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Você Está Usando o Colostro do Jeito Certo? Veja Como Potencializar a Nutrição das Bezerras

 



Adicionando Colostro ao Leite: Estratégia Inteligente para a Saúde das Bezerras

Por Michael Steele | Tradução: Rafael Azevedo
Publicado originalmente na Hoard’s Dairyman

A saúde das bezerras nos primeiros dias de vida é decisiva para o sucesso futuro do rebanho. Um tema que vem ganhando força é o uso prolongado do colostro, não apenas na primeira mamada, mas também como suplemento nas refeições seguintes. Essa abordagem pode ser uma grande aliada contra problemas comuns como a diarreia neonatal.

Métodos para Adicionar Colostro ao Leite

Após a alimentação inicial com colostro, é possível continuar oferecendo seus benefícios por mais alguns dias. Aqui vão algumas opções práticas:

1. Suplementação por 2 a 3 dias

Adicione colostro ou colostro em pó às mamadas de leite por dois ou três dias após o nascimento. Isso simula o leite de transição, que é naturalmente mais rico em anticorpos e nutrientes.

2. Colostro em pó

É uma alternativa prática, com composição consistente, fácil de armazenar, misturar e aquecer. Apesar de ser mais caro, reduz os riscos de variações na qualidade.

3. Leite de transição

Pode ser usado diretamente das vacas após o parto, mas é necessário resfriamento adequado para evitar a multiplicação de patógenos.

4. Cubos de colostro congelado

Uma ideia criativa é congelar o colostro em cubos de gelo e adicioná-los ao leite durante a primeira semana de vida. Essa prática pode ser prolongada caso o rebanho esteja enfrentando desafios com diarreias.

Cuidado com o Percentual de Sólidos

Ao adicionar colostro ou colostro em pó ao leite, é fundamental prestar atenção à concentração de sólidos:

  • Mantenha a alimentação com quantidades semelhantes às usadas com leite integral ou sucedâneo (em gramas por litro).
  • Não aumente a concentração de sólidos sem planejamento, pois isso pode causar sobrecarga digestiva.
  • Se necessário, dilua o colostro em pó para que sua concentração se aproxime da do leite comum ou sucedâneo.

Benefícios para a Fazenda

Suplementar a dieta das bezerras com colostro nos primeiros dias de vida oferece vantagens importantes:

  • Melhor proteção imunológica: Reforça a defesa contra agentes infecciosos nos primeiros dias críticos.
  • Menor incidência de doenças: Especialmente útil em fazendas com histórico de diarreia em animais jovens.
  • Desenvolvimento mais saudável: Bezerras mais saudáveis têm maior potencial de produção no futuro.

Conclusão:
Investir em estratégias como a suplementação com colostro nos primeiros dias de vida é uma ação simples, mas que pode gerar grande impacto na saúde e desempenho das bezerras. Vale a pena testar e adaptar à realidade da sua propriedade.




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Manejo de Bezerras Girolando: Primeiros Cuidados Que Fazem Toda a Diferença

 




Manejo de Bezerras Girolando: Primeiros Cuidados Que Fazem Toda a Diferença

Aprenda os passos essenciais para criar bezerras saudáveis, produtivas e longevas no seu rebanho leiteiro

Quem está começando na pecuária leiteira precisa entender que o sucesso da produção de leite começa no cuidado com as bezerras. Os primeiros dias e meses de vida definem a saúde, o desenvolvimento e o futuro produtivo de cada animal.

Neste artigo, você vai aprender:

  • Os cuidados essenciais com a bezerra Girolando ao nascer
  • Como alimentar corretamente nos primeiros meses
  • Manejo ideal para evitar doenças e garantir bons resultados

1. Primeiros Cuidados ao Nascer

O nascimento é um momento crítico. Assim que a bezerra nasce, é essencial:

  • Retirar o muco das vias respiratórias e estimular a respiração
  • Cortar e desinfetar o umbigo com iodo 10%, para prevenir infecções
  • Oferecer colostro de qualidade nas primeiras 6 horas de vida — o colostro é a primeira vacina natural, rico em anticorpos que protegem a bezerra

Bezerra que não toma colostro suficiente logo ao nascer tem mais risco de doenças e menor desempenho produtivo no futuro.

2. Aleitamento: Como e Até Quando?

Após o colostro, inicia-se o aleitamento com leite ou sucedâneo. O ideal é:

  • Oferecer 6 a 8 litros de leite por dia, dividido em 2 a 3 refeições
  • Usar mamadeiras ou baldes com bico, sempre higienizados
  • Manter um cronograma regular e evitar mudanças bruscas

Por volta da quarta semana, já pode ser introduzido o concentrado inicial e o feno de boa qualidade. A desmama deve ocorrer por volta dos 60 a 75 dias, quando a bezerra já come bem o concentrado.

3. Higiene e Ambiência: Chave para a Saúde

A baia ou bezerreiro deve ser:

  • Coberto, seco e bem ventilado, mas sem corrente de vento
  • Com cama seca (palha, maravalha ou areia) e limpa todos os dias
  • Com espaço individual para evitar contato direto entre bezerras

Bezerreiro sujo = foco de diarreia, pneumonia e parasitas. Invista na higiene.

4. Prevenção de Doenças: Vacinas e Manejo Sanitário

  • Siga um calendário de vacinação recomendado por um veterinário local
  • Faça o controle de parasitas internos e externos
  • Observe sinais de alerta: apatia, falta de apetite, diarreia, tosse, secreções

A saúde da bezerra precisa ser acompanhada diariamente. Pequenos sinais ignorados podem virar grandes problemas.


Conclusão

O manejo de bezerras Girolando é um investimento no futuro da sua produção leiteira. Com cuidados simples, rotina bem-feita e alimentação correta, você forma vacas saudáveis, produtivas e muito mais lucrativas.

E não se esqueça: uma pastagem de qualidade, como Tifton bem manejado, faz toda a diferença quando elas vão ao piquete.




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Girolando.

 




Girolando: O Que É, Quais as Categorias e Por Que Investir na Raça

Entenda por que o Girolando é a escolha número um para quem está começando na pecuária leiteira no Brasil e no mundo

Se você está começando na pecuária leiteira e quer investir em um rebanho produtivo, adaptado ao clima tropical e com excelente retorno, precisa conhecer o gado Girolando. A raça tem crescido de forma acelerada nos últimos anos, sendo responsável por cerca de 80% do leite produzido no Brasil.

Neste artigo, você vai entender:

  • O que é o Girolando
  • Quais são suas categorias genéticas (CCG)
  • As vantagens da raça para pequenos e grandes produtores
  • E por que ela é uma das mais promissoras do mercado leiteiro

O Que É o Girolando

O Girolando é o resultado do cruzamento entre as raças Gir (raça zebuína rústica e adaptada ao calor) e Holandesa (raça europeia com alta produção de leite). O objetivo desse cruzamento é unir produção leiteira elevada com resistência ao clima tropical.

O resultado? Um animal altamente produtivo, fértil, com excelente adaptabilidade e longevidade no rebanho.

Categorias do Girolando (CCG)

A sigla CCG significa Composição Genética Controlada, e define o percentual de sangue das duas raças no animal. As principais categorias são:

  • 1/4 Holandês + 3/4 Gir (CCG 1/4)
  • 1/2 Holandês + 1/2 Gir (CCG 1/2)
  • 3/4 Holandês + 1/4 Gir (CCG 3/4)
  • 5/8 Holandês + 3/8 Gir (CCG 5/8)
  • 7/8 Holandês + 1/8 Gir (CCG 7/8)
  • Puro Sintético (PC): composição estabilizada em 5/8 Holandês e 3/8 Gir, considerada ideal para produção e rusticidade

Cada categoria tem indicações específicas, e a escolha depende do objetivo do criador: maior rusticidade, produtividade ou equilíbrio entre ambos.

Por Que Investir na Raça Girolando

Veja os principais motivos para apostar no Girolando:

  • Alta produção de leite mesmo em sistemas a pasto
  • Resistência ao calor, parasitas e doenças tropicais
  • Boa conversão alimentar e adaptabilidade
  • Facilidade de parto e fertilidade precoce
  • Demanda crescente em leilões e valorização genética

Além disso, o Girolando é uma raça reconhecida oficialmente, com controle genealógico rigoroso, o que facilita o comércio, a exportação e a melhoria genética contínua.

Conclusão

Se você está iniciando na pecuária leiteira e quer começar com o pé direito, o Girolando é uma escolha segura, rentável e adaptada à realidade do campo. Escolher bons animais e investir em manejo e alimentação de qualidade — como uma pastagem bem formada com Tifton, por exemplo — pode acelerar os resultados e garantir uma produção de leite lucrativa.



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Peggy FIV Humblenkind Bate Recorde em Leilão de Girolando e Valoriza CCG 1/2 em 2025


 


Peggy FIV Humblenkind Bate Recorde em Leilão de Girolando e Valoriza CCG 1/2 em 2025

Maior valorização do ano para vaca CCG 1/2 confirma ascensão da genética Girolando no Brasil

A raça Girolando segue em alta no mercado leiteiro brasileiro, e os leilões em 2025 têm refletido esse bom momento com médias expressivas e animais de genética consagrada. O grande destaque do mês de março foi a vaca Peggy FIV Humblenkind, da categoria CCG 1/2 Girolando, que se tornou o animal mais valorizado da categoria em 2025.

Durante o Leilão Seleção Pavana, realizado em Perdizes/MG no dia 29 de março, 66,66% da posse da fêmea Peggy foram arrematados por R$120 mil, o que projeta uma valorização total de R$180 mil. Trata-se do maior valor já registrado este ano para uma vaca Girolando CCG 1/2, consolidando o nome de Peggy como referência nacional em qualidade genética e desempenho.

Campeã de Pista e Destaque na Expo Rio Preto

Além do desempenho comercial, Peggy FIV Humblenkind tem impressionado nas pistas. Na última edição da Expo Rio Preto, ela foi premiada como:

  • Melhor Úbere Jovem
  • Melhor Vaca Jovem
  • Grande Campeã

Essas conquistas reforçam seu potencial como matriz de destaque na pecuária leiteira e impulsionam ainda mais a valorização de sua genética.

Fazenda Pavana e a Força da Genética Nacional

O evento foi promovido pela Fazenda Pavana, criatório associado à Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, que vem se destacando no cenário nacional com investimentos consistentes em melhoramento genético, manejo e seleção criteriosa.

Esse resultado mostra que a genética Girolando CCG 1/2 está em evidência, com alta procura nos leilões e resultados expressivos tanto em pista quanto na produção leiteira.



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Pastagem de Ouro

 


Pastagem de Ouro: Como o Capim Tifton Pode Dobrar a Produção da Sua Fazenda

Se você lida com gado de corte ou leite, sabe que a pastagem é o coração da produção. Mas e se fosse possível transformar esse coração em um motor de alta performance? O capim Tifton é uma das opções mais poderosas quando se trata de produtividade, qualidade nutricional e durabilidade. Neste artigo, você vai entender por que o Tifton pode ser a virada de chave que sua propriedade precisa.

Capim Tifton: O Escolhido dos Produtores que Não Brincam em Serviço

Tifton é o nome comercial de híbridos desenvolvidos para alta performance em pastejo, corte e fenação. Entre eles, o Tifton 85 se destaca por sua alta produtividade, valor nutricional e resistência. Ele é resultado do cruzamento entre Cynodon dactylon e Cynodon nlemfuensis, selecionado para entregar o máximo em condições tropicais.

Mais Forragem, Menos Desperdício: Produção por Hectare Impressiona

Em média, o Tifton pode produzir entre 20 a 30 toneladas de matéria seca por hectare/ano, superando com folga muitas gramíneas tradicionais. Isso representa mais alimento disponível por área, redução de custos com ração e uma eficiência muito maior no sistema de produção.

Nutrição de Alta Performance: Proteína e Digestibilidade em Alta

O Tifton tem um teor de proteína bruta que varia de 12% a 17%, dependendo do manejo. Além disso, apresenta boa digestibilidade e alta palatabilidade, o que faz com que o gado aproveite melhor os nutrientes, ganhe peso mais rápido e tenha melhor desempenho geral.

Durabilidade Que Gera Economia: Pastagem Para Muitos Anos

Um ponto forte do Tifton é sua persistência. Com manejo adequado, ele pode produzir bem por muitos anos, resistindo ao pisoteio intenso e rebrota rápida após o pastejo ou corte. Isso evita gastos constantes com reforma de pasto e garante um retorno sustentável ao longo do tempo.

Manejo Eficiente: Como Tirar o Máximo Proveito do Seu Tifton

  • Correção de solo: Faça análise de solo antes do plantio e corrija com calagem e adubação conforme recomendado.
  • Irrigação: Se possível, utilize irrigação nos períodos mais secos para manter a produtividade.
  • Pastejo rotacionado: Ajuda na rebrota e evita o superpastejo.
  • Altura de manejo: Comece o pastejo com cerca de 30-40 cm de altura e retire os animais aos 15-20 cm para preservar o vigor da planta.

Se você está pensando em melhorar sua pastagem, o Tifton é uma aposta segura. Produtividade, nutrição e resistência em uma só planta — o tipo de investimento que rende em arrobas, litros e lucros.




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Jersolando

 



Jersolando: A Raça de Gado que Une o Melhor do Holandês e do Jersey

Se você é produtor rural e busca um gado leiteiro que combine alta produção, rusticidade e excelente qualidade de leite, precisa conhecer o Jersolando, uma raça que está ganhando cada vez mais espaço nas fazendas brasileiras. Mas o que é o Jersolando? Quais são suas vantagens? E por que ele pode ser a escolha ideal para o seu sistema de produção? O Vaca da Boa explica tudo!

O Que É o Gado Jersolando?

O Jersolando é resultado do cruzamento entre duas das raças leiteiras mais renomadas do mundo: o Holandês (conhecido pela alta produtividade) e o Jersey (famoso pela qualidade do leite e rusticidade). Essa combinação estratégica dá origem a um animal equilibrado, com excelente desempenho tanto em volume quanto em qualidade do leite.

Por Que Optar Pelo Jersolando?

1. Alta Produção de Leite

O sangue holandês garante ao Jersolando uma produção de leite expressiva, ideal para sistemas intensivos ou semi-intensivos. Apesar de não atingir os picos do holandês puro, sua produção é bastante superior à de outras raças rústicas.

2. Leite com Alto Teor de Sólidos

Graças à genética Jersey, o leite do Jersolando apresenta altos teores de gordura e proteína, sendo excelente para fabricação de queijos, manteigas e outros derivados lácteos. Isso significa mais valorização do leite no mercado.

3. Maior Rusticidade

O Jersolando é mais resistente ao calor, parasitas e doenças comuns em climas tropicais. Isso o torna ideal para o Brasil, especialmente para regiões com temperaturas elevadas e pastagens menos manejadas.

4. Eficiência Alimentar

Comparado ao holandês puro, o Jersolando consome menos alimento por litro de leite produzido, o que se traduz em maior eficiência econômica para o produtor.

5. Facilidade de Manejo

É um animal dócil, de médio porte, fácil de manejar e com alta taxa de fertilidade. A adaptação a diferentes sistemas de produção (do pasto ao confinamento) é outro ponto forte.

Qual o Melhor Grau de Sangue?

Uma das grandes vantagens do Jersolando é a flexibilidade genética. Muitos produtores optam por animais com 3/4 Holandês e 1/4 Jersey, buscando o equilíbrio entre produção e rusticidade. Outros preferem o meio-sangue (50/50), que também apresenta ótimo desempenho. O ideal é definir o grau de sangue com base nas condições da sua propriedade e objetivos produtivos.

Conclusão

Se você busca um gado leiteiro versátil, produtivo, adaptado ao clima tropical e com leite valorizado no mercado, o Jersolando é uma escolha estratégica. A cruza entre Holandês e Jersey não é apenas uma mistura genética — é uma fórmula de sucesso para a pecuária leiteira moderna.

Quer saber mais sobre raças leiteiras e como melhorar sua produção? Continue acompanhando o Vacada boa  — onde o campo e o conhecimento andam juntos.



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Protocolo de Manejo Simples e Eficaz




Como Eliminar Carrapatos em Vacas Leiteiras com um Protocolo de Manejo Simples e Eficaz

Os carrapatos são um dos maiores inimigos da produtividade leiteira. Eles causam estresse, transmitem doenças e reduzem a produção de leite. Mas a boa notícia é: você pode acabar com eles de forma simples, prática e sem gastar fortunas!

Veja abaixo um protocolo de manejo testado no campo que tem dado resultado de verdade.

O Que os Carrapatos Estão Causando no Seu Rebanho (e Você Nem Imagina)

Além das feridas visíveis e incômodos nos animais, os carrapatos:

  • Transmitem doenças como Tristeza Parasitária Bovina (TPB);
  • Causam anemia, enfraquecendo as vacas;
  • Diminui o ganho de peso e a produção de leite;
  • Podem afetar a fertilidade do rebanho.

Ou seja: se você não agir, o prejuízo é certo.

O Protocolo Simples que Funciona: Chega de Complicação!

1. Identifique os Animais Mais Atacados

Comece avaliando o rebanho. Normalmente, 10 a 20% dos animais concentram a maioria dos carrapatos. Eles são os “índices de infestação”.

Dica prática: Separe esses animais para tratamento mais intensivo.

2. Rotacione Produtos Carrapaticidas (e Evite Resistência!)

Não use o mesmo produto o ano todo! O carrapato cria resistência. Faça um rodízio trimestral com:

  • Piretróides (ótimos no verão);
  • Amidinas (eficazes em climas úmidos);
  • Organofosforados (uso com cautela);
  • Produtos injetáveis como ivermectina (atenção ao período de carência no leite).

3. Manejo Estratégico com Banho de Imersão ou Pulverização

Realize os banhos ou pulverizações de forma correta:

  • Sempre pela manhã ou fim da tarde;
  • Faça no curral ou tronco de contenção;
  • Não molhe apenas por cima — o produto precisa atingir a pele.

Dica bônus: Use escovas rotativas ou pás para auxiliar a limpeza e remover ovos.

4. Mantenha a Pastagem Limpa e Rotacionada

O carrapato vive também no ambiente. Por isso:

  • Evite superlotação de animais;
  • Faça rotação de pastagem;
  • Mantenha o pasto aparado.

Essa prática simples quebra o ciclo do carrapato.

5. Aposte em Controle Biológico e Natural

Alguns criadores têm usado:

  • Cogumelo Metarhizium anisopliae, que infecta o carrapato;
  • Aves como galinhas d'angola no pasto (são predadoras naturais);
  • Óleos essenciais (citronela, neem) como repelentes naturais.

São alternativas sustentáveis que reforçam o controle químico.

Resultados Visíveis em Poucas Semanas (Se Feito do Jeito Certo!)

Com esse protocolo simples, os resultados começam a aparecer em 2 a 3 semanas:

  • Menos carrapatos visíveis;
  • Vacas mais tranquilas e produtivas;
  • Menor uso de medicamentos curativos.

E o melhor: com baixo custo e impacto ambiental mínimo.

Conclusão: Seu Rebanho Merece um Manejo Inteligente e Eficaz

Você não precisa complicar para vencer os carrapatos. Um protocolo simples, bem executado e contínuo, transforma a saúde do seu rebanho e aumenta sua produção de leite com qualidade.

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A vacada agradece — e o bolso também.



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