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Seleção de Matrizes Gir Leiteiro: 7 Características Fundamentais Além da Produção

 




Seleção de Matrizes Gir Leiteiro: 7 Características Fundamentais Além da Produção

A escolha de matrizes Gir Leiteiro de qualidade é um passo essencial para o sucesso de qualquer programa de melhoramento genético ou aumento da produtividade em sistemas de leite a pasto. Embora a produção leiteira seja um critério central, outras características impactam diretamente a eficiência, longevidade e rentabilidade do rebanho.

Neste artigo, você confere 7 critérios fundamentais além da produção para selecionar vacas Gir Leiteiro com potencial genético e zootécnico superior.


Checklist para Seleção de Matrizes Gir Leiteiro

1. Conformação Corporal

  • Estrutura corporal equilibrada e funcional.
  • Garupa larga e bem nivelada (facilita o parto).
  • Bons aprumos e cascos corretos (favorecem a locomoção).
  • Ubre bem implantado e simétrico.

Por que é importante? Conformações inadequadas podem comprometer a vida produtiva e aumentar os riscos de lesões e mastites.


2. Longevidade Produtiva

  • Histórico de partos regulares ao longo dos anos.
  • Mínima ocorrência de descarte precoce por problemas reprodutivos ou de saúde.
  • Boa persistência de lactação.

Por que é importante? Vacas longevas reduzem os custos com reposição e maximizam o retorno sobre o investimento.


3. Fertilidade

  • Intervalo entre partos adequado (< 13 meses).
  • Alta taxa de concepção em IATF ou monta natural.
  • Boa recuperação pós-parto.

Por que é importante? Fertilidade está diretamente ligada à eficiência reprodutiva do sistema.


4. Facilidade de Ordenha

  • Temperamento dócil e comportamento calmo no momento da ordenha.
  • Tetos bem posicionados e de tamanho adequado.

Por que é importante? Facilita o manejo, reduz o estresse do animal e diminui os riscos de acidentes ou mastite.


5. Saúde do Úbere

  • Baixa contagem de células somáticas (CCS).
  • Ausência de mastites clínicas ou subclínicas.
  • Ubre com ligamentos fortes e pele saudável.

Por que é importante? Um úbere saudável mantém a qualidade do leite e evita perdas econômicas.


6. Capacidade Materna e Comportamento Maternal

  • Boas habilidades maternas no pós-parto.
  • Instinto protetor equilibrado (sem agressividade excessiva).

Por que é importante? Favorece a sobrevivência do bezerro e o bem-estar animal.


7. Adaptação ao Sistema de Produção

  • Boa performance em sistema a pasto ou semi-confinado.
  • Resistência a estresse térmico e endo/ectoparasitas.
  • Capacidade de aproveitar bem o volumoso disponível.

Por que é importante? A adaptabilidade garante maior desempenho sob condições reais da propriedade.


Conclusão

Selecionar matrizes Gir Leiteiro é um processo que vai muito além da medição de litros de leite. Vacas equilibradas, funcionais e férteis representam um investimento sólido e sustentável. Utilize este checklist como ferramenta de apoio nas visitas a rebanhos, avaliações de fêmeas jovens e decisões de compra.




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Pastagens para Girolando: As 5 Forrageiras Mais Eficientes em Conversão Leite/Hectare

 



Pastagens para Girolando: As 5 Forrageiras Mais Eficientes em Conversão Leite/Hectare

A produtividade do rebanho Girolando depende diretamente da qualidade da pastagem. Entre as inúmeras opções de forrageiras disponíveis, algumas se destacam pela eficiência na conversão de forragem em leite, especialmente em sistemas a pasto intensificado. Neste artigo, vamos comparar as 5 forrageiras mais eficientes para sistemas com Girolando, considerando produção de matéria seca/hectare, digestibilidade, valor nutricional e adaptação ao clima tropical.

Critérios da Comparação

  • Produção de matéria seca por hectare
  • Teor de proteína bruta
  • Digestibilidade da forragem
  • Facilidade de manejo
  • Adaptação ao pastejo rotacionado

1. Capim Tifton 85



  • Produção de MS/ha/ano: 18–22 toneladas
  • PB: 12–16%
  • Digestibilidade: Alta (65–75%)
  • Pontos fortes: Resposta excelente à adubação, ideal para manejo intensivo com irrigação.
  • Indicação: Vacas de alta produção em sistema rotacionado intensivo.

2. Capim Mombaça



  • Produção de MS/ha/ano: 20–30 toneladas
  • PB: 10–14%
  • Digestibilidade: Média a alta (55–65%)
  • Pontos fortes: Alta produtividade, bom sombreamento, tolerância ao pastejo moderado.
  • Indicação: Pastagens com alta taxa de lotação, manejo rotacionado rigoroso.

3. Capim BRS Paiaguás



  • Produção de MS/ha/ano: 16–20 toneladas
  • PB: 10–13%
  • Digestibilidade: Alta (62–68%)
  • Pontos fortes: Boa produtividade no período seco, excelente alternativa para sequeiro.
  • Indicação: Sistemas que enfrentam estacionalidade de chuvas.

4. Capim BRS Quênia



  • Produção de MS/ha/ano: 18–24 toneladas
  • PB: 12–15%
  • Digestibilidade: Muito alta (68–78%)
  • Pontos fortes: Ciclo curto, ótima para pastejo rotacionado com lotações elevadas.
  • Indicação: Pequenas e médias propriedades que buscam eficiência no uso do solo.

5. Capim Brachiaria BRS Piatã



  • Produção de MS/ha/ano: 14–18 toneladas
  • PB: 9–12%
  • Digestibilidade: Média (55–60%)
  • Pontos fortes: Rusticidade, bom desempenho em solos de média fertilidade.
  • Indicação: Sistemas menos intensivos, com menor adubação.



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Créditos para Melhoramento Genético: Como Investir na Qualidade do Rebanho

 




Créditos para Melhoramento Genético: Como Investir na Qualidade do Rebanho




O melhoramento genético é uma das estratégias mais eficientes para aumentar a produtividade e a lucratividade da pecuária. No entanto, muitos produtores enfrentam dificuldades financeiras para investir nessa tecnologia. É aí que entram os créditos para melhoramento genético, que oferecem condições acessíveis para transformar a genética do rebanho.

O Que São Créditos para Melhoramento Genético?

Créditos para melhoramento genético são linhas de financiamento oferecidas por bancos, cooperativas e programas governamentais, voltadas para a aquisição de sêmen, embriões, reprodutores ou serviços de inseminação artificial e fertilização in vitro.

Principais Finalidades do Crédito Genético

  • Compra de touros e matrizes melhoradas
  • Aquisição de sêmen ou embriões de alta qualidade
  • Contratação de serviços de inseminação artificial (IA) ou fertilização in vitro (FIV)
  • Investimentos em estrutura para biotecnologia reprodutiva

Quais São as Linhas de Crédito Disponíveis?

Diversas instituições financeiras oferecem opções específicas para o produtor rural. Veja algumas das principais:

1. Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural)

Voltado para médios produtores, o Pronamp financia tecnologias de produção, incluindo genética. Tem juros baixos e prazos atrativos.

2. Pronaf Mais Alimentos

Ideal para agricultores familiares, o Pronaf inclui a possibilidade de investir em genética animal com taxas de juros subsidiadas.

3. Crédito Rural dos Bancos Privados

Bancos como Banco do Brasil, Bradesco e Sicredi também oferecem crédito rural com foco em melhoramento genético, mediante apresentação de projeto técnico.

Vantagens de Investir com Crédito

Aumento de Produtividade

Rebanhos melhorados geneticamente produzem mais leite, carne e são mais resistentes a doenças, aumentando o retorno financeiro.

Facilidade de Pagamento

As linhas de crédito permitem parcelar os custos do investimento, facilitando o acesso mesmo para pequenos e médios produtores.

Suporte Técnico

Alguns programas oferecem orientação técnica gratuita como parte do pacote de crédito, ajudando o produtor a obter melhores resultados.

Como Solicitar o Crédito?

  1. Procure um técnico agrícola ou zootecnista para elaborar um projeto de melhoramento genético.
  2. Escolha a instituição financeira que oferece a linha de crédito mais adequada.
  3. Apresente a documentação exigida, incluindo DAP, CAR e comprovação de capacidade produtiva.
  4. Aguarde a análise e liberação dos recursos para iniciar os investimentos no rebanho.

FAQ – Perguntas Frequentes

Qual a taxa de juros dos créditos para melhoramento genético?

Depende da linha escolhida. No Pronaf, por exemplo, os juros podem ser de até 5% ao ano, enquanto em bancos privados podem variar conforme o perfil do cliente.

Preciso de garantia para obter o crédito?

Sim, geralmente é exigida alguma forma de garantia (real ou pessoal), como hipoteca, penhor de bens ou avalista.

Posso usar o crédito para inseminação artificial?

Sim. Tanto o Pronaf quanto o Pronamp permitem o uso do crédito para inseminação artificial, FIV e compra de sêmen ou embriões.

Onde encontro orientação para elaborar o projeto?

Você pode procurar assistência técnica no sindicato rural, Emater, cooperativas ou contratar um zootecnista particular.



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A Importância da Genética Leiteira para a Produção Sustentável e Lucrativa

 




A Importância da Genética Leiteira para a Produção Sustentável e Lucrativa

A genética leiteira é um dos pilares da pecuária moderna. Por meio de técnicas de melhoramento genético, os produtores podem alcançar rebanhos mais produtivos, saudáveis e adaptados às condições ambientais, resultando em mais leite por animal e maior rentabilidade.

O que é genética leiteira?

A genética leiteira é o estudo e a aplicação de práticas que visam selecionar e reproduzir animais com características desejáveis para a produção de leite. Isso inclui a escolha de vacas e touros com boa conformação, alta produção leiteira, longevidade, fertilidade e resistência a doenças.

Como funciona o melhoramento genético?

O melhoramento genético ocorre por meio da seleção dos melhores indivíduos para reprodução. Com o uso de tecnologias como inseminação artificial (IA), fertilização in vitro (FIV) e análise genômica, é possível identificar e multiplicar genes favoráveis, acelerando o progresso genético do rebanho.


Benefícios da genética leiteira na fazenda

A adoção de um programa de melhoramento genético traz uma série de vantagens para o produtor rural:

1. Aumento da produção de leite

Animais geneticamente superiores produzem mais leite por lactação, o que reduz o custo por litro produzido e aumenta a lucratividade da atividade.

2. Melhoria da qualidade do leite

Além do volume, a genética pode melhorar a composição do leite, elevando teores de gordura e proteína, características valorizadas pela indústria.

3. Maior resistência a doenças

A seleção de animais com maior imunidade reduz a incidência de enfermidades como mastite, diminuindo os custos com medicamentos e perdas produtivas.

4. Eficiência reprodutiva

A genética também influencia a fertilidade, reduzindo intervalos entre partos e aumentando o número de crias por vaca ao longo da vida.

5. Sustentabilidade e bem-estar animal

Animais mais produtivos e saudáveis consomem menos recursos por litro de leite produzido, contribuindo para uma pecuária mais sustentável e com melhores índices de bem-estar.


Implementando um programa genético na sua propriedade

Para obter bons resultados com genética leiteira, é fundamental:

  • Definir objetivos claros de melhoramento;
  • Registrar e acompanhar os dados produtivos e reprodutivos do rebanho;
  • Escolher sêmen de touros com alta confiabilidade genética;
  • Investir em manejo, nutrição e sanidade para expressar o potencial genético dos animais.

FAQ – Perguntas Frequentes sobre Genética Leiteira

1. Qual é o papel da inseminação artificial na genética leiteira?

A inseminação artificial permite o uso de touros geneticamente superiores em grande escala, acelerando o melhoramento genético e reduzindo os custos com a manutenção de reprodutores na fazenda.

2. É necessário investir muito para melhorar a genética do rebanho?

Não necessariamente. O investimento pode ser gradual, começando com a inseminação artificial em vacas de melhor desempenho e adquirindo sêmen de touros com alto valor genético.

3. A genética substitui o manejo?

Não. A genética potencializa os resultados, mas o manejo, a alimentação e o cuidado com os animais continuam sendo essenciais para o sucesso da produção.

4. Quanto tempo leva para ver os resultados do melhoramento genético?

Os primeiros resultados podem ser observados já na próxima geração de bezerras. Porém, o impacto total se consolida ao longo de 2 a 3 gerações, com ganhos acumulativos e duradouros.


Se você quer aumentar a produtividade do seu rebanho leiteiro e garantir um negócio mais eficiente e lucrativo, investir em genética leiteira é o caminho certo. Comece agora e colha os frutos no futuro!



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Coromandel FIV Cabo Verde: Um Gigante da Raça Gir Leiteiro com Genética de Ponta e Produção Comprovada


Introdução: A Importância de Touros Provados como Coromandel FIV Cabo Verde para o Melhoramento Genético do Gir Leiteiro

O melhoramento genético contínuo é um pilar fundamental para o sucesso e a sustentabilidade da pecuária leiteira. A raça Gir Leiteiro, reconhecida por sua rusticidade, adaptabilidade ao clima tropical e qualidade do leite, tem se beneficiado enormemente do uso de touros provados, capazes de transmitir características superiores para suas progênies. Nesse contexto, o touro Coromandel FIV Cabo Verde (JCVL 2305) desponta como um exemplar de destaque, reunindo uma linhagem consistente, avaliação genética positiva e premiações que atestam seu valor para a raça. Este artigo técnico explora em detalhes a trajetória, as características e o impacto potencial de Coromandel FIV Cabo Verde no cenário do Gir Leiteiro nacional.


Genealogia de Campeão: A Linhagem Consistente de Coromandel FIV Cabo Verde

A força genética de um reprodutor reside, em grande parte, na qualidade de seus ancestrais. Coromandel FIV Cabo Verde ostenta um pedigree que combina algumas das linhagens mais importantes e produtivas da raça Gir Leiteiro.

•Pai: Jaguar TE do Gavião, um touro renomado e com progênie comprovada, conhecido por transmitir excelentes características leiteiras e de conformação.

•Mãe: Celebridade Morro D' Água (ou Celebridade), uma matriz de destaque. É importante ressaltar que Celebridade não possui CA Sansão em sua linhagem direta, sendo filha de Impressor de Brasília em uma vaca da linhagem NOBRE velho (Chave de Ouro), uma combinação que agrega valor genético diferenciado.

•Avô Materno: Impressor de Brasília, outro nome de peso na raça, com contribuições significativas para o melhoramento genético.

•Avó Materna: Montanha II LF, complementando a consistência genética da linha materna.

•Irmão Completo: O sucesso da linhagem é reforçado pela existência de Garoa FIV Cabo Verde, irmã completa de Coromandel e considerada uma matriz modelo na raça.

Essa combinação de linhagens consagradas confere a Coromandel FIV Cabo Verde um potencial genético robusto, com grande probabilidade de transmitir características desejáveis para seus descendentes.


Características Marcantes e Avaliação Genética: O Perfil de Coromandel FIV Cabo Verde

Além de sua genealogia de peso, Coromandel FIV Cabo Verde apresenta características individuais e dados de avaliação genética que o qualificam como um reprodutor de elite.

•Data de Nascimento: 21/02/2016

•Registro Genealógico Definitivo (RGD): JCVL 2305

•Avaliação Genética: Touro Provado, o que significa que sua capacidade de transmitir características genéticas foi avaliada com base no desempenho de suas filhas, conferindo maior confiabilidade aos seus índices.

•Beta-Caseína A2A2: Uma característica cada vez mais valorizada no mercado de lácteos, pois o leite A2A2 é associado a uma melhor digestibilidade para algumas pessoas. A genotipagem A2A2 de Coromandel agrega valor à sua progênie.

•GPTA Leite (Capacidade Prevista de Transmissão para Leite): 554 kg (dados divulgados em setembro de 2024, segundo fontes). Este índice positivo indica uma expectativa de aumento na produção de leite de suas filhas em relação à média da base genética.

•Central de Inseminação: Sêmen disponível através da Alta Brasil, uma das principais centrais de genética do país, o que facilita o acesso à sua genética por criadores de todo o Brasil.

Premiações e Reconhecimentos: A Confirmação da Qualidade em Pista

O valor genético de Coromandel FIV Cabo Verde também foi reconhecido em importantes exposições da raça Gir Leiteiro, atestando sua conformação e padrão racial.

•1º Prêmio em Exposição: Conquistado em evento oficial da ABCGIL (Associação Brasileira dos Criadores de Gir Leiteiro), com José Coelho Vitor como expositor e criador (Fonte: girleiteiro.org.br/arquivos/exposicoes/1367.pdf).

•3º Prêmio em Exposição: Outra colocação de destaque em exposição oficial da ABCGIL, com Rodrigo Coelho Denipote como expositor e José Coelho Vitor como criador (Fonte: girleiteiro.org.br/arquivos/exposicoes/1569.pdf).

Essas premiações, obtidas em pistas de julgamento criteriosas, chancelam a qualidade fenotípica de Coromandel, complementando seus méritos genéticos.

Potencial de Produção e Progênie: O Legado de Coromandel para o Gir Leiteiro

O principal objetivo de um touro provado é gerar filhas com alta capacidade de produção de leite, aliada à saúde, longevidade e bom tipo funcional. Com um GPTA Leite positivo de 554 kg, Coromandel FIV Cabo Verde demonstra um forte potencial para contribuir significativamente para o aumento da produtividade dos rebanhos Gir Leiteiro. Embora dados individualizados e detalhados sobre a produção de cada uma de suas filhas em lactação ainda estejam sendo consolidados e divulgados amplamente em sumários e catálogos mais recentes, a sua avaliação genética já sinaliza um impacto positivo. A disponibilidade de seu sêmen pela Alta Brasil permite que criadores invistam em sua genética com a expectativa de obter animais superiores, capazes de impulsionar a rentabilidade da atividade leiteira.

Conclusão: Coromandel FIV Cabo Verde, Uma Escolha Estratégica para o Futuro do Gir Leiteiro

Coromandel FIV Cabo Verde (JCVL 2305) representa uma combinação valiosa de genealogia consistente, avaliação genética positiva para produção de leite (GPTA Leite de 554 kg), característica desejável como a Beta-Caseína A2A2, e reconhecimento em pistas de julgamento. Sua trajetória e os dados disponíveis o posicionam como uma ferramenta genética importante para os criadores de Gir Leiteiro que buscam rusticidade, produtividade e qualidade. A escolha de reprodutores provados como Coromandel é um passo estratégico para o avanço genético dos rebanhos, contribuindo para uma pecuária leiteira cada vez mais eficiente e rentável. A continuidade da avaliação de suas progênies certamente trará ainda mais informações sobre seu impacto e consolidará seu legado na raça.



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Controle de Mastite em Vacas Secas: Como Prevenir e Tratar de Forma Eficiente

 




Controle de Mastite em Vacas Secas: Como Prevenir e Tratar de Forma Eficiente

A mastite é uma das doenças mais comuns e prejudiciais no rebanho leiteiro. O período seco é um momento estratégico para o controle dessa enfermidade. Neste artigo, você vai aprender como prevenir a mastite em vacas secas e garantir a saúde do úbere, melhorar a produção futura e reduzir os custos com tratamentos.

Por que o Período Seco é Crucial para o Controle da Mastite?

Durante o período seco, as vacas não estão produzindo leite, o que permite uma ação mais eficaz contra agentes infecciosos que causam mastite. Além disso, é nesse momento que o tecido mamário se regenera, preparando-se para a próxima lactação. Um manejo adequado pode reduzir drasticamente os casos de mastite clínica e subclínica.

Estratégias de Controle de Mastite em Vacas Secas

1. Terapia de Secagem

A aplicação de antibióticos intramamários no momento da secagem é uma prática fundamental. A terapia pode ser:

  • Terapia seletiva: trata apenas vacas ou quartos com histórico de mastite.
  • Terapia total: trata todas as vacas do rebanho, independentemente do histórico.

2. Selantes Intramamários

Além do antibiótico, o uso de selantes intramamários cria uma barreira física contra a entrada de agentes patógenos, protegendo o úbere durante todo o período seco.

3. Manejo e Higiene

  • Realizar a secagem em ambiente limpo e tranquilo.
  • Higienizar bem os tetos antes da aplicação dos produtos.
  • Evitar estresse e superlotação nos piquetes de vacas secas.

Erros Comuns no Controle da Mastite em Vacas Secas

  • Ignorar o histórico de mastite do animal.
  • Aplicar produtos fora da validade ou mal conservados.
  • Não respeitar o tempo de carência dos medicamentos.

Benefícios do Controle Eficiente da Mastite

  • Aumento da produção de leite na lactação seguinte.
  • Redução do descarte de leite contaminado.
  • Menor uso de antibióticos ao longo do tempo.
  • Mais rentabilidade para o produtor.

FAQ: Perguntas Frequentes sobre Mastite em Vacas Secas

1. Toda vaca deve receber tratamento no período seco?
Não obrigatoriamente. A terapia seletiva pode ser usada com base em testes como CMT e histórico de CCS, mas em rebanhos com alta prevalência, a terapia total pode ser mais indicada.

2. O selante substitui o antibiótico?
Não. O selante é uma barreira física e não trata infecções. Ele deve ser usado em conjunto com o antibiótico para proteção completa.

3. Posso usar o mesmo produto para todas as vacas?
É essencial seguir a orientação do médico-veterinário, pois o tipo de tratamento pode variar conforme o histórico e o perfil do rebanho.

4. Quanto tempo antes do parto devo aplicar o tratamento?
O tratamento deve ser feito no momento da secagem, normalmente entre 45 e 60 dias antes da data prevista para o parto.


Produto Recomendado: Mastizone vs

O Mastizone vs é um kit completo para secagem de vacas, com antibiótico de ação prolongada e selante intramamário de alta eficácia. Ele proporciona:

  • Tratamento eficaz contra os principais agentes da mastite.
  • Proteção durante todo o período seco.
  • Praticidade na aplicação.

Garanta a saúde do seu rebanho e aumente sua produtividade!

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Manejo Reprodutivo Pós-Parto em Vacas de Alta Produção

 




Manejo Reprodutivo Pós-Parto em Vacas de Alta Produção

O período pós-parto é uma das fases mais críticas para o sucesso reprodutivo de vacas leiteiras de alta produção. Um manejo reprodutivo eficiente garante melhores índices de fertilidade, reduz o intervalo entre partos e melhora o desempenho produtivo do rebanho.

Importância do Manejo Reprodutivo no Pós-Parto

Vacas de alta produção estão mais propensas a distúrbios metabólicos e reprodutivos no pós-parto, como retenção de placenta, endometrite e anestro. Um protocolo bem estruturado pode minimizar esses problemas e otimizar a fertilidade.

Principais Desafios Reprodutivos no Pós-Parto

  • Desequilíbrios hormonais
  • Perda de escore corporal
  • Estresse térmico
  • Doenças uterinas

Estratégias de Manejo Reprodutivo Pós-Parto

1. Avaliação Clínica e Monitoramento

Realizar exames ginecológicos regulares, medição da temperatura corporal e avaliação da secreção uterina são essenciais para identificar vacas com problemas reprodutivos precocemente.

2. Suporte Nutricional

Uma dieta balanceada, rica em energia, proteínas e minerais, é fundamental para o retorno da ciclicidade ovariana. O uso de suplementos como propilenoglicol pode ajudar a reduzir os efeitos da cetose subclínica.

3. Protocolos Hormonais

O uso de protocolos baseados em hormônios, como o Ovsynch, auxilia na indução e sincronização do cio em vacas que apresentam anestro pós-parto.

4. Intervalo Ideal para Inseminação

O momento ideal para iniciar a inseminação artificial geralmente ocorre entre 45 a 60 dias pós-parto, dependendo da recuperação uterina e do escore corporal da vaca.

5. Controle de Doenças Reprodutivas

Vacinação contra doenças como IBR, BVD e leptospirose, além de práticas de biossegurança, contribuem para reduzir perdas reprodutivas.

Benefícios do Manejo Reprodutivo Eficiente

  • Redução do intervalo entre partos
  • Aumento da taxa de prenhez
  • Melhoria da produção de leite
  • Maior longevidade das vacas no rebanho

Perguntas Frequentes (FAQ)

Qual o melhor momento para iniciar o protocolo reprodutivo pós-parto?

O ideal é iniciar entre 30 e 45 dias após o parto, após avaliação clínica e recuperação completa do útero.

Vacas de alta produção têm mais dificuldades para emprenhar?

Sim, devido ao estresse metabólico e perda de condição corporal, é comum apresentarem anestro ou cios silenciosos.

É necessário usar hormônios em todas as vacas?

Não. O uso deve ser avaliado individualmente, mas protocolos hormonais ajudam bastante em vacas com anestro verdadeiro.

Como a nutrição influencia na fertilidade?

Diretamente. Déficits energéticos e minerais afetam a ciclicidade ovariana e aumentam os casos de retenção de placenta e metrite.

Quanto tempo após o parto a vaca deve estar prenha?

Idealmente, dentro de 90 a 120 dias após o parto, para manter a eficiência do sistema de produção.



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