Qualidade do Leite: Como Reduzir CCS e CBT em 2026 e Ganhar Bônus da Indústria
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O gado Sindi vem ganhando destaque entre os pecuaristas brasileiros por sua rusticidade, alta fertilidade e excelente adaptação ao clima tropical. Originário do Paquistão, esse zebuíno é ideal para sistemas de criação sustentáveis e de baixo custo.
A raça Sindi tem origem no Vale do Indo, no Paquistão. É uma das mais antigas raças zebuínas e foi introduzida no Brasil no século XX para melhorar a produtividade leiteira e a resistência dos rebanhos.
O Sindi se destaca pela alta resistência a parasitas, facilidade de manejo e capacidade de suportar longos períodos de seca. Essas qualidades o tornam ideal para regiões semiáridas.
Apesar de ser mais conhecido como um excelente produtor de leite (média de 10 a 15 litros/dia), o Sindi também apresenta bom rendimento de carcaça, o que o torna interessante para cruzamentos.
As fêmeas da raça têm alta taxa de prenhez, mesmo em condições adversas, e apresentam vida produtiva longa, o que reduz custos de reposição no rebanho.
Invista em animais de criatórios reconhecidos, com bom histórico genético e avaliações de desempenho.
O Sindi se adapta bem a pastagens nativas e sistemas de pastejo rotacionado, como o uso de Tifton 85, ideal para aumentar a produtividade.
Embora seja resistente, o gado Sindi precisa de protocolos de vacinação e controle parasitário regulares para manter o alto desempenho.
O valor pode variar de acordo com a genética e a idade, mas geralmente gira entre R$ 8.000 a R$ 20.000 por animal reprodutor.
Sim! Ele é excelente para cruzamentos com raças leiteiras como a Girolando e raças de corte como a Nelore, melhorando a rusticidade e a fertilidade dos descendentes.
Sim. É uma das raças mais resistentes ao calor e à escassez de água, sendo ideal para o semiárido nordestino.
Vacas bem manejadas podem produzir entre 10 e 15 litros de leite por dia, com teores de gordura superiores a 4%.
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