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Gir Leiteiro: Como a genética pode transformar a produção de leite no Brasil

 




🐮 Gir Leiteiro: Como a genética pode transformar a produção de leite no Brasil

O Gir Leiteiro é uma das raças mais admiradas e valorizadas da pecuária leiteira brasileira. Conhecido por sua rusticidade, fertilidade e alta capacidade de produção em clima tropical, o Gir se consolidou como uma das bases mais importantes para o desenvolvimento da pecuária leiteira nacional.

Mas o segredo para alcançar o verdadeiro potencial dessa raça está em um fator essencial: a melhoria genética.
Neste artigo, você vai entender por que investir em genética é o caminho mais rápido e eficiente para aumentar a produção de leite e melhorar a rentabilidade do rebanho.


🌾 O que é o Gir Leiteiro e por que ele é tão valorizado

O Gir Leiteiro é originário da Índia e foi introduzido no Brasil há mais de 100 anos. Desde então, passou por um intenso processo de seleção genética, tornando-se uma raça perfeitamente adaptada ao nosso clima.

Entre suas principais qualidades estão:

  • Alta resistência a parasitas e doenças tropicais;
  • Excelente fertilidade e longevidade produtiva;
  • Capacidade de produzir leite a pasto, com baixo custo;
  • Temperamento dócil e fácil manejo.

Essas características fazem do Gir Leiteiro uma das raças mais sustentáveis e rentáveis para quem produz leite em regiões de clima quente.


🧬 A importância do melhoramento genético no Gir Leiteiro

Melhorar a genética é acelerar o progresso do rebanho.
Quando o produtor seleciona vacas e touros com alto potencial leiteiro e características produtivas e funcionais superiores, os resultados aparecem rapidamente:

✅ Aumento na produção média de leite;
✅ Melhora na qualidade do leite (gordura, proteína e sólidos totais);
✅ Redução de problemas de saúde e reprodutivos;
✅ Ganhos em fertilidade, longevidade e eficiência alimentar.

Ou seja, o investimento em genética não é custo — é rentabilidade garantida no longo prazo.


🧪 Tecnologia e seleção: o futuro do Gir Leiteiro

Hoje, o melhoramento genético conta com ferramentas modernas e acessíveis. Entre as principais estão:

  • Avaliações genéticas oficiais da ABCZ e Embrapa;
  • Teste de progênie, que identifica touros com filhos comprovadamente superiores;
  • Genotipagem por DNA, que permite prever o desempenho futuro dos animais.

Com essas tecnologias, o produtor pode planejar cruzamentos mais estratégicos e formar um rebanho com genética de ponta, equilibrando produção, adaptação e fertilidade.


🐄 Gir Leiteiro e Girolando: dupla que produz leite com eficiência

O Gir Leiteiro também é a base da formação do Girolando, uma raça resultante do cruzamento entre Gir e Holandês.
Esse cruzamento combina o melhor dos dois mundos: a produção de leite do Holandês com a resistência e rusticidade do Gir.

O resultado é um animal altamente produtivo e perfeitamente adaptado ao clima tropical — um verdadeiro sucesso em fazendas de leite por todo o Brasil.


💡 Conclusão: genética é o caminho para o sucesso no leite tropical

Investir na genética do Gir Leiteiro é investir no futuro da pecuária leiteira. Cada avanço genético representa mais produtividade, mais qualidade e menos custo por litro de leite produzido.

A seleção genética é a ferramenta mais poderosa para transformar o potencial do rebanho em lucro real — e o Gir Leiteiro é o grande protagonista dessa evolução.



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Como Marcos Palmeira Virou Referência em Produção de Queijo Orgânico no Brasil

 




Marcos Palmeira e o Sucesso do Queijo Orgânico: Da TV para a Fazenda

Quando o assunto é queijo artesanal e produção orgânica, um nome que vem ganhando cada vez mais destaque é o do ator Marcos Palmeira. Conhecido nacionalmente por suas atuações na TV e no cinema, ele também trilhou um caminho de sucesso no campo, com a Fazenda Vale das Palmeiras, em Teresópolis (RJ).

O espaço é referência em produção de leite e derivados orgânicos, mostrando que é possível aliar qualidade, sabor e respeito ao meio ambiente.


🌱 Fazenda Vale das Palmeiras: pioneira no orgânico

  • Localizada em uma área de 200 hectares, a fazenda mantém nascentes preservadas, áreas de mata nativa e investimentos contínuos em reflorestamento.
  • Desde 1997, possui certificação orgânica, garantindo produtos livres de agrotóxicos, antibióticos e transgênicos.
  • O manejo das vacas é feito de forma natural, prezando pelo bem-estar animal e resultando em leite de alta qualidade.

🧀 Queijo orgânico premiado

Um dos destaques da produção da fazenda é o queijo minas frescal orgânico, eleito um dos melhores do Brasil em premiações nacionais que reuniram mais de 120 queijos de diferentes estados.

Além do frescal, a linha de derivados inclui:

  • Ricota
  • Coalhada
  • Cottage
  • Iogurte natural

Todos preparados com leite orgânico fresco e processos que respeitam a tradição e a qualidade.


🌍 Sustentabilidade e inspiração para o agronegócio

O trabalho de Marcos Palmeira vai além do queijo. A Fazenda Vale das Palmeiras se tornou um modelo de sustentabilidade na pecuária leiteira, servindo de exemplo para produtores de todo o Brasil.

  • Recuperação da Mata Atlântica com espécies nativas.
  • Práticas agroecológicas que unem produção e preservação ambiental.
  • Incentivo ao consumo consciente e valorização dos alimentos de origem orgânica.

✅ Por que os queijos orgânicos estão em alta?

O consumidor moderno busca cada vez mais:

  • Saúde: alimentos livres de resíduos químicos.
  • Sabor: queijos com textura e gosto diferenciados.
  • Consciência: apoio a práticas sustentáveis e éticas no campo.

O exemplo da Vale das Palmeiras mostra que há espaço e mercado para produtos de qualidade que respeitam o meio ambiente.


❓ Perguntas Frequentes (FAQ)

1. O queijo orgânico é mais caro?
Sim, mas o valor reflete os custos de uma produção limpa e sustentável, que garante benefícios para a saúde e para o planeta.

2. Que tipos de queijos a fazenda produz?
O destaque é o queijo minas frescal orgânico, além de ricota, cottage, coalhada e iogurtes.

3. Onde encontrar os produtos da Vale das Palmeiras?
Os queijos e derivados são distribuídos em mercados especializados e feiras orgânicas.


Conclusão

Marcos Palmeira mostra que é possível unir arte, campo e sustentabilidade. Seu trabalho como produtor de queijo orgânico é um exemplo inspirador para quem deseja investir em uma pecuária mais saudável e consciente.

👉 No Vacada Boa, seguimos acompanhando casos de sucesso como este para mostrar que a pecuária brasileira pode produzir com qualidade e responsabilidade.


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A Importância das Receptoras para Criar uma Bezerra Saudável

 




A Importância das Receptoras para Criar uma Bezerra Saudável

Na reprodução bovina por meio da transferência de embriões (TE) ou fertilização in vitro (FIV), o papel da vaca receptora é fundamental. Mesmo não sendo a mãe genética, é ela quem carrega a gestação, influencia no desenvolvimento fetal e garante os primeiros cuidados à bezerra após o nascimento. Uma receptora de qualidade pode ser a diferença entre um projeto de melhoramento genético bem-sucedido e resultados insatisfatórios.

O que é uma receptora?

A receptora é a vaca que recebe um embrião de outra fêmea (doadora). Enquanto a doadora contribui com o material genético, a receptora é responsável pela gestação e pelo parto, fornecendo todo o suporte fisiológico e nutricional ao embrião em desenvolvimento.

Por que a receptora é tão importante?

  1. Desenvolvimento fetal saudável
    Uma receptora bem nutrida e com boa sanidade garante que o embrião tenha acesso a nutrientes essenciais durante toda a gestação.

  2. Parto seguro
    Receptoras selecionadas para parir com facilidade reduzem riscos de mortalidade tanto da bezerra quanto da mãe.

  3. Fornecimento de colostro
    Logo após o nascimento, a bezerra precisa ingerir colostro de qualidade para desenvolver imunidade. A receptora é quem oferece esse primeiro alimento vital.

  4. Impacto no crescimento inicial
    Uma receptora com bom temperamento e boa produção de leite auxilia no crescimento saudável da bezerra até a desmama.

Características ideais de uma boa receptora

  • Sanidade reprodutiva em dia (livre de doenças como brucelose e IBR).
  • Bom escore corporal, sem estar obesa ou muito magra.
  • Capacidade de parir facilmente.
  • Produção de leite suficiente para nutrir a cria.
  • Temperamento dócil, facilitando o manejo.

Como escolher as melhores receptoras?

A seleção deve ser feita com base em exames clínicos e histórico produtivo. Vacas ou novilhas de médio porte, rústicas, com boa adaptação ao ambiente e ciclo reprodutivo saudável são as mais indicadas. Além disso, é importante contar com acompanhamento veterinário para garantir que a receptora esteja sincronizada com a doadora no momento da transferência de embriões.


FAQ – Perguntas Frequentes sobre Receptoras

1. A bezerra herda características da receptora?
Não. A bezerra recebe 100% da carga genética da doadora e do touro utilizado na fecundação. A receptora influencia apenas no ambiente gestacional e nos primeiros cuidados pós-parto.

2. Posso usar qualquer vaca como receptora?
Não é recomendado. A vaca deve ter bom estado de saúde, sanidade reprodutiva e condições físicas para manter uma gestação saudável.

3. Quantas vezes uma vaca pode ser usada como receptora?
Depende do manejo. Se mantiver bom estado corporal e saúde reprodutiva, pode ser usada várias vezes, desde que respeitados intervalos adequados entre gestações.

4. A alimentação da receptora influencia na bezerra?
Sim. A nutrição da receptora impacta diretamente no desenvolvimento do feto, no peso ao nascer e na qualidade do colostro.

5. Qual a principal vantagem de investir em boas receptoras?
Maior taxa de sucesso na transferência de embriões, bezerros mais saudáveis e melhor aproveitamento do investimento em genética de alta qualidade.



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Broinha fiv cabo verde.

 




🐄 A Vaca Gir Leiteiro: Um Pilar da Pecuária Tropical

Autor: Luis Fernando de Almeida Silva 

Introdução

A pecuária leiteira no Brasil e em outras regiões tropicais enfrenta desafios únicos, como altas temperaturas, parasitas e a necessidade de sistemas de produção eficientes e sustentáveis. Nesse cenário, a raça Gir Leiteiro surge como uma solução robusta e altamente adaptável, consolidando-se como um dos pilares da produção de leite em climas quentes.

Originária da Índia, essa raça zebuína foi cuidadosamente selecionada e aprimorada no Brasil, transformando-se em um animal de alta performance, capaz de aliar rusticidade a uma notável capacidade produtiva.

Neste artigo, você vai descobrir as características da vaca Gir Leiteiro, seu manejo, evolução genética, impacto econômico e ainda conhecer um dos exemplares mais valiosos da raça: Broinha FIV Cabo Verde.


Características da Vaca Gir Leiteiro

Rusticidade e Adaptabilidade Climática

O Gir Leiteiro é naturalmente resistente a parasitas, doenças e, principalmente, a altas temperaturas. Sua pelagem curta e clara reflete a radiação solar, enquanto a pele solta e escura, rica em glândulas sudoríparas, facilita a dissipação de calor.

Docilidade

Apesar da origem zebuína, muitas vezes associada a animais ariscos, o Gir Leiteiro é dócil e fácil de manejar, tornando a ordenha e outros procedimentos mais tranquilos.

Longevidade Produtiva e Reprodutiva

Uma vaca Gir Leiteiro produz leite e se reproduz por muitos anos, garantindo maior retorno sobre o investimento e a continuidade genética do rebanho.

Facilidade de Parto

Com uma pelve bem estruturada, a raça apresenta partos mais fáceis e com menos problemas de distocia, o que reduz custos veterinários e estresse para vaca e bezerro.

Eficiência Alimentar

O Gir Leiteiro consegue expressar seu potencial mesmo em dietas simples, baseadas em pastagem, o que diminui os custos de produção e aumenta a sustentabilidade da atividade.


Produção de Leite e Melhoramento Genético

Graças a programas de melhoramento genético no Brasil, o Gir Leiteiro alcançou níveis impressionantes de produção leiteira. Hoje, a raça produz grandes volumes de leite com altos teores de gordura e proteína — ideais para a indústria de laticínios.

Tecnologias como Inseminação Artificial (IA) e Fertilização in Vitro (FIV) aceleraram a disseminação de genes superiores, transformando a raça em referência mundial.


Impacto Econômico da Raça Gir Leiteiro

O Gir Leiteiro é peça fundamental na pecuária brasileira. Sua adaptabilidade ao clima tropical o torna estratégico para produtores que buscam rentabilidade e sustentabilidade.

O mercado de genética movimenta cifras milionárias em leilões, valorizando animais de linhagens comprovadas. Investir na raça é investir em eficiência, competitividade e futuro.


Broinha FIV Cabo Verde: A Vaca Mais Valiosa do Mundo

Um marco na história da raça é a vaca Broinha FIV Cabo Verde, que se tornou a vaca mais valiosa já negociada: 50% de sua propriedade foi vendida por R$ 5,04 milhões em um leilão histórico.

Além do valor de mercado, Broinha é recordista mundial de produção como vaca jovem, unindo genética superior e manejo exemplar. Sua linhagem inclui nomes icônicos como Sansão e Jiba Bras, símbolos do avanço genético do Gir Leiteiro.


Conclusão

O Gir Leiteiro vai muito além de uma raça adaptada ao trópico: é um símbolo de resiliência, produtividade e inovação. Suas características únicas, aliadas ao melhoramento genético contínuo, consolidam sua posição como ativo estratégico para a pecuária de leite no Brasil e no mundo.

Exemplares como Broinha FIV Cabo Verde mostram a força da genética nacional e a importância da raça para o futuro da produção leiteira em regiões tropicais.


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Técnicas Modernas e Humanizadas no Manejo

 




Como Mochar Bezerros Sem Dor: Técnicas Modernas e Humanizadas no Manejo

Por que mochar os bezerros é essencial para o bem-estar e produtividade do rebanho?

O desmoche (ou mocho) é uma prática comum na pecuária de corte e leite, que visa remover ou inibir o crescimento dos chifres nos bezerros. Essa técnica é essencial para:

  • Evitar ferimentos no rebanho
  • Facilitar o manejo e transporte dos animais
  • Melhorar o bem-estar e segurança dos vaqueiros
  • Reduzir perdas econômicas por lesões

Porém, é fundamental que essa prática seja feita de forma ética, rápida e com o mínimo de estresse possível para o animal.

Métodos mais utilizados para mochar bezerros

Existem diferentes formas de mochar um bezerro, e a escolha depende da idade do animal, da estrutura da propriedade e do conhecimento técnico da equipe.

1. Mocho térmico (ferro quente)

O método mais tradicional. Utiliza-se um ferro aquecido para cauterizar a base do botão córneo. É eficaz, mas precisa ser feito até os 45 dias de vida e com muito cuidado para evitar dor e infecções.

2. Mocho cirúrgico

Consiste na retirada do botão córneo com bisturi ou alicate. Mais invasivo e arriscado, geralmente usado em animais mais velhos. Requer cuidados rigorosos com a higiene e uso de anestesia e antibióticos.

3. Pomadas químicas (descorna química)

Cada vez mais populares, as pomadas de mocho são práticas e menos traumáticas. Indicadas para bezerros de até 7 dias, atuam inibindo o crescimento do chifre de forma segura e indolor quando aplicadas corretamente.

Vantagens da desmama precoce com mocho químico

  • Aplicação rápida e sem sofrimento
  • Não precisa de equipamentos caros
  • Menos estresse para o bezerro e o produtor
  • Redução do risco de infecções
  • Recuperação rápida do animal

Como aplicar a pomada para mochar: passo a passo seguro

  1. Escolha o momento ideal: até 5-7 dias de vida do bezerro.
  2. Localize o botão córneo: geralmente visível como um calombinho na testa.
  3. Raspe suavemente o local, se necessário, para melhor aderência.
  4. Aplique a pomada diretamente no botão, com cuidado para não espalhar.
  5. Isole o animal por algumas horas para evitar contato com outros bezerros e possíveis lambidas.

⚠️ Importante: Sempre utilize luvas e leia a bula da pomada. A aplicação correta garante o sucesso do procedimento e evita complicações.

Pomada Bovicor: solução prática, segura e aprovada por produtores

Se você busca uma forma eficaz, econômica e indolor para mochar seus bezerros, a Bovicor é a escolha ideal. Desenvolvida com ativos seguros e de fácil aplicação, a pomada Bovicor tem ganhado destaque entre pecuaristas que valorizam o bem-estar animal sem abrir mão da produtividade.


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Guzerá: A Raça Zebuína que Une Força, Leite e Rusticidade

 




Descubra por que o Gado Guzerá é uma das melhores opções para produtores de corte e leite no Brasil

O gado Guzerá é uma das raças zebuínas mais completas do mundo. Reconhecida por sua resistência, produtividade e dupla aptidão, a raça conquistou espaço em diversos sistemas produtivos brasileiros, sendo destaque tanto na pecuária de leite quanto na de corte.

Se você é produtor rural ou apaixonado pelo mundo agro, venha conhecer as principais vantagens do Guzerá, suas características e por que ele pode ser uma excelente escolha para sua propriedade!


Características do Gado Guzerá

Origem e História da Raça Guzerá

O Guzerá tem origem na Índia e foi uma das primeiras raças zebuínas a ser introduzida no Brasil, no final do século XIX. Seu nome vem da região de Gujarat, de onde os primeiros exemplares foram importados.

Com o tempo, foi adaptado ao clima tropical brasileiro, desenvolvendo alta rusticidade, resistência a parasitas, e excelente desempenho produtivo mesmo em ambientes adversos.

Morfologia e Aparência

  • Pelagem cinza clara ou escura (alguns exemplares vermelhos)
  • Chifres grandes e curvados
  • Estrutura óssea forte
  • Tamanho médio a grande
  • Excelente conformação muscular

 Desempenho Leiteiro e de Corte

Guzerá Leiteiro

O Guzerá leiteiro é uma das opções mais buscadas para quem deseja um rebanho resistente e produtivo:

  • Produção média entre 2.000 e 4.000 litros por lactação
  • Alta persistência de lactação
  • Ótima adaptação ao manejo extensivo
  • Leite com bom teor de sólidos

Além disso, vacas Guzerá são muito usadas em cruzamentos com raças taurinas e zebuínas para gerar fêmeas Girolando, com destaque para rusticidade e produtividade.

Guzerá de Corte

No corte, o Guzerá impressiona:

  • Ganho de peso eficiente
  • Precocidade reprodutiva
  • Alto rendimento de carcaça
  • Carne de boa qualidade, com pouca gordura e boa cobertura muscular

Os bezerros Guzerá têm alta valorização no mercado, especialmente pelo desempenho em sistemas de cria e recria no pasto.


Vantagens do Gado Guzerá na Pecuária Brasileira

  • Alta resistência a carrapatos e doenças tropicais
  • Fêmeas com fertilidade e longevidade produtiva
  • Fácil adaptação a diversos climas e altitudes
  • Ideal para sistemas de produção sustentáveis
  • Excelente para cruzamentos industriais

 Cruzamento do Guzerá: Genética que Agrega Valor

O Guzerá é amplamente utilizado em programas de melhoramento genético devido à sua base zootécnica sólida. Cruzamentos com raças como Holandês, Gir, Nelore e até europeias resultam em animais de alta heterose, ou seja, mais produtividade, resistência e desempenho.


FAQ – Perguntas Frequentes sobre o Gado Guzerá

 O que é gado Guzerá?

É uma raça zebuína originária da Índia, com dupla aptidão (corte e leite), alta rusticidade e produtividade.

O Guzerá é bom para produção de leite?

Sim! O Guzerá leiteiro pode produzir entre 2.000 e 4.000 litros por lactação, com alta persistência e adaptação ao calor.

 É possível cruzar Guzerá com outras raças?

Sim. O cruzamento do Guzerá com outras raças zebuínas ou taurinas é muito comum, melhorando características como rusticidade, ganho de peso e produtividade leiteira.

 Quais as principais vantagens do Guzerá?

Rusticidade, resistência a doenças, versatilidade produtiva, longevidade e bom desempenho em sistemas de pasto.

 Qual é o preço de um bezerro Guzerá?

Depende da genética, da região e do sistema de criação. Bezerros Guzerá de qualidade genética podem custar de R$ 3.000 a R$ 7.000 ou mais.



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12 de Julho – Conheça o Dia do Produtor de Leite e Sua Importância no Agro

 




12 de Julho – Dia do Produtor de Leite: A Força do Campo Que Nutre o Brasil

Homenagem ao Produtor de Leite: Pilar da Agropecuária Brasileira

No dia 12 de julho, comemoramos o Dia do Produtor de Leite, uma data que homenageia homens e mulheres que se dedicam diariamente à produção de um dos alimentos mais nutritivos e importantes da nossa mesa: o leite. Esses profissionais são verdadeiros heróis do campo, responsáveis por movimentar a economia rural e alimentar milhões de brasileiros.

A Importância do Produtor de Leite para o Brasil

A pecuária leiteira é uma das atividades mais tradicionais do agronegócio nacional. O Brasil é um dos maiores produtores de leite do mundo, com destaque para estados como Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Goiás. O trabalho do produtor de leite envolve muito mais do que a ordenha diária — ele precisa lidar com o manejo do rebanho, qualidade do pasto, sanidade animal, além de desafios climáticos e de mercado.

Um Dia de Reconhecimento e Valorização

O Dia do Produtor de Leite foi criado para reconhecer a dedicação de quem levanta cedo, enfrenta o frio, o calor e a chuva para garantir um alimento saudável e essencial. Mais do que uma data comemorativa, é um momento de reflexão sobre a valorização do campo, a qualidade de vida no meio rural e os investimentos necessários para melhorar a produtividade e sustentabilidade da atividade.

Desafios e Inovações na Produção Leiteira

Os produtores enfrentam desafios como o aumento no custo da ração, a oscilação dos preços pagos pelo litro de leite, e a necessidade de adotar tecnologias no campo, como a inseminação artificial, ordenha mecanizada, e o uso de probióticos para bezerros e melhoramento genético.

Ao mesmo tempo, o setor evolui com novas raças leiteiras como o Girolando, Gir Leiteiro e o cruzamento com o Pardo Suíço, além de pastagens mais resistentes como o Tifton 85.

Vacada Boa Parabeniza o Produtor de Leite



Aqui no blog Vacada Boa, nossa missão é valorizar o homem do campo. Neste 12 de julho, deixamos o nosso agradecimento e respeito a todos os produtores de leite do Brasil. Sem vocês, o país não se move. Leite é vida, é nutrição, é força — e por trás de tudo isso, está o seu trabalho!


Perguntas Frequentes (FAQ)

✅ Por que o dia 12 de julho é o Dia do Produtor de Leite?
A data foi escolhida para homenagear a importância econômica e social da atividade leiteira no Brasil.

✅ Qual a maior bacia leiteira do Brasil?
A maior produção está em Minas Gerais, conhecida como a capital do leite no país.

✅ Como melhorar a produção leiteira no campo?
Investindo em genética, manejo de pastagens, sanidade animal e bem-estar do rebanho. 

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