaturas mais baixas e redução significativa das chuvas. Isso afeta diretamente a produtividade das pastagens, podendo comprometer o desempenho do rebanho. Mas com um bom manejo de pastagens no inverno, é possível garantir alimento de qualidade mesmo nos meses mais secos.

Neste artigo, você vai entender quais práticas adotar para proteger o pasto, manter a nutrição dos animais e atravessar a estação fria sem prejuízos.

Dicas de manejo, irrigação e escolha de forrageiras resistentes

1. Planejamento estratégico é a chave

O primeiro passo para um bom manejo de pastagem no inverno começa no verão e outono. Um planejamento forrageiro bem feito prevê o uso racional das áreas e o preparo do solo para enfrentar a seca. Rotacionar o pastejo e evitar superpastejo são práticas fundamentais para preservar a estrutura do capim.

2. Escolha de forrageiras adaptadas ao frio

Nem todo capim suporta bem o frio. Por isso, apostar em espécies forrageiras resistentes ao inverno pode ser a diferença entre sucesso e prejuízo. Algumas opções indicadas são:

  • Azevém (Lolium multiflorum) – Ideal para regiões de clima mais frio e úmido.
  • Aveia preta (Avena strigosa) – Excelente alternativa de rápido crescimento e boa aceitação pelos animais.
  • Capim Tifton 85 – Apesar de sofrer com geadas, é uma ótima opção se houver irrigação.
  • Capim Coastcross e Capim Aruana – Mostram boa persistência mesmo com o estresse hídrico.

3. Uso da irrigação em pastagens

A irrigação pode ser uma aliada estratégica nas áreas mais secas do país. Ainda que não seja viável em toda a propriedade, sistemas localizados ou aspersão podem manter pequenas áreas verdes para pastejo rotacionado durante o inverno. Isso ajuda a aliviar a pressão sobre outras áreas.

4. Suplementação e conservação de forragem

Para garantir a nutrição dos animais, é essencial utilizar reservas como:

  • Silagem de milho ou sorgo
  • Feno de capim
  • Ensilagem de capim elefante
  • Cana-de-açúcar com ureia

Esses recursos devem ser bem armazenados durante os períodos de alta produtividade e utilizados estrategicamente no inverno.

5. Controle de plantas invasoras

Com o enfraquecimento das forrageiras no inverno, as plantas invasoras podem dominar áreas da pastagem. O monitoramento constante e, se necessário, o uso de herbicidas seletivos ajudam a manter a área limpa para a rebrota no período das águas.

Conclusão

Com planejamento, escolha adequada de forrageiras e suplementação estratégica, o produtor pode atravessar o inverno sem comprometer a produção de carne ou leite. O segredo está em conhecer bem o seu solo, o clima da região e adaptar o manejo de forma preventiva.


👉 Veja como cuidar do seu pasto no frio e garantir nutrição para o rebanho!
Acompanhe mais dicas no Vacada Boa e compartilhe esse conteúdo com outros produtores que enfrentam os desafios do inverno no campo.



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Touro ou Inseminação Artificial: Qual o Melhor para Aumentar a Prenhez do Rebanho?




🐮 Touro ou Inseminação Artificial: Qual a Melhor Escolha para sua Fazenda?

 Touro ou Inseminação Artificial? Entenda as Diferenças e Escolha com Segurança

Introdução – O dilema reprodutivo do produtor rural

Na hora de aumentar a produtividade do rebanho, uma dúvida surge para muitos pecuaristas: investir em um touro ou partir para a inseminação artificial (IA)? Ambas as estratégias têm vantagens e desafios, e a escolha depende de fatores como escala da fazenda, estrutura disponível, objetivo genético e até mesmo clima.


 Monta Natural com Touro – Simplicidade e menor custo inicial


A monta natural, feita com touro reprodutor, é a forma mais tradicional e direta de reprodução no campo.
Principais vantagens:

  • Ideal para pequenas propriedades com poucos animais;
  • Não exige estrutura complexa nem mão de obra treinada;
  • Ciclo reprodutivo natural e menos intervenção humana.

Desvantagens:

  • Risco de doenças venéreas se o touro não for testado;
  • Limitação genética: o touro cobre apenas um número limitado de vacas;
  • Manutenção e alimentação do touro ao longo do ano.

Inseminação Artificial – Tecnologia e genética de ponta

A Inseminação Artificial (IA) tem avançado muito nos últimos anos, especialmente com técnicas como a IATF (Inseminação Artificial em Tempo Fixo).

Vantagens da IA:

  • Acesso à genética de touros campeões e avaliados;
  • Melhora genética acelerada do rebanho;
  • Controle sanitário superior (evita doenças reprodutivas);
  • Mais vacas podem ser inseminadas por ciclo.

Desvantagens:

  • Exige conhecimento técnico ou apoio de um veterinário;
  • Custo com hormônios e mão de obra especializada;
  • Requer planejamento e estrutura mínima (curral, manejo, identificação das vacas).

 Quando escolher cada um?

Situação da Fazenda Melhor Opção
Pequeno rebanho e baixa estrutura Touro
Foco em melhoramento genético Inseminação
Busca por padronização do rebanho Inseminação
Manejo simples e tradicional Touro
Alta taxa de prenhez e organização Inseminação (com IATF)

 Custo-benefício – o que compensa mais a longo prazo?

Apesar do custo inicial da inseminação ser maior, a IA entrega um retorno genético e produtivo muito mais rápido, especialmente se você busca leite, carne ou precocidade reprodutiva.

Já o touro tem um custo mais baixo de implantação, mas fica limitado a poucos anos de uso e a um rebanho pequeno.


 Conclusão – Decida com estratégia

A melhor escolha depende do seu objetivo produtivo e da realidade da sua fazenda. Muitos produtores optam por um sistema misto, utilizando touro em parte do rebanho e IA nas vacas de maior valor genético.


 FAQ – Perguntas Frequentes

1. A inseminação artificial tem mais chance de prenhez que o touro?
Depende do manejo. Em rebanhos bem conduzidos, a IATF pode alcançar taxas de prenhez entre 50% e 60%, muito próximo ou superior ao desempenho de alguns touros.

2. Posso fazer inseminação em vacas de primeira cria?
Sim! Desde que estejam em boas condições corporais e sejam bem manejadas, podem ser inseminadas com segurança.

3. Preciso descartar o touro se começar a inseminar?
Não necessariamente. Muitos produtores mantêm touros para repasse ou em rebanhos que não participam da IATF.

4. Quantas vacas um touro cobre por estação?
Um touro bem avaliado cobre de 25 a 40 vacas por estação, dependendo da idade e da rusticidade.



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Girolando: A Raça Leiteira Ideal para o Brasil e os Trópicos – Rusticidade e Alta Produção de Leite

 




Girolando: O Gado do Brasil e dos Trópicos

O Girolando é muito mais do que uma raça leiteira: é um verdadeiro símbolo da pecuária brasileira. Com rusticidade, alta produção de leite e adaptação ao calor tropical, essa raça híbrida caiu no gosto dos produtores de leite de norte a sul do país.

Neste artigo, você vai entender por que o Girolando é o gado ideal para os trópicos e descobrir como ele pode transformar os resultados da sua fazenda.

O que é o Gado Girolando?

O Girolando é uma raça sintética formada pelo cruzamento entre o gado Gir (zebuíno, rústico e tropical) e o gado Holandês (taurino, de alta produção leiteira). O objetivo é unir o melhor dos dois mundos: produtividade com resistência ao calor e doenças tropicais.

Por que o Girolando é o Gado dos Trópicos?

1. Adaptação ao Clima Quente

O Girolando suporta altas temperaturas e umidade com facilidade, algo que vacas puramente holandesas não conseguem. Isso significa menos estresse térmico e mais produção de leite em regiões quentes.

2. Rusticidade e Longevidade

Essa raça é mais resistente a carrapatos, doenças tropicais e condições de pastagem extensiva. Além disso, possui boa fertilidade e longevidade produtiva.

3. Produção de Leite Acima da Média

Vacas 3/4 Girolando (75% Holandês x 25% Gir) são capazes de produzir entre 20 a 35 litros de leite por dia, dependendo do manejo, com a vantagem de serem menos exigentes que as vacas puras holandesas.

4. Facilidade de Manejo e Temperamento

O Girolando tem temperamento mais dócil, facilitando o manejo em sistemas familiares e profissionais. Isso reduz acidentes e melhora o bem-estar animal.


Sistema de Cruzamento e Gradações do Girolando

As principais composições genéticas do Girolando são:

  • 1/2 Holandês x 1/2 Gir (50%)
  • 3/4 Holandês x 1/4 Gir (75%) – Mais produtiva
  • 5/8 Holandês x 3/8 Gir (62,5%)
  • 7/8 Holandês x 1/8 Gir (87,5%) – Muito leiteira, menos rústica
  • 3/8 Holandês x 5/8 Gir (37,5%) – Mais rústica

Essa flexibilidade permite ao criador ajustar a genética de acordo com o sistema de produção da fazenda.


Girolando e a Pecuária Brasileira



Mais de 80% do leite produzido no Brasil vem de vacas mestiças, principalmente Girolando. O sucesso da raça é tão grande que já ultrapassou fronteiras, sendo exportada para países da América Latina e África.

O Programa Nacional de Melhoramento do Girolando, com apoio da Embrapa, vem selecionando animais mais produtivos e adaptados ao nosso clima, elevando ainda mais o padrão da raça.


FAQ – Perguntas Frequentes sobre o Gado Girolando

Qual é a origem do Girolando?

A raça surgiu no Brasil a partir do cruzamento entre o Gir Leiteiro e o Holandês, com o objetivo de criar uma vaca leiteira produtiva e adaptada ao clima tropical.


Quanto leite produz uma vaca Girolando?

Depende da composição genética e do manejo. Vacas 3/4 produzem entre 20 e 35 litros por dia, podendo ultrapassar esse número com dieta balanceada e conforto térmico.


O Girolando pode ser criado a pasto?

Sim! É uma das maiores vantagens da raça. Vacas Girolando se adaptam bem ao pastejo rotacionado, com menor necessidade de concentrado em relação a vacas puras holandesas.


Qual o melhor grau de sangue do Girolando para minha fazenda?

  • 3/4 – Para maior produção de leite e manejo semi-intensivo
  • 1/2 ou 5/8 – Para sistemas mais rústicos, com menos custo
  • 7/8 – Ideal para sistemas intensivos, com bom conforto térmico

O Girolando serve para corte?

Embora seja voltado à produção leiteira, os machos podem ser usados para corte com bom rendimento, principalmente se houver suplementação.


Conclusão: Por que Investir no Girolando?



Se você quer vacas produtivas, resistentes ao clima do Brasil e de fácil manejo, o Girolando é a escolha certa. Com o avanço da genética e boas práticas de manejo, essa raça garante leite na medida certa para quem vive nos trópicos.



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Doença do Olho Branco

 




👁️ Cerato Conjuntivite Bovina: Como Proteger Seus Animais da “Doença do Olho Branco”

O Que é Cerato Conjuntivite Bovina?

A cerato conjuntivite infecciosa bovina (CCIB), também conhecida como doença do olho branco, é uma enfermidade ocular altamente contagiosa que afeta bovinos, principalmente em épocas quentes e secas. Causada pela bactéria Moraxella bovis, essa infecção pode levar à cegueira parcial ou total se não tratada rapidamente.

Ela atinge tanto bezerros quanto animais adultos e compromete não apenas a qualidade de vida dos bovinos, mas também reduz o ganho de peso, afeta a produção leiteira e aumenta os custos com tratamentos e manejo.


Quais os Principais Sintomas da Cerato Conjuntivite?

Os sintomas podem variar conforme o estágio da infecção, mas os mais comuns incluem:

  • Lacrimejamento excessivo;
  • Inchaço das pálpebras;
  • Sensibilidade à luz (fotofobia);
  • Secreção amarelada ou purulenta;
  • Opacidade na córnea (olho branco);
  • Úlcera na superfície do olho.

Em muitos casos, os animais atingidos se isolam do rebanho e evitam se alimentar, o que compromete o desempenho produtivo.


Como a Doença é Transmitida?

A cerato conjuntivite se espalha rapidamente por contato direto e principalmente por moscas que pousam nos olhos dos animais, agindo como vetores. Por isso, controle de ectoparasitas é fundamental para prevenir surtos.

Outros fatores que favorecem o surgimento da doença incluem:

  • Poeira em excesso;
  • Raios solares intensos;
  • Lesões causadas por pastagens ásperas;
  • Ambientes secos e com aglomeração de animais.

Como Tratar a Cerato Conjuntivite nos Bovinos?

O tratamento envolve principalmente o uso de antibióticos específicos, geralmente por via ocular (colírios ou pomadas) ou injetável, dependendo da gravidade. Em casos mais severos, pode ser necessário o tampão ocular, para proteger o olho enquanto cicatriza.

Dica de manejo: Isolar o animal doente e oferecer sombra, água limpa e alimentação adequada acelera o processo de recuperação.


Como Prevenir a Cerato Conjuntivite Bovina?

Prevenção é sempre o melhor remédio. Veja algumas práticas eficientes:

  • Controle rigoroso de moscas com produtos específicos;
  • Evitar superlotação em piquetes e currais;
  • Fornecer sombra natural ou artificial;
  • Cuidar da limpeza dos bebedouros e cochos;
  • Fazer inspeções visuais frequentes nos olhos do rebanho.

Vacinas comerciais contra Moraxella bovis também estão disponíveis e são recomendadas em propriedades com histórico recorrente da doença.


Cerato Conjuntivite Prejudica o Bolso do Produtor

Além do bem-estar animal, a CCIB representa prejuízo direto para o produtor rural:

  • Redução na produção leiteira e ganho de peso;
  • Aumento nos custos com medicamentos e manejo;
  • Risco de perda de valor de mercado do animal;
  • Gastos com mão de obra para tratamentos.

Investir em prevenção é investir em produtividade!


FAQ – Perguntas Frequentes sobre Cerato Conjuntivite em Bovinos

A cerato conjuntivite é zoonose?
Não. Essa doença não é transmitida para humanos.

Quantos dias leva para o bovino se recuperar?
Com tratamento adequado, a recuperação pode ocorrer entre 5 e 10 dias.

O uso de tampão no olho é obrigatório?
Não é obrigatório, mas é altamente recomendado nos casos graves para acelerar a cicatrização.

Posso usar tratamento caseiro?
Evite. Soluções caseiras podem agravar o quadro. Procure sempre um médico veterinário.


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Casqueamento Bovino: Como Fazer, Benefícios e Quando Aplicar no Rebanho Leiteiro e de Corte

 




Casqueamento Bovino: Técnica Essencial para a Saúde e Bem-Estar do Rebanho

Casqueamento de Bovinos: O que é e por que é tão importante?

O casqueamento bovino é uma prática essencial no manejo sanitário de gado leiteiro e de corte. Consiste no corte e na correção do casco dos animais para prevenir e tratar lesões, principalmente aquelas causadas por desgaste irregular, infecções ou problemas de locomoção.

Essa técnica simples, mas estratégica, influencia diretamente o bem-estar animal, a produtividade leiteira e o desempenho zootécnico, principalmente em propriedades rurais de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e outras regiões produtoras do Brasil.


Benefícios do Casqueamento Correto no Gado

🐮 Evita Problemas Locomotores

Quando o casco cresce de forma desbalanceada, o animal passa a pisar de forma errada, gerando desconforto e até claudicação (mancar). O casqueamento regular evita esse tipo de problema.

🦠 Reduz Risco de Infecções

Casqueamento preventivo diminui a incidência de doenças como pododermatite e laminite, que prejudicam a movimentação e o desempenho reprodutivo do rebanho.

💰 Aumenta a Produtividade

Vacada que caminha bem vai até o cocho, bebe água e se alimenta corretamente. Resultado: mais leite no balde e melhor ganho de peso.


Quando e com que frequência fazer o casqueamento bovino?

⏱️ Frequência Ideal

O casqueamento preventivo deve ser feito a cada 6 a 8 meses. Já o casqueamento corretivo deve ser realizado sempre que houver sinais de problema nos cascos, como:

  • Mancar
  • Dificuldade ao levantar
  • Casco deformado ou quebradiço
  • Mau odor ou secreções

☀️ Melhor época do ano

É recomendado realizar o casqueamento durante a seca, pois os animais não estão enfrentando lama ou umidade excessiva, o que favorece a recuperação dos cascos.


Como é feito o casqueamento bovino?






Etapas do casqueamento:

  1. Contenção segura do animal
  2. Limpeza dos cascos com escova e água
  3. Remoção do excesso de casco com alicate apropriado
  4. Nivelamento da sola para corrigir o apoio
  5. Aplicação de medicação (se necessário)

⚠️ Importante: O casqueamento deve ser realizado por profissional capacitado, como técnico agropecuário ou veterinário, para evitar danos ao casco vivo.


Equipamentos necessários

  • Alicate de casqueamento
  • Faca ou formão de casco
  • Escova e água para limpeza
  • Contenção tipo brete ou tronco
  • Luvas e material antisséptico

FAQ – Perguntas Frequentes sobre Casqueamento Bovino

1. Qual o custo médio de um casqueamento bovino?

O valor pode variar de R$ 25 a R$ 60 por animal, dependendo da região e do tipo de serviço (preventivo ou corretivo).

2. Casqueamento dói no animal?

Quando feito corretamente, o casqueamento não dói. A parte retirada é como unha humana — sem sensibilidade.

3. Todo tipo de gado precisa de casqueamento?

Sim. Tanto gado leiteiro quanto de corte, principalmente em sistemas intensivos ou confinados.

4. Casqueamento pode melhorar a fertilidade do rebanho?

Indiretamente, sim. Vacas com dor não entram em cio normalmente e reduzem sua eficiência reprodutiva.

5. É possível fazer casqueamento em bezerros?

Em geral, não é necessário, pois os cascos estão em desenvolvimento. Mas em casos de má formação, o técnico pode intervir precocemente.


Conclusão

O casqueamento bovino é mais do que uma questão estética — é manejo, é saúde, é produtividade. Em propriedades bem manejadas de leite e corte em Minas Gerais, São Paulo, Paraná e todo o Brasil rural, o casqueamento preventivo faz parte do calendário de manejo de sucesso.

Não espere a vaca mancar para agir. Cuide dos cascos com regularidade e veja o reflexo direto na produtividade da fazenda.


📣 Gostou do conteúdo?
👉 Acompanhe o Vacada Boa e fique por dentro de dicas, técnicas e novidades para sua propriedade rural!

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MegaLeite 2025 em Belo Horizonte: A Maior Feira de Pecuária Leiteira do Brasil

 




MegaLeite 2025: A Maior Vitrine da Pecuária Leiteira do Brasil

Um Evento Imperdível para Criadores, Produtores e Apaixonados pelo Leite

A MegaLeite 2025, realizada em Belo Horizonte (MG), promete ser mais uma vez o grande ponto de encontro da pecuária leiteira brasileira. Com previsão de milhares de visitantes, criadores, técnicos e expositores, a feira é referência nacional e movimenta a economia do setor com exposições, leilões, cursos e debates de alto nível.

Onde e Quando Acontece a MegaLeite 2025?

O evento acontecerá entre 18 e 22 de junho, no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte, Minas Gerais — o coração da pecuária leiteira nacional. A estrutura é pensada para oferecer conforto, inovação e oportunidades para quem vive do leite.



Por Que a MegaLeite é Tão Importante Para o Setor Leiteiro?

Encontro dos Melhores Criadores de Gado Leiteiro do País

Durante a MegaLeite, as principais raças leiteiras do Brasil são expostas, com destaque para o Girolando, o Gir Leiteiro, o Holandês, além de raças em ascensão como Jersey e Pardo Suíço.

Além disso, o evento é palco de julgamentos técnicos, onde a genética de ponta é apresentada e avaliada, influenciando os rumos do melhoramento genético bovino no país.

Leilões, Negócios e Oportunidades Para o Produtor

A feira movimenta milhões em negócios com leilões de bezerras, touros e vacas de alta produção leiteira, além de venda de embriões e sêmen de touros provados. É uma excelente vitrine para quem trabalha com criação de gado leiteiro de qualidade.


O Que Esperar da MegaLeite 2025?

 Inovação, Tecnologia e Conhecimento

A MegaLeite 2025 vai além dos animais. O evento conta com:

  • Palestras e workshops sobre nutrição animal, sanidade, manejo e reprodução bovina;
  • Espaços voltados à tecnologia no campo, com soluções em robótica, automação de ordenha e softwares de gestão pecuária;
  • Lançamentos de produtos, equipamentos e serviços voltados para o pecuarista de leite.

 Conexão com o Futuro da Pecuária Leiteira

Produtores de leite de todos os tamanhos, estudantes de veterinária e zootecnia, técnicos agrícolas, empresas do agro e investidores encontram na MegaLeite um ambiente ideal para fazer networking, buscar parcerias e crescer dentro do agro brasileiro.


MegaLeite e o Produtor Rural: Valorização da Pecuária Familiar

Um dos diferenciais do evento é o espaço dado aos pequenos e médios produtores de leite, com programas de capacitação e orientação técnica, incentivando a profissionalização do setor e o aumento da eficiência produtiva nas fazendas.

💡 Se você é do campo, a MegaLeite é o lugar certo para aprender, comprar, vender e fazer bons negócios no leite!


FAQ – Perguntas Frequentes Sobre a MegaLeite 2025

📍 Onde acontece a MegaLeite 2025?
No Parque da Gameleira, em Belo Horizonte – MG.

🗓 Quando será a MegaLeite?
De 18 a 22 de junho de 2025.

🐄 Quais raças estarão presentes?
Girolando, Gir Leiteiro, Holandês, Jersey, Pardo Suíço e outras raças leiteiras.

🎯 A entrada é gratuita?
Algumas atividades são abertas ao público, outras exigem inscrição prévia.

🤝 Posso participar como expositor?
Sim! A feira é aberta a criadores, empresas do setor e produtores.


Conclusão: MegaLeite 2025 – Um Evento Que Todo Criador Precisa Conhecer

A MegaLeite é mais do que uma feira: é um movimento em prol da pecuária leiteira nacional, reunindo o que há de melhor em genética, manejo e tecnologia. Se você trabalha com leite ou deseja se aprofundar no setor, não pode ficar de fora dessa edição histórica.


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Rusticidade do Gado Girolando: A Raça Ideal para Clima Quente e Pasto no Centro-Oeste e Sudeste

 




A Rusticidade do Gado Girolando: A Raça Ideal para Regiões de Clima Tropical

O gado Girolando tem ganhado cada vez mais espaço nas fazendas brasileiras, principalmente nas regiões de clima quente e pasto extensivo, como no Cerrado, Nordeste e Sudeste do Brasil. Sua rusticidade é um dos principais fatores que fazem da raça uma escolha certeira para produtores que buscam produtividade, resistência e adaptação ao campo.

O que é o gado Girolando?

O Girolando é uma raça sintética, fruto do cruzamento entre o Gado Gir (zebuíno) e o Gado Holandês (europeu). O resultado dessa união é um animal que carrega o melhor dos dois mundos: a alta produção de leite do Holandês com a resistência e rusticidade do Gir.

O grau de sangue mais utilizado no Brasil é o 5/8 Holandês e 3/8 Gir, justamente pela combinação ideal entre produtividade e adaptação ao ambiente tropical.

Por que a rusticidade do Girolando é um diferencial no campo?

A rusticidade do Girolando não é apenas uma característica desejável — é uma vantagem competitiva real para o produtor rural. Veja abaixo os principais pontos que tornam essa raça tão valiosa para propriedades em regiões quentes e com manejo a pasto:

1. Alta resistência ao calor e clima tropical

O Girolando suporta muito bem as altas temperaturas, comum nas regiões como Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Bahia e Mato Grosso do Sul. Enquanto vacas de raças europeias puras sofrem com estresse térmico, o Girolando mantém sua produção mesmo nos meses mais quentes do ano.

2. Adaptação ao pastejo direto

Diferente de raças mais exigentes, o Girolando se desenvolve muito bem em sistemas extensivos de pastagem, como Tifton 85, Mombaça, Braquiária e outras forrageiras tropicais. Essa capacidade reduz os custos com suplementação e manejo intensivo.

3. Baixa exigência nutricional

Outra prova da rusticidade da raça é a eficiência alimentar. Mesmo com pasto de média qualidade, o Girolando consegue manter bom escore corporal e produção de leite, sendo ideal para pequenos e médios produtores que dependem de sistemas menos tecnificados.

4. Resistência a parasitas e doenças tropicais

Por ter herança genética zebuína, o Girolando apresenta maior resistência a carrapatos, bernes e doenças como tristeza parasitária. Essa característica reduz a necessidade de tratamentos frequentes, diminuindo o custo com medicamentos e o estresse nos animais.

Girolando em propriedades com manejo simples: economia e produtividade

Em fazendas onde a estrutura é mais simples, muitas vezes sem ordenha robotizada ou refrigeração avançada, o Girolando demonstra sua força. A facilidade no manejo, docilidade e rusticidade tornam a raça ideal para quem trabalha no dia a dia do campo, principalmente em áreas onde o acesso à tecnologia é limitado.

“Aqui no interior de Minas, onde o pasto é o principal alimento do gado, o Girolando é o que aguenta firme. A vaca pode andar bastante atrás do capim e ainda assim mantém uma boa lactação.”
— Depoimento de produtor em Itapagipe (MG).

Considerações finais: vale a pena investir em Girolando?

Se você está em uma região de clima quente, usa manejo a pasto e busca resistência com boa produção de leite, o Girolando é uma das melhores escolhas que você pode fazer. Sua rusticidade o torna mais econômico, fácil de criar e ideal para pequenas, médias ou grandes propriedades.

Na Vacada Boa, sempre reforçamos a importância de escolher animais que combinem adaptação regional com retorno econômico. E o Girolando é, sem dúvida, um exemplo perfeito dessa combinação.



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